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As 20 melhores músicas internacionais de 2011 | Rock 'n' Beats

As 20 melhores músicas internacionais de 2011

Postado por Ana Clara Matta. Posted in Destaque, Especiais, Listas, Melhores de 2011

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Publicado em 16 dezembro, 2011 - 3 Comentários

“Essa é a minha música!” – Quantas vezes você já proferiu essa frase em toda a sua vida? Ou no último ano? Tudo e todos nesse planeta em que vivemos possuem seu próprio conjunto de notas e versos, dos países aos produtos, dos programas de TV a um casal de namorados… até mesmo os anos possuem suas músicas próprias.

Então, se 2011 fosse um país, qual seria seu hino? Seria uma melodia calma e cordial ou uma canção agressiva e impiedosa? Se fosse um produto, qual seria seu jingle? Ele venderia entradas para uma festa, ou caixas de lenço no atacado? Se fosse um relacionamento, sua música embalaria um casamento ou nada mais que platonismo?

2011 foi um ano de pluralidade fascinante, e isso se reflete na nossa lista de melhores faixas dos últimos 365 dias. De temas de novela até revelações que não lançaram nem ao menos um CD, do eletrônico ao folk. Quer conhecer os hinos de 2011?

20- Cults – Go outside
Na linha de frente do debut do Cults, está Go Outside – um hino que de início pode ser confundido com uma canção de ninar. As notas que soam como um piano infantil dão o tom da conversa, enquanto a poesia é descarregada.

Os versos e a produção dessa faixa ganham seus pontos ao beliscar o minimalismo. Tudo para fazer Go Outside ter status de canção, uma das mais belas a serem entoadas em 2011.
CultsGo Outside

(Raphael Bispo)

19- Lana Del Rey – Video Games
Ao mesmo tempo em que Adele faz a trilha daqueles que sofrem por amor deseperadamente, Lana Del Rey é uma boneca montada para dizer o quanto é bom amar – e, mais do que isso, fácil. Disfarçada de canção triste, Video Games exalta um príncipe encantado digno de um “felizes para sempre”. Um príncipe do qual Lana exalta as qualidades mais pífias, os momentos mais simples, e faz questão de enfatizar: “heaven is a place on Earth with you“.

Faixa após faixa, Lana já estampa seu rosto nas revistas de 2012 com sua visão otimista sobre um sentimento sempre tão doído. A letra de Video Games é um par romântico no último capítulo da novela, é o final feliz dos piores (e melhores) filmes água-com-açúcar, é um capítulo de diário sem continuação. E às vezes é bom acreditar no amor. Afinal, a gente sempre volta a isso um dia, não?
Lana Del ReyVideo Games

(Izadora Pimenta)

18- Girls – Vomit
O Girls tinha este ano uma tarefa bem difícil: fazer um disco tão bom quanto sua estréia Album, de 2009, mas a dupla conseguiu ir muito além e superá-lo. Father, Son, Holy Ghost surgiu com Christopher Owens querendo apresentar a qualidade espiritual da música e da arte.

Vomit, entre várias outras referencias bíblicas presentes no disco, teve título tirado do provérbio: “como o cão que torna ao seu vômito, assim é o tolo que reitera a sua estultícia”. A canção é uma balada épica de mais de seis minutos e conta a tentativa de Owens – com uma melancolia desconcertante – de voltar com sua ex-namorada. Seu inicio com apenas um órgão pode até enganar sua grandiosidade. Mas a música logo ganha um peso enorme, e aí parte para a distorção, até chegar ao seu ápice com um coro gospel e uma bateria marcante acompanhando os suaves vocais de Christopher lhe convidando: “come in to my heart”. Díficil não ficar comovido com tamanha exposição de sensibilidade.
GirlsVomit

(Marina Bastos)

17- Beady Eye – The Beat Goes On

Ter gente torcendo para seu disco de estréia ser um clássico, enquanto outros apostam em um desastre não é a situação ideal para se entrar em estúdio. Assim, Different Gear, Still Speeding não tem um veredicto em comum para os críticos e nem mesmo entre os mad fer its.

