vBulletin stats
“I need a Kamera”: Yankee Hotel Foxtrot ganha série de clipes em homenagem aos seus 10 anos | Rock 'n' Beats

“I need a Kamera”: Yankee Hotel Foxtrot ganha série de clipes em homenagem aos seus 10 anos

Postado por Rock 'n' Beats. Posted in Destaque, Especiais, Internacional, Nacionais

Tags: , , , , , , , , , , , , , , ,

Publicado em 23 abril, 2012 - 3 Comentários

Arte: Rodrigo Lourenti

Quando um artista lança um álbum, ele o joga no mundo. Lança, junto com um CD, dentro da mesma embalagem, sob a imagem da mesma capa, vários de seus pensamentos mais pessoais, traços de seu subconsciente, partes de sua essência. Como resposta, o mundo lança de volta para o artista sua compreensão e inúmeras interpretações. Um disco mais simples pode gerar imagens simples e previsíveis na mente do ouvinte, baseadas na literalidade das letras. Mas são os discos complexos que realmente fascinam: pequenos ruídos que puxam finos traços da memória do apreciador, remetendo a viagens de carro, lugares específicos, infâncias, relacionamentos… letras que quando combinadas com a subjetividade e a bagagem cultural do ouvinte, formada por outras obras, filmes, discos, fotos geram um verdadeiro universo de interpretações, inesperadas, surpreendentes.

Há dez anos, o Wilco lançava Yankee Hotel Foxtrot ao mundo. Dez anos depois, devolvemos para o sexteto norte-americano tudo aquilo que essa obra, complexa, intrigante, despertou em nós. De apaches até Bob Dylan, de passeios pelo Rio até passeios pelo EUA, 11 artistas, vindos de diferentes áreas da cena cultural brasileira (produtores, bandas, diretores, sites), adicionaram, a convite do Rock ‘n’ Beats, suas visões para as composições conflituosas e sutis de Jeff Tweedy. Artistas, sim, mas também fãs, mostrando sua admiração por esse que é um dos mais influentes álbuns dos últimos tempos. Vídeos bem inspirados foram produzidos… mas o objetivo aqui é inspirar também a cada fã que construa sua própria narrativa, utilizando as palavras de Tweedy como espinha dorsal, a bateria de Glenn Kotche e o baixo de John Stiratt como pulso vital, os trabalhos de Jay Bennett e Leroy Bach como seus sensíveis nervos transmissores, e a tal câmera, tão necessária, como olho atento.

Ana Clara Matta – Editora do Rock’n'Beats

Texto de apresentação por Mariana Neri:

Yankee Hotel Foxtrot foi lançado em abril de 2002, mas para entender como um disco aparentemente amaldiçoado virou um dos melhores discos da década, é preciso saber o que aconteceu antes do seu lançamento: da gravação cercada de otimismo até a ruptura de contrato com o selo Reprise, a data de lançamento prevista pra um fatídico 11 de setembro de 2001, o streaming do disco antes de ser lançado (quando a internet era bem diferente do que é hoje) e a saída de Jay Bennett, integrante fundamental na elaboração do trabalho (tudo isso foi registrado por Sam Jones no documentário I Am Trying To Break Your Heart, imperdível).

Na realidade isso não mudou a essência do disco, ele já estava pronto. Toda a confusão serviu pra chamar a atenção das pessoas e transformar o álbum numa espécie de marco da indústria musical, mostrando que tinha algo de muito errado na relação das gravadoras com as bandas. Afinal, como um disco rejeitado por um selo acaba sendo lançado por outro do mesmo grupo? Sim, a Warner pagou duas vezes pelo disco que não gostou mas acabou gostando. E como explicar para as gravadoras que até hoje derrubam sites e processam usuários por pirataria quando, mesmo tendo disponibilizado o álbum em seu site oficial antes do lançamento, Yankee Hotel Foxtrot foi o mais vendido da discografia da banda? Errr…

E, claro, tem as músicas… porque no final são elas que transformam o disco na maior obra prima do Wilco.
O disco carrega a melancolia americana pós-atentado que ficou marcada como sentimento da década, mesmo tendo sido gravado antes da queda das torres. O medo, a indefinição e a saudade da inocência pré-terrorismo estão registrados, quase como uma previsão de Jeff Tweedy do que vinha pela frente. Até a capa do disco parece ser uma metáfora do atentado mostrando duas torres de Chicago, cidade natal da banda.

Pessoalmente acredito que o que faz com que o álbum conquiste as pessoas é que, além do sentimento geral, ele também traduz todos os nossos sentimentos da fase adulta inicial. A frustração como pessoa, com o mundo, com as escolhas e os relacionamentos, a saudade do que passou, dos colegas de faculdade, de quando a gente perdia noites bebendo, sem se preocupar com contas… Pra mim ele é a trilha sonora perfeita pra quando você se vê tendo que encarar o mundo sozinho, tendo apenas a voz melancólica de Tweedy, o folk-rock descontruído e uns barulhinhos esquisitos para te fazer companhia.

Claro que isso depende de cada um, então todo mundo cria uma história diferente para o álbum. Por isso, para comemorar os 10 anos de lançamento, o Rock’n'Beats reuniu 11 pessoas de diferentes ramos pra transformar em imagem a visão que elas tem de cada música de Yankee Hotel Foxtrot. Curiosamente é a primeira vez que o blog faz um projeto em vídeo e com uma banda que não está com show marcado no Brasil. Mas se você é fã da banda já deve ter se acostumado aos boatos, shows que quase rolaram mas a negociação não vingou, o que me levou a criar uma teoria de que ser fã do Wilco é como torcer pelo time lanterna do campeonato. Você sofre, se desespera, tenta diversas vezes, se irrita, torce loucamente, pensa “agora vai” em várias oportunidades mas nunca sai o gol… E logo, apesar de toda mágoa por mais um boato sem show marcado, você se vê diante do computador esperando começar o streaming de um show ou de um disco novo, mesmo que ele não seja tão bom quanto Yankee Hotel Foxtrot


Gustavo Martins (Ecos Falsos)I am trying to break your heart
“Um clipe de Gustavo Martins, Thaís Fonseca e Cora.
O roteiro do clipe é baseado em fatos reais. Principalmente no fato de que eu e minha mulher ganhamos uma cachorra faz pouco tempo – ficamos surpresos como ela se mexe no ritmo da música. Quem gosta de clipes que dialogam com a letra, como eu, vai se divertir (espero). Nenhum brinquedo foi ferido durante a gravação.”

TocavideosKamera
“Minha relação com o Wilco talvez não seja tão profunda quanto a de outros envolvidos no projeto. Na verdade, cheguei ao Yankee Hotel Foxtrot apenas ano passado, quando comprei o álbum numa loja aqui do Rio — a Tracks, das poucas que ainda sobrevivem. Claro que sempre ouvi falar muito bem de Jeff Tweedy e seus comparsas, mas, no mundo de hoje, tem muita coisa ficando pra ouvir depois. E isso é bom. Pois bem, depois de algumas execuções, embarquei no disco e Kamera logo se tornou uma das minhas favoritas, por isso ela foi o alvo na hora de escolher qual fazer para o I Need a Kamera. A ideia foi fazer algo como memórias e andanças. E isso bem em primeira pessoa. Mas o mais curioso é que a coisa dos prédios surgiu do nada, numa volta de viagem em que um céu azul roubava a tarde. Enquanto filmava me toquei da capa! E mais: quando cheguei em casa fui no encarte e vi que o disco ainda trazia outras referências do tipo, como o céu atrás dos nomes músicas e os prédios no encarte. O conceito visual para o vídeo já estava ali, pronto e eu nem tinha percebido.”

Daniel CorrêaRadio Cure
Radio Cure fala de paixão. Mas não por si só, fala de uma paixão com dor. Que consegue aceitar a razão, que consegue aceitar que não tem mais motivos. Nessa versão resolvemos fazer a paixão pura: buscando motivos para ficar em algo que não traz mais sorrisos, tentando trazer algo de bom que estava enterrado em coisas ruins, e das muitas vezes que tentamos mudar ainda para tentar manter o amor vivo. Conheci Wilco por Radio Cure e sempre foi minha favorita. O video foi gravado como performance, sem ensaios ou marcações, com leves indicações de sensações, sobre Mora na filosofia (Caetano), House of cards (Radiohead) e a propria Radio Cure. Foi inspirado em ‘Sagração da primavera’, ‘Lua Cheia’ e ‘Cafe Muller’, todos de Pina Bausch.”

André Felipe de MedeirosWar on War
“Enquanto eu pensava em maneiras de registrar War on War em vídeo, o verso ‘you have to learn how to die if you want to want to be alive’ me saltou à mente e me fez pensar na morte, seja de alguém, de um sentimento, um relacionamento, uma convicção, ou – como a música fala – de si mesmo (e de fato morremos um pouco sempre que perdemos uma dessas coisas). O que nos ensina não é a perda em si, mas o processo que vem a partir dela: o luto. Daí, resgatei uma antiga série de fotos que fiz há uns anos sobre o modelo Kübler-Ross (o dos cinco estágios do luto) e, com ajuda do amigo e ator Rômulo Mendes, transformamos o conceito em videoclipe. A ideia é que passamos pelos tais estágios constantemente, daí os ciclos acontecerem um atrás do outro, com pouco tempo nos intervalos para respirar fundo e, assim, comprovar que ainda estamos vivos de fato.”

A Banda mais Bonita da CidadeJesus Etc.

“Participar do ‘Um Teto Para Meu País’ é muito emocionante. Fica um choro entalado que não dá pra dizer se é de alegria ou de tristeza. Há uma empatia muito forte em todo mundo que está ali, seja morador ou voluntário… estão todos juntos naquele fim de semana, vivendo o mesmo desconforto. Em alguns momentos parece que você está naquelas dinâmicas de grupo, para testar confiança, aprender a trabalhar em equipe, sabe…? A diferença é que lá é a vida de verdade, é a casa de alguém que vai ser construída baseada no esforço e no trabalho em equipe.

O Rock ‘n’ Beats convidou a gente para participar dessa homenagem aos 10 anos do álbum Yankee Hotel Foxtrot da banda Wilco, onde cada participante deveria fazer um videoclipe de alguma música desse álbum. Nossos amigos Tiago e Natália Beckheuser há meses nos convidavam para participar de uma construção e dessa vez as agendas conciliaram e ia rolar. Já pretendíamos fazer um vídeo dessa experiência, então “cruzamos” as duas propostas e fizemos esse vídeoclipe.

Espero que o vídeo sirva para divulgar o projeto do Teto, que as pessoas consigam sentir um pouquinho do que se sente quando está lá. que mostre que quem tá ali construindo é gente como você. Vivendo uma experiência incrível e ainda fazendo o bem para pessoas do bem.

A casa que construímos é a casa da Dona Dorinha, uma senhora que está recomeçando a vida. Uma casa que é do tamanho do seu quarto mas que a Dona Dorinha chora quando entra e sente o chão firme. Ela tem uma família incrível, seu cunhado ajudou muito em momentos que a gente achava que não ia dar conta. Você tem que engolir seu orgulho, tudo o que você não fez pelos outros cai de volta nas suas costas quando você está lá. Você percebe que sempre foi muito mesquinho. Não são números nem fotos chocantes, é gente de verdade que vive ali. Gente inteligente, bonita, humilde, digna… a única diferença é que você tem muito dinheiro. E é toda a diferença.

Eles sabem disso, você também… e todo mundo se respeita, se vê como igual e se quer bem, de verdade. É chocante voltar pra “vida real” depois… dá a impressão que a vida, mesmo… acontece ali. Construindo.”


Thiago PiccoliAshes of American Flags

Ashes of American Flags tem um sentido especial pra mim, pois sempre me imaginei dirigindo estrada afora pelos Estados Unidos e colocando ela no repeat. Tem muito esse clima. E em 2011, eu e o Foppa, um dos meus melhores amigos e também fã do Wilco, fizemos o sonho virar realidade. Alugamos um carro e percorremos uns 4000km +- pelas estradas dos EUA seguindo a banda na turnê do Whole Love. Algumas imagens eu acabei usando do clipe de Art of Almost, pois nós aparecemos em algumas cenas até. Fora isso, é impossível descrever a sensação de ver 3 shows deles, na mesma semana e em teatros. É surreal.”

Move that JukeboxHeavy Metal Drummer
“Remetendo diretamente à letra de um dos clássicos do Wilco, o vídeo foi pensado como um exercício de nostalgia, daqueles que quarentões e cinquentões enfrentam numa sexta à noite sem expectativas, quando recorrem à prateleira de discos e a alguma caixa com lembranças de bons tempos de alguma década passada. Provavelmente, década de 70 ou 80, quando a escapatória da disco music eram via bandas de heavy/trash/hair metal. Com isso em mente – e com a pequena pérola pop que é Heavy Metal Drummer nos ouvidos – pensamos em um enquadramento decorado, dentro do qual cairiam vinis de bandas de rock pesado e alguns outros elementos ligados ao passado. Mas ao passado não só de quarentões nostálgicos, mas também da maioria dos moleques que já jogaram Super Nintendo, escutaram Iron Maiden escondidos da mãe e passaram madrugadas ligados na Band.”

Marcelo Perdido (Hidrocor)I’m the man who loves you
“Minha ideia para o vídeo foi simples, eu sempre escuto as pessoas falando que Wilco é trilha sonora da vida delas, e resolvi fazer um daqueles “clipes de tema de filme” que misturam a banda tocando com imagens do filme.. tipo o do Guns tocando a musica do Exterminador do Futuro. Escolhi um filme de Bang bang que gosto, pois acho bang bang a cara do Wilco. O filme escolhido foi APACHE BLOOD, um bang bang no qual o índio era o mocinho para variar!”

Quarto NegroPot Kettle Black
“Ouvi o disco com um certo delay, alguns anos apos o lançamento. Acho que isso acontece muito com os fãs de Wilco, uma vez que a banda não é tao fácil de digerir, ainda mais um disco como esse com um clima quase experimental. Então o projeto em si veio em boa hora, talvez o pessoal dessa geração tenha esse primeiro contato com uma grande banda. Pot Kettle Black, uma das minhas faixas preferidas, com os arranjos magistrais do finado Jay Bennett e um clima insuperável. “

Driving Music e Clarissa de OliveiraPoor Places
“Todo gesto maneirista digno do nome é essencialmente deformador. Não basta reapropriar uma imagem ou uma canção; é necessário reconfigurá-la, reformá-la, transformar seu sentido… se aproximar até abrir por completo os poros da imagem, até não haver mais distinção entre os grãos da película e o píxel do vídeo, o que é original e o que é reapropriado, mudar o quadro, a ordem, as conexões. Recriar o nosso mundo a partir do mundo dos outros. A relação direