Quem acompanha o Rock ‘n’ Beats ou é um frequentador assíduo de shows de rock na cidade de Campinas, já deve ter ouvido falar destes nomes ou ‘expressões’ como: Autorock, Junta Tribo, Chop Suey Discos, Muzzarelas, Ozz, ETÊ…

por christian camilo
ETÊ em Campinas, para quem tem banda e procura se embrenhar atrás de oportunidades para tocar , significa Daniel ETÊ. E todos os outros termos ou expressões que citei lá em cima tem em comum esta pessoa: um punk-rocker que se tornou um dos mais importantes e influentes produtores de shows de Campinas e um dos representantes mais ativos da cultura alternativa na cidade.
No seu currículo, Daniel ETÊ tem participação no principais eventos da história do rock de Campinas, seja como produtor-criador ou como baixista dos Muzzarelas.
Uma de seus projetos mais importantes é o festival Autorock, que em outubro caminha para sua quinta edição.
A entrevista, que publicarei em 3 partes, está em audio. Nela conversamos sobre a programação deste ano do festival e sua história. Falamos sobre sua trajetória como músico/produtor e a interessante história vivenciada por ele, ao ver o surgimento dos primeiros bares que apoiavam o rock alternativo, ao tocar com os Muzzarelas no importante festival Junta Tribo que ocorreu na Unicamp, até o surgimento de um trailler/bar que só tocava Frank Zappa e mais tarde se tornaria o Bar do Zé.
Primeira parte:
ETÊ fala da expectiva para quinta edição do Autorock e faz um breve relato sobre às outras quatro edições anteriores. Também comenta a programação deste ano do festival , destacando a exibição de um vídeo de um show que o Fugazi fez em Campinas em 1997 e a exposição Emoção Terror que ocorrerá no Museu da Imagem e do Som de Campinas.
Curiosidades sobre a trajetória do Autorock.
A primeira edição do festival ocorreu no Centro Evolução, hoje desativado para shows.
O atual modelo do Autorock, com 11 dias de show e eventos dedicados a música e a cultura alternativa, teve como inspiração o festival de Bragança Paulista chamado Cardápio Underground. Em 2006 que Daniel teve o primeiro contato com este festival.
A extinta banda campineira Coice de Mula publicou em 2004 um breve relato sobre sua participação na então segunda edição do festival. E também há um vídeo do show deles aqui.
Há uma excelente vídeo de um show da banda campineira God, tocando em 2005, na terceira edição do Autorock.
Vídeos de shows do Venus Volts, Forgotten Boys, Instiga, Drákula, Garage Fuzz, Del-o-Max e de outras bandas tocando na edição de 2008 do Autorock podem ser vistos aqui .













setembro 22, 2009 às 16:09
Pô. Essa situação de não existirem espaços para tocar banda “autoral” é oque está rolando hoje em Sorocaba. Não existe programação do tipo, sexta/sábado/domingo. Salvo algumas iniciativas e pequenos festivais a coisa está semelhante a Campinas no início de 2000…apesar de que nos inicio dos 90 por aí tinha o Soho, Ilustrada, depois um lugar perto de uma caixa d’agua que rolava som ao vivo com frequencia…Quem sabe a coisa melhora por aqui, assim como melhorou por ai.
Ótima entrevista.
setembro 23, 2009 às 12:01
Valew etê!!!Sempre lutando para colocar o Rock’n Roll no seu devido lugar!!!On the top!!!
setembro 25, 2009 às 13:32
[...] ENTREVISTA: DANIEL ‘ETÊ’ – UM CAPÍTULO DO ROCK CAMPINEIRO – parte 1 [...]
setembro 30, 2009 às 12:18
[...] Confira a primeira parte da entrevista aqui. Confira a segunda parte da entrevista aqui. [...]