The Beat Goes On, no entando, serve como a perfeita explicação para tudo isso. Uma balada excelente que poderia até estar em um disco do Oasis, vale ressaltar. A bela melodia acompanha as dúvidas de Liam Gallagher em relação ao seu futuro. Ele quer que algum dia o mundo inteiro cante sua música e saiba do que é capaz, ao mesmo tempo que afirma que pensava estar morrendo e no fim do mundo. Na canção, Gallagher se diz disposto a desperdiçar seu dinheiro e fama para ter sua chance por conta própria, e é exatamente isso que o Beady Eye é.

Se Liam, Gem Archer e Andy Bell vão cumprir a promessa de sobreviver ao teste do tempo com a nova banda ainda vai ser preciso muito mais músicas deste nível do que manchetes em tabloides, mas no fim do dia o que importa é: Are you singing along?

Beady EyeThe Beat Goes On

(Marina Bastos)

16 – Noel Gallagher – Aka…what a life!

Noel Gallagher não enfrentava a mesma pressão que seu irmão para provar que pode funcionar sem o Oasis. Pelo contrário, havia era uma enorme ansiedade por Noel Gallagher’s High Flying Birds, e o disco não decepciona.

O guitarrista pode até ter decidido seguir o caminho seguro e sem grandes inovações, mas o resultado é um disco pop de grande qualidade, pronto para ir para o topo das paradas e lotar estádios. Neste espirito que se encontra AKA… What a Life: successo garantido, feita para ser single. A música pop precisa mesmo de canções eletrizantes, entusiasmadas, dançantes, sem grandes pretensões além de tocar em todas as rádios, mas feitas e produzidas com qualidade. E isso, Noel faz com perfeição.
Noel GallagherAka…what a life!

(Marina Bastos)

15- Metronomy – the Bay
Essa é uma das coroas do disco The English Riviera. Chega a ser difícil a resumir os acertos desse hit. Seriam os batimentos bem marcados ou o baixo que te abraça e chama para dançar? Tanto faz, mas para ficar parado ouvindo The Bay, só mesmo um corpo desalmado.

Está aí todo o pontencial, todo energia e talento do Metronomy embebidos no verão e fazendo coros por cada pista indie que passava. O cuidado especial com timbres e melodias fazem a banda merecer um lugar especial nos nossos ouvidos.
MetronomyThe Bay

(Raphael Bispo)

14-Kanye West & Jay-Z – Otis
Quando Jay-Z e Kanye West resolveram montar um projeto conjunto, a única certeza era de que dificilmente daria errado. E isso fica claro por todo The Throne, mas a parceria se destaca ainda mais na canção Otis, quando a dupla inclui o sampler da canção Try a Little Tenderness do soul man Otis Redding.

A canção começa com Redding cantando numa batida calma, que vai crescendo à medida que Jay-Z começa a despejar todo o estilo que ele ajudou a construir no rap, e quando o inconsequente Kanye West profere suas primeiras palavras, já esta tudo no seu devido lugar, e cabe a ele apenas deixar claro o que essa dupla é capaz de fazer.
Kanye West & Jay-ZOtis

(Nacim Elias)

13-Beyoncé – Love on Top
Bring the beat in!” Essa é a ordem. Já ouviu falar de groove, está aí uma pitada do poder dele, de te até os mais tímidos dançarem sem mesmo saber porque. A letra não passa de uma declaração de amor rasgada, nada que incomode tanto alguém que goste de soul e pop, que provavelmente acham a música incansável.

Nos arranjos (e comprovado nos vídeos), toda a influência de New Edition, The Jackson Five e The Temptations sobre a jovem diva. Love On Top pinta o retrato que Beyoncé quer para ela, não só uma estrela do pop cercada de tecnologia e futurismo, mas uma artista que ainda sabe o que faz com a própria música e ainda dá uma aula vocal para toda a sua geração. Tragam um troféu também.

BeyoncéLove on top

(Raphael Bispo)

12-M83 – Midnight City
Anthony Gonzalez não cria expectativas em vão. O épico Hurry up, We’re Dreaming tem nos compactos quatro minutos de Midnight City sua faixa mais poderosa que triunfa em pura emoção pop. Versos, refrão e pontes instrumentais estão aqui milimetricamente colocadas mostrando a maturidade de composição a que o compositor francês chegou.

