
Depois que o Smashing Pumpkins se separou em 2000, após o lançamento do álbum “Machina II: The Friends & Enemies of Modern Music”, Billy Corgan se envolveu em uma série de projetos, todos de curta duração.
Destes projetos, os principais foram a banda Zwan formada em 2001, que foi encerrada em 2004 quando Corgan declarou: “Meu coração sempre estará com o Smashing Pumpkins”; seu trabalho solo “The Future Embrace”, que tem participação de Robert Smith (The Cure) e Jimmy Chamberlin (ex-baterista da banda); e mais recentemente o Spirits in The Sky, que contou com o guitarrista Dave Navarro (Jane’s Addiction).
Em 2006 a banda voltou à ativa, trazendo da formação original apenas Corgan e Chamberlin (que deixou o grupo em março desse ano, sendo substituido pelo jovem Mike Byrne), lançando em 2007 provavelmente um dos discos mais esperados dos anos 2000. “Zeitgeist” mostrava um Smashing Pumpkins mais rápido e pesado que os últimos trabalhos do grupo. Mas não era (pelo menos este que vos escreve) a mesma coisa.
Smashing Pumpkins – That’s The Way (My Love Is)
E como quem concordasse com isso, Billy Corgan disse em entrevista ao Spinner.com ter ser arrependido de separar a banda em 2000.
“Desmanchar a banda foi um erro porque acho que isso quebrou a confiança do público. (…) Como um relacionamento que você rompe e depois tenta retornar, nunca é a mesma coisa.”, declarou o músico.
Porém, “diferente” não quer dizer necessariamente “ruim”. Corgan ainda acredita que a nova formação do Smashing Pumpkins pode ser tão boa quanto a antiga.
E complementou: “Aquele belo sentimento original se perdeu no interim de estar distante. Se tivéssemos dito, ‘Só estivemos longe por sete anos’, seria parecido, mas separar de alguma forma, há uma violência nisso.”
O músico ainda falou sobre o novo disco “Teagarden By Kaledyscope”, de 44 faixas e o projeto de lançá-lo de graça e aos poucos.
“Nunca me senti confortável com a ideia em que vc trabalha por alguns anos só pra produzir uma pilha de 12 músicas que fazem um álbum. O que gosto na ideia de gravar as músicas uma de cada vez é que eu sempre estou sincronizado com ela. (…)”
Smashing Pumpkins – Song of A Son













dezembro 15, 2009 às 06:52
É uma pena não ser mais como antes, mas é sempre bom ter conteudo novo e diferente. Aposto que a nova formação não vai deixar a desejar.
dezembro 15, 2009 às 14:37
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dezembro 15, 2009 às 15:54
Gostava mais da D’arcy e do James Iha do que dele facilmente. Porque as bandas tem que ficar brigado? ‘-’