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Vários jornais econômicos publicaram essa notícia no último dia. O que parecia especulação, agora está ganhando um caráter mais real, com a declaração do Chefe Executivo da Warner Music Group Inc., Edgar Bronfman Jr, dada em entrevista para o Bloomberg: “De uma visão legal, é possível consolidar as duas empresas”, citando possíveis complicações com a lei, que poderiam considerar a compra como formação de truste ilegal.
Se essa junção ocorrer mesmo, o novo conglomerado será então a maior das empresas fonográficas, superando Sony BMG e Universal. Vale lembrar que, atualmente, junto com Warner e EMI, esses nomes controlam a maior parte da distribuição de música mainstream. Cada um deles, por sua vez, possui direitos sobre um enorme número de selos e outras pequenas gravadoras de sua propriedade.
Não é a primeira vez que algo do tipo aconteceu. Em 2006, entretanto, foi o contrário: a EMI tentou comprar a Warner, mas a proposta foi recusada. O jeito é esperar e ver o resultado das negociações nos próximos dias.













fevereiro 11, 2010 às 15:12
Medo!
fevereiro 23, 2010 às 19:45
[...] da EMI – que encontra-se em crise financeira (inclusive com a Warner já interessada) - começaram a surgir boatos envolvendo a sua venda para tapar o buraco orçamentário da [...]