Carregada de urgência nos vocais e com alta carga de synth pop, esta ode à cidade lançada pelo M83 só consegue ficar mais bela com o solo de saxofone que a coroa ao final. Midnight City reverbera influências do passado, mas está decidida a construir com seu riff memorável um novo conceito para a canção no século XXI.

M83Midnight City

(Vinícius Cunha)

11-Fleet Foxes – Helplessness Blues
Se o movimento do new-folk estava em busca de um hino, um manifesto, coube à Robin Pecknold e seu grupo de talentosos amigos barbudos a confecção desta obra. Essa é Helplessness Blues, faixa título do grande álbum lançado em 2011 pelo Fleet Foxes e símbolo para toda obra da banda e até mesmo para todo uma recente produção musical de altíssima qualidade que busca a simplicidade campestre e olha com reverência para artistas como Bob Dylan, Crosby, Stills and Nash, Simon & Garfunkel entre outros.

Em suas divagações existenciais, Pecknold busca uma inserção em algo maior, uma missão, ser uma “engrenagem em uma grande máquina, servindo algo mais amplo que si”, apenas para que no final, com os harmoniosos coros do Fleet Foxes se unindo, percebamos que o pomar do grupo já existe, e o trabalho recente gerou belas colheitas.

Fleet FoxesHelplessness Blues

(Ana Clara Matta)

10-The Strokes – Under Cover of Darkness
Nós estávamos precisando de uma nova Last Nite. Mesmo entregando Angles, um álbum que divide opiniões entre seu público, o Strokes não decepcionou nesse quesito. Under Cover of Darkness, suas guitarras e seu coro contagiante, definitivamente, é a Last Nite de 2011, dez anos depois. Uma previsão do próprio Julian nos versos da mesma, aliás, quando diz que “everybody’s singing the same old song for ten years”.

Não só Last Nite, Under Cover of Darkness supre a sede do Strokes hitmaker que é possível testar e comprovar em uma apresentação da banda, mesmo que no começo ela tenha assustado um pouco seu eleitorado – Julian estava cantando em um tom mais alto, não estava?. E daí? Under Cover of Darkness embalou festas, alimentou histórias e, até mesmo, pinçou novos velhos fãs.

Under Cover of Darkness marca também o fim da fase jovial dos novaiorquinos. É a música de transição de Angles, que mostra que aqueles rapazes de Is This It já tratam de temáticas mais sinceras, concisas e maduras em suas canções, mas que ainda guardam uma saudade irresistível do passado. E se eles têm, nós temos também.

The StrokesUnder Cover of Darkness

(Izadora Pimenta)

9-Thurston Moore – Benediction
Tudo indicava que 2011 seria um ano excelente para os fãs de Sonic Youth. Um novo capítulo da série SYR chegou no início do ano. Show confirmado no território brasileiro. Disco de Thurston Moore com produção assinada por Beck. Mas poucos sabiam, no dia em que Benediction foi liberada para os ouvidos ansiosos da web, qual seria o desfecho de 2011. Com o divórcio de Thurston e Kim e o “possível fim” da banda, anunciado por Lee Ranaldo, a já melancólica Benediction se tornou ainda mais marcante.

Se Demolished Thoughts é o Sea Change de Thurston Moore, Benediction é sua Lost Cause. Com a ajuda do violino de Samara Lubelski, o frontman do Sonic Youth fez uma das mais belas baladas de 2011, e um réquiem para um fim de um relacionamento, ou, infelizmente, para um fim de uma das maiores bandas da história recente.

Thurston MooreBenediction

(Ana Clara Matta)

8-The Vaccines – All in White
O álbum de estreia What Did You Expect From The Vaccines?, dos ingleses do The Vaccines, apresentou ao mundo um rock simples, cru e contagiante. As 11 faixas do disco são do tipo que grudam – mesmo! E, mais especificamente no caso de All In White, é provável que você saia cantarolando a música tendo ouvido pouquíssimas vezes.

