
Ao longo de todo o ano de 2011, muitos títulos passaram por nosso crivo, e mostraram que a música nacional se encontra em um momento bastante fértil. Tanto que não foi tão fácil quanto se pensa chegar a uma lista de dez nomes que se destacaram em meio a tanta gente.
Nós temos músicas para todos os gostos sendo produzidas por aqui. Desde as guitarras mais furiosas aos sambinhas tortos, das composições em inglês às verborragias conscientes em português, de quem pensa como banda e de quem pensa enquanto artista, o leque é bastante amplo.
Depois de uma intensa votação, o Rock ‘n’ Beats apresenta, logo abaixo, os dez melhores álbuns nacionais de 2011. Ouça ou ouça de novo, e saiba o porquê de cada uma de nossas escolhas.
10 – Driving Music – Comic Sans

Compor em inglês, muitas vezes, não é somente uma válvula de escape (sabe-se que não é lá tão fácil assim combinar as palavras harmoniosamente em nossa língua materna), mas sim uma maneira de expressar uma proposta musical que passeia pela cabeça do artista. Esta última sentença define muito bem o trabalho feito pelo carioca Fábio Andrade, o nome por detrás do Driving Music, em seu álbum de estreia Comic Sans.
Andrade recria em seu apartamento do Rio de Janeiro um mundo de sons que bebem diretamente de Yankee Hotel Foxtrot, o icônico álbum do Wilco, trabalhados junto à composições bastante ricas, mas que dão ao álbum uma pinta de gringo inegável, uma tendência que ele já carrega desde os tempos da sua ex-banda, a Invisibles.
Mas a música quebra barreiras, e Comic Sans carrega o melhor disso: não importa se é aqui ou em uma movimentada Nova York, a temática se encaixa em qualquer lugar, a qualquer momento. (Izadora Pimenta)
Driving Music – Afterglow
9 – Lenine – Chão

Em um ano no qual nomes consagrados da MPB como Chico Buarque lançaram novos trabalhos, Lenine apostou na musicalidade cotidiana, que geralmente nos passa despercebida, mas que em Chão ganha ares de instrumentalidade requintada.
No compacto Chão de Lenine não há espaço para bateria, mas guitarras, baixo e violão estão sempre ali, ora mais pesados e soturnos como em Seres Estranhos, ora acústicos como em Amor É Pra Quem Ama. Na atmosfera particular do pernambucano, a respiração próxima ao microfone, o apito da chaleira com água fervendo, o canto do pássaro na gaiola ou as cigarras na árvore mais próxima se tornam elementos de percussão que carregam o álbum de simplicidade e experimentalismo.
Tudo em Chão é muito bem pensado e detalhadamente inserido, como a serra elétrica que derruba a árvore em Envergo Mas Não Quebro. O resultado é um álbum vivo, que mexe com a imaginação e as recordações pessoais de cada um. A grande sacada desse trabalho é que a particularidade de Lenine se estende de tal forma que se mistura à individualidade de cada ouvinte.
Se Lenine acha que “qualquer amor já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura”, ouvir Chão em 2011 é que foi um descanso para almas atormentadas em um ano de tantos sucessos vazios na música brasileira. (Soraia Alves)
Lenine – Amor é Pra Quem Ama
8 – Mallu Magalhães – Pitanga

Mallu Magalhães cresceu. Não só fisicamente, mas também, musicalmente. Pitanga mostra uma maturidade nas composições que vão além das besteirinhas para serem cantaroladas ao som de um violão – Mallu não é mais uma garota tímida, e agora consegue colocar em palavras, em bom e velho português (o inglês, que ainda aparece, é só o último conforto da fase antiga), tudo aquilo que está sentindo.
Pitanga é um álbum de uma pessoa que está preocupada com o amor, mas sabe que ele estará lá esperando por ela ao final do dia. Um casamento perfeito e bastante nítido com Toque Dela, de Marcelo Camelo, que, aliás, agora é marido da cantora e assina a produção do álbum. Juntos, eles exploram o potencial de Mallu e destacam seu talento já visto lá aos 15 anos de idade da mesma, mas a insegurança que antigamente a travava e transformava algumas de suas canções em motivo de chacota se esvaiu.
Sobra para Pitanga uma Mallu mulher que, com uma voz mais solta, decide, de uma vez por todas, afirmar seu nome enquanto intérprete e compositora. E é na coragem de versos sinceros como “eu tenho um coração vulcânico/e sempre acabo errada” (Cena) e “quero virar sua pele/quero fazer uma capa/quero tirar sua roupa” (Sambinha Bom) que ela consegue, e nos deixa esperando por seus próximos passos. (Izadora Pimenta)
Mallu Magalhães – Cena
7 – Pélico – Que Isso Fique Entre Nós

