Ainda Que tenham chamado a atenção, OS Dois Primeiros discos do We Are Scientist São fracos . Com Brain Thrust Mastery de 2008 e Possível notar uma nuance do Que Parece Ser o som da banda . E ágora recém lançado com Barbara ESSA Tendência Persiste .
Originalidade Nunca Foi o forte do We Are Scientist e continua Não Sendo . Não Que isso Problema UM Seja , afinal no século XXI São rara como bandas Que se empenham em criar Realmente Algo novo.
Mas uma faixa Eu não mordo, Por exemplo, Keith Murray e Chris Cain poderiam ter deixada parágrafo lado b um. A base la Arctic Monkeys OS e Arranjos de guitarra parecem extraídos Que de Alguma música do Interpol tiram uma credibilidade do trabalho. Outra Opção séria rearranja -la , ja o refrão Que vale uma canção .
Desde o disco anterior , OS dez teclados Ocupado Mais Espaço Fazendo da guitarra Apenas UM item Mais, O Que Dá ênfase AO Baixo de Caim. È um nítido Também Detalhes com Preocupação e Arranjos . Este e daqueles álbuns Que SOA Diferente se para fones com Ouvido de ouvido, sem som do Carro Enfrente OU AO Computador .
Mas uma grande Evolução ESTÁ NA Entrada de Andy Burrows Trouxe Que groove e criatividade uma Sessão rítmica . Não Razorlight Já o baterista Fazia uma diferença, Mas ágora Longe da sombra de Johnny Borrell Ainda mais elemento aparece .
Barbara Não decepciona o manter e desen We Are Scientist Entre os ” queridinhos do indie “. Mas n Ser considerada Uma banda Importante É Preciso deixar de lado como referencias e Investir nd busca de Própria Uma sonoridade .














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