Essa, que é uma das melhores do disco, apresentou também um clipe intrigante com cenas de levitação, referências religiosas e até um cavalo. All In White é uma bela música, com uma letra repleta de indagações. E é a representação do que houve de melhor no cenário indie internacional em 2011. Feita com melodia triste, mas ainda dançante, resume o efeito arrebatador que a banda causou com o lançamento do disco.

The VaccinesAll in white

(Priscila Maboni)

7-Wilco – Art of Almost
O primeiro contato que tivemos com Art of Almost foi no pequeno trailer Almost, parte da divulgação de The Whole Love, oitavo álbum do Wilco. A faixa precisou, ali mesmo, de pouco mais de um minuto para conquistar fãs, curiosos e qualquer um que aprecie o som da boa e velha guitarra, como sempre tratada com perfeição pelas mãos de Nels Cline.

Após um belo tempo com o pequeno vídeo de Almost no repeat, eis que The Whole Love ganhou o mundo através do site oficial do Wilco. Abrindo o álbum? 7 minutos de um tipo de canção que, mesmo com influências Radioheadianas, apenas o Wilco sabe fazer: a canção longa, paciente, e que lota seus fones de ouvido com a precisão técnica de toda uma banda. Ao final do espetáculo de som e fúria de Nels Cline, o Wilco havia provado que seu lugar no hall das grandes bandas da atualidade continua ocupado, e que a música ainda é capaz de hipnotizar até os ouvintes mais experientes.

WilcoArt of Almost

(Ana Clara Matta)

6-Yuck – Get Away
O Yuck conquistou os fãs emulando o som indie dos anos 90. Cheio de referências de bandas como Dinosaur Jr., Sonic Youth, Pavement, entre tantas outras que devem fazer parte da discografia obrigatória de qualquer amante de música, o grupo estreante não vive só de nostalgia e pode ser que ofereça a abertura necessária aos ouvidos jovens os primeiros contatos com esses clássicos. Sua música recria não só o som, mas também o espirito passado por aqueles que eram alternativos há vinte anos.

Get Away abre o disco auto-intitulado com o som das guitarras e mostra que a banda não está brincando. Barulho, lo-fi, riffs contagiantes, shoegaze excelente, uma melodia irresistível e boas letras, o Yuck já estabelece seu primeiro contato com o ouvinte mostrando que fez um dos melhores hits grudentos do ano. Por todos esses motivos, a banda aparece por aí em várias listas como uma das melhores estréias de 2011.
YuckGet Away

(Marina Bastos)

5-Foo Fighters – Walk
O Foo Fighters aprendeu a caminhar de novo, e lançou em 2011 seu melhor álbum desde o par The Colour and The Shape e There’s Nothing Left to Lose. Wasting Light não apostou na avareza quando se trata de verdadeiros hinos do pop-rock, mas no meio de tantas pérolas garageiras, uma se destaca: Walk.

Walk começa quieta, quase uma power ballad. Mas a sua letra já indica que possui dentro de si “a whisper to a riot“. E assim Walk vai crescendo, do seu refrão, que mostra o Foo Fighters em seu melhor elemento, até o final catártico. Uma faixa capaz de comandar estádios, capaz de dominar multidões, capaz de fazer a terra tremer. E com a escala Richter, não se discute.
Foo FightersWalk

(Ana Clara Matta)

4-Bon Iver – Holocene
As letras de Justin Vernon não facilitam a missão daqueles que desejam analisar e compreender cada verso do Bon Iver. Mas o exercício intrigante de dissecar uma faixa do talentoso músico folk se torna desnecessário no grande destaque de seu segundo álbum auto-entitulado. Da sua crescente paisagem sonora até o mantra marcante “At once I knew I was not magnificent…“, tudo em Holocene convida a algo que vai além da mera compreensão: Holocene convida a sentir.

A faixa, que assim como restante do álbum Bon Iver, flerta com o folk e o soft-rock, faz o melhor uso possível da nova formação do Bon Iver, mais ampla e multi-instrumental. Justin Vernon abandonou o conforto e a reclusão de seu chalé e contemplou o universo. O resultado pode até não te fazer entender o sentido da vida, do universo e tudo o mais, mas é a melhor trilha para as meditações mais profundas que o ano de 2011 proporcionou.
Bon IverHolocene

(Ana Clara Matta)

3-Adele – Someone Like You
Quem nunca sentiu as mesmas agonias que Adele? A musa torta de 2011 destila uma cartilha das mais dolorosas canções de amor em 21, seu segundo álbum, mas é em Someone Like You que ela faz seu pop mais dilacerante, intenso, mas, sobretudo, otimista.

Someone Like You é radiofônica. Se antes Adele era uma prelazia dos alternativos, sua voz conquistou cada vez mais espaço e agora – não se assuste – ela embala o casal da novela das oito. Mas isso só prova que ela chegou lá. Chegou lá contando que “às vezes o amor dura, mas às vezes ele machuca”, uma verdade universal tão simples e óbvia que, dessa maneira, acaba dialogando com todos. Portanto, música popular desde sua raiz, mas sem favorecer um ou outro lado da moeda.

Não há vergonha em sofrer. E o tempo voa.
AdeleSomeone Like You

(Izadora Pimenta)

2-Foster The People – Pumped Up Kicks

Mark Foster disponibilizou Pumped Up Kicks de graça para download no site do então completamente desconhecido Foster The People. A música então começou a ganhar bastante atenção, até se tornar um sucesso viral, e acabou fazendo que a banda, com essa única gravação, assinasse o contrato com a Columbia. A verdade é que a música é de julho de 2010, mas só saiu da internet para as rádios em janeiro de 2011, com o lançamento do EP auto-intitulado.

Pumped Up Kicks não só tornou o Foster The People em um sucesso mundial, mas provou que novamente o poder da internet como meio de divulgação. Diversas bandas indies já faziam isso há muitos anos, mas é raro um artista alternativo conseguir tanto, em tão pouco tempo, quanto o Foster: o hit chegou em número 1 na Bilboard de músicas alternativas, e em terceiro no Hot 100, além de ter sido o pontapé para o debut virar disco de ouro em três países, ah, e ainda teve as indicações para o Grammy. E por isso, Pumped Up Kicks, além de ser excelente, merece atenção.

Foster The PeoplePumped Up Kicks

(Marina Bastos)

1-The Black Keys – Lonely Boy
Faça um experimento. Primeiro passo: aperte o pequeno triângulo cinzento do player abaixo. Segundo passo: sente-se de maneira confortável. Terceiro passo: tente ficar completamente imóvel durante toda a duração de Lonely Boy, carro chefe do brilhante novo álbum do duo The Black Keys.

Os primeiros efeitos desse experimento são imediatos. Inquietude, agitação. Os pés começam um movimento involuntário. A cabeça acompanha. Ao final, todo o seu esforço para permanecer impassível foi em vão, e você entende perfeitamente que o clipe simples desse pedaço de blues-rock irresistível tem a sua razão de ser: a reação de seu personagem principal ao ouvir Lonely Boy é exatamente a reação de qualquer ouvinte, dançar da melhor maneira que a coordenação motora permitir.

The Black KeysLonely Boy

(Ana Clara Matta)

Sobre Ana Clara Matta

Uma soma de todas as músicas que já escutei e todos os filmes aos quais assisti. / @_ana_c

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3 Comentários

Existem atualmente 3 Comentários no As 20 melhores músicas internacionais de 2011. Deixe seu comentário

  1. Como não há nada do Ceremonials de Florence + The Machine, achava que iria ver No Light, No Light na lista, e talvez Bad as Me do Tom Waits (música e título do novo álbum dele, lançado após sete anos sem um disco de inéditas, tendo a façanha de fazer uma obra-prima após 40 anos de carreira e mais de 30 discos, alguns históricos) mas me enganei. Adorei ver Adele, Foster The People, Bon Iver na lista, ótimo!

  2. Na minha opinião faltou “Open Arms” do Elbow. É uma música maravilhosa!

  3. Só pra avisar que os áudios do youtube estão errados, deêm uma conferida em todos aí galera! Abraços

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