Pélico pode ganhar o prêmio desabafo do ano. Para conseguir seguir em frente depois de ser expulso da sua própria casa, no melhor estilo chegar da rua e ver suas coisas na porta, foi preciso por o sentimento para fora.
Resultado: um pedido de resposta em 16 cartas-desabafo, que podia ficar apenas entre os amantes envolvidos, mas tivemos sorte – por tratar de um tema universal. Falando assim, é capaz que você ache que esse é o novo disco do Reginaldo Rossi ou Odair José (teria potencial), mas todo o teor popular e brega flerta com o indie pop, apostando muitas vezes no tom mais “intimista”, ledo engano do Pélico: coração, uma vez aberto, sempre escancarado. Não há mais nada a se fazer. (Raphael Bispo)
Pélico – Não Vou Te Deixar, Por Enquanto
6 – Transmissor – Nacional

O tempo fez bem à Transmissor. Nacional, seu segundo álbum, chegou sem qualquer pretensão e comendo pelas beiradas como boa mineira que é, a banda entrega um dos melhores discos nacionais do ano. O delicado registro apresenta uma unidade invejável desde a faixa de abertura, Sempre, até a última, Hoje, e que mantém independente do material anterior, o elogiado Sociedade do Crivo Mútuo.
Rebento da união entre o Clube da Esquina e folk dos anos 70, a Transmissor já caminha pelas próprias pernas e exibe nestas 11 faixas um retrato sobre as despedidas e saudades que os relacionamentos, que por mais belos que sejam, cobram alto preço para o coração. Se Jennifer Souza é responsável pela vertente lírica mais soturna, que tem seu destaque em Bonina, Thiago Correa traz canções mais leves como Traz o Sol Pro Meu lado da Rua, em que divide a autoria com Vander Lee. (Vinícius Cunha)
Transmissor – Bonina
5 – Chico Buarque – Chico

Em Chico, meia hora de música é o bastante para Chico Buarque soar como genial e provar que ele continua passeando com elegância por versos que, agora, expressam solidão, conflito de idade, memória e sua própria música.
Chico é obra mais interessante desde Paratodos, de 1993. Um capítulo íntimo na discografia que se confunde com a História do Brasil e que no estilo mantém uma deliciosa sonoridade acústica, com canções em forma de toada, baião, valsa, samba e marcha.
No Querido Diário do ilustre carioca há espaço para “amar uma mulher sem orifício” e alimentar a relação virtual com sua musa de Moscou. Páginas de romances variados que sabe dividir a morena em Sou Eu por saber que ninguém mais do que ele “quem manda no samba” do seu coração. Cheio de si, sabe como pouco interpretar a figura do malandro.
Se não é inovador, Chico tem a resposta no eu-lírico de Sou Eu, que observa seu público flanando com outros pares, mas que no final das contas sabe a quem ser manter fiel. (Vinícius Cunha)
Chico Buarque – Querido Diário
4 – Marcelo Camelo – Toque Dela

Marcelo Camelo resolveu trocar, por um tempo, o Rio de Janeiro por São Paulo. Em São Paulo, ele conheceu mais pessoas, viveu coisas novas, passou a sacar o jeito de viver do paulistano e contrastou com o carioca. Além disso, Camelo agora tem uma esposa, a mesma Mallu Magalhães que dividia vocais com ele lá em Janta, de seu primeiro álbum, Sou. Toque Dela é um álbum que reflete todas essas mudanças, e mostra o cantor bem mais maduro e bastante seguro de sua carreira solo.
Toque Dela é extremamente apaixonado. É, acima de tudo, um álbum de entrega – esta refletida claramente nas canções. Camelo apresenta composições comprometidas com um amor consumado, próximo, nada platônico, mas que precisa ser alimentado a todo o momento. Ao invés das costumeiras dores de amor, ele mostra para nós apenas como lidar com ele.
O álbum, produzido pelo próprio Camelo e com várias participações especiais, como Kassin, Marcelo Jeneci e Mallu, é bastante plano, o que ajuda as canções a fluirem com naturalidade e se encaixarem umas as outras. Destaque para Vermelho (eleita uma das nossas melhores músicas nacionais de 2011), Acostumar, Meu Amor É Teu e a convidativa Ô ô.
Mas Camelo já deixou claro que o tal Toque Dela é aberto a interpretações. Qual é a sua? (Izadora Pimenta)
Marcelo Camelo – Vermelho
3 – Quarto Negro – Desconocidos

É difícil viver de música no Brasil. No meio independente, as situação se agrava pela restrição de público, de locais para se apresentar, cachês baixos, entre inúmeros outros problemas que muita gente conhece. E tão difícil quanto é viver de música é ver bandas que assumem os riscos e se jogam de cabeça em seus projetos musicais, cuidando com carinho de sua obra.
A Quarto Negro é um desses pontos fora da curva. Desde sua formação, até o lançamento do disco, a banda dedicou cada centavo e cada joule ao projeto.
Para produzir um material de qualidade, foi à Barcelona, fez intercâmbio cultural e fechou parceria com distribuidora de lá. Contrataram produtor, assessoria e até mesmo agência de mídias sociais para garantir que seu trabalho seria exposto da maneira mais adequada possível. Quantas bandas novas fazem isso hoje em dia por aqui?
Esse cuidado, claro, também pode ser percebido facilmente à primeira ouvida do álbum, seja nos arranjos delicados que adicionam cordas e metais que não são usadas ao vivo, nas influências de Jazz, do blues, do flamenco (para citar algumas), ou nas letras, que trazem influências que vão de Hemingway a Vinicius de Moraes, compostas com cuidado e com a bagagem de quem já tocou com Jair Naves (o vocalista Eduardo Praça era guitarrista da Ludovic).
Desconocidos é um disco sem excessos, 11 faixas compostas e lapidadas com maestria. Mas, acima de um ótimo álbum, é um exemplo de que vale à pena, sim, investir em música quando ela é bem feita. (Breno Oliveira)
Quarto Negro – Vesânia II (Delírio Mútuo)
2 – Criolo – Nó Na Orelha
A par de todas as polêmicas e respondendo a todas elas em tom messiânico, Criolo foi, sim, o grande artista do ano. Mas todo esse falatório começou antes com música, num discurso de 11 faixas.
Nó Na Orelha fez o rap ganhar novas regalias. Não só o destaque que merece, mas ganhou novas bocas e ouvidos. De cara, no seu lançamento, largou a rua e aconchegou-se no teatro. Por mérito ou modismo, Criolo é cantado por quem inicialmente seria seu alvo – uma classe intelectual que mal degusta as aparições de Di Cavalcanti, Oiticica e Frida Kahlo, até que descobrem que são a classe “acostumada com Sucrilhos no prato” que Criolo quer nocautear com habilidade de Muhammad Ali.
Por tanto se discutir o rap nacional pós-Nó Na Orelha, é bom lembrar que esse não é um disco purista e que, repetidas vezes, Criolo passa longe flow e aposta em melodias que construíu há uma década. Sabendo onde sua voz pode chegar, colocaram Caetano Veloso para cantar seu hit.
A construção de Ganjaman e Cabral engrandeceram as ideias antigas de Kleber Gomes, o cara que é “branco demais para ser crioulo” e “preto demais até para trabalhar no banco”. Da mesma forma que não fez da cor veredito, Criolo não faz do rap prisão.
Ritmos latinos e tribais estão nos mesmos tons do jazz, do brega (o gênero) em sarcasmo vestido de romance, do samba que vira dub. Sendo, então, aceitável a interpretação em que Nó Na Orelha seja referencia a confusão que ouvintes podem inventar, ou à premeditação de toda a polêmica que o álbum geraria nos fazendo ouvir o nome Criolo muitas vezes em 2011.
Na verdade, o nó na orelha é o movimento de castigo de infância e alerta que fez Criolo assumir a sua responsabilidade como dizem as últimas linhas deste discurso: “quem tá na linha de frente não pode amarelar o sorriso inocente das crianças de lá”. (Raphael Bispo)
Criolo – Não Existe Amor em SP
1 – Cícero – Canções de Apartamento
Canções de Apartamento não é só um álbum lançado por um cara chamado Cícero. É um álbum, do primeiro ao último verso, sobre um cara chamado Cícero.
Formado em Direito sem vontade alguma de exercer a profissão, sem banda (antes Cícero era integrante da extinta Alice), recém-mudado para um apartamento de 25m² no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro, longe da casa dos pais, e uma vontade de continuar fazendo música. A solidão foi o suficiente para que Cícero resgatasse suas lembranças, reflexões e ideias sobre a vida e transformasse isso em canções – gravadas dentro do próprio apartamento.
O resultado sincero é encontrado em Canções de Apartamento, um álbum bastante traiçoeiro. Tempo de Pipa, a faixa de abertura, é um convite aberto e irresistível, formando um belo par com a seguinte, Vagalumes Cegos. Mas o que pode parecer impercepítvel de primeira fica bastante claro depois: elas já estão nos levando para o mundo de Cícero, e essa viagem não vai ser tão simples assim.
O mundo de Cícero, no caso, não é só aquele espacinho em Botafogo, mas também é uma mente cheia de percepções, e detalhes de ambas as coisas estão estão escondidos ao longo das canções. Durante o álbum, é possível encontrar muito do que a gente conhece. Estão lá, para citar os mais perceptíveis, Caetano Veloso, Radiohead, Beatles e Tom Jobim – além das letras, os acordes também revelam muito do que Cícero quer contar, externalizar, seja de que forma for.
Com a exposição, o apartamento não está mais tão vazio. Quem ouve o álbum entra, senta, toma um café e compreende que Canções de Apartamento não é apenas um emaranhado de músicas bonitas, é uma confissão bastante conformista, com início, meio e fim meio atravessados, sujeita a causar um baque – mas um baque esperançoso – em quem absorve minuciosamente o que está sendo passado.
Não há um trabalho que dialogue tanto com o ano de 2011 quanto Canções de Apartamento. A internet é a forma mais rápida de se conectar com o mundo, não é mesmo? Pois bem: a divulgação do álbum foi feita através de streaming no Facebook e download em um hotsite. Cícero é da turma bastante consciente dos artistas que acreditam mesmo é em seus shows – e sua turnê já vem lotando casas fora do Rio de Janeiro. Sua fanpage, fruto de uma divulgação inicial um tanto quanto tímida, beira o significativo número de 4 mil fãs.
A partir de suas influências, Cícero também acabou reinventando o plano cenário da tão falada MPB indie – ou melhor, ele foge desse rótulo, construindo, com toda a sua bagagem, um som marcante, único, seu. Ele fez a lição de casa com bastante maestria, e, soando instigantemente verdadeiro, se mostra em seu voo solo bastante preparado para acrescentar um capítulo na história da música brasileira.
Música de verdade é entrega. Cícero nos dá o endereço. É só bater à porta. (Izadora Pimenta)
Cícero – Ensaio Sobre Ela

















dezembro 16, 2011 às 13:48
só indie. Porque não aceita meu comentáro?
dezembro 16, 2011 às 15:01
chico buarque muito indie ele nossa
dezembro 28, 2011 às 09:33
Luca. O cd do Chico foi um exceção. Essas bandas novas do Brasil estão com os dias contados. Móveis Coloniais de Acaju, Marcelo Camelo , Mallu Magalhães;. todos eles acham que são gênios, mas não são. Tem apenas um gueto que gosta, o underground. As músicas deles são simples e letras cheias de prosódia. ão estou desmerecendo o talento e a vitória de eles terem chegado ao “estrelato”, só digo que nessa última década não teve nenhuma banda de rock verdadeiro com atitude como os Raimundos tiveram no fim dos anos 90. Já fui em festivais indie como o Jambolada, em Uberlândia MG e certifiquei que não a nada demais ali. Todas essas bandas foram contaminadas pelo Strokes, jeito de cantar com a voz de bêbado e batidas diretas na guitarra. Essa fórmula tem fim.
dezembro 28, 2011 às 09:39
Curioso é que nenhuma das bandas que vc citou usa a “fórmula” dos Strokes. Menos ainda as que figuram nessa lista.
dezembro 16, 2011 às 15:44
Muito massa!!
dezembro 17, 2011 às 10:37
Interessante a lista. Dentre esses citados, acho interessante o um destaque ao Chico, de volta com a genialidade de uma composição sutil, trespassada a cada verso pelo cotidiano. Crônicas em forma de músicas ou ou contrário.
Entretanto, acho que faltou nessa lista o álbum Horizonte Vertical, do Lô Borges, um dos grandes nomes e melhores compositores e letristas da música Brasileira. Acredito que este álbum merecia um destaque dentre esses citados.
fevereiro 29, 2012 às 21:07
Bravo!!!
dezembro 18, 2011 às 11:18
[...] Rock’n'Beats mentioned the album as one of the 10 best brazilian releases of 2011. Check out the entire list. The same Rock’n'Beats had also included Comic Sans in a list of the 5 best brazilian debuts [...]
janeiro 10, 2012 às 00:18
[...] lugares nas listas de Melhores de 2011 do Rock ‘n’ Beats: melhor estreia nacional, melhor álbum nacional e melhor música nacional (Tempo de Pipa). Ele também assina a famosa versão de Barely Legal [...]
janeiro 12, 2012 às 22:30
Cara, não conhecer o Marcelo Camelo é brincadeira… em que planeta você vive? Merecido Transmissor está na lista, só faltou Vivendo do ócio …
janeiro 19, 2012 às 11:39
[...] em algumas rádios e o disco entrou em diversas listas de melhores de 2011, da MTV a blogues como Rock N Beats, Miojo Indie, Rock In Press e Trabalho Sujo [N.E. e também na daqui do URBe], quase sempre no [...]
janeiro 30, 2012 às 23:38
[...] • Na Mira do Groove • O Globo • O Inimigo • Pergunte ao Pop • RockinPress • RocknBeats • Rolling Stone Brasil • Scream & Yell • + Soma • Terence Machado • Trama [...]
fevereiro 28, 2012 às 19:57
[...] Para esta apresentação, a abertura do show fica por conta de outro carioca: Cícero, que também no ano passado lançou seu álbum Canções de Apartamento e figura ao lado de Camelo na nossa lista de melhores de 2011. [...]
fevereiro 29, 2012 às 21:05
Fraquinho mesmo!!!
O melhor album do ano ja esta comprovado que é o da Adriana Calcanhoto – O Microbio do Samba!!!
Sem contar no Alma Lirica Brasileira da Monica Salmaso.
Mas acho que foi boa a lista, ja que o cenario da musica esta tão diversificada!!!
março 16, 2012 às 11:54
[...] 2011, Pélico não figurou apenas a lista de Melhores Discos Nacionais aqui do Rock’ n’ Beats. Ele esteve presente em todas as grandes listas do ano, incluindo [...]
maio 4, 2012 às 00:29
[...] • Na Mira do Groove • O Globo • O Inimigo • Pergunte ao Pop • RockinPress • RocknBeats • Rolling Stone Brasil • Scream & Yell • + Soma • Terence Machado • Trama [...]
maio 4, 2012 às 01:04
[...] maio, 2012 – Nenhum Comentário Depois de lançar o álbum Canções de Apartamento em 2011, escolhido pelo Rock ‘n’ Beats como o melhor do ano em questão, Cícero deve focar mais em seus videoclipes neste ano. As gravações de Ponto Cego já foram [...]
março 27, 2013 às 15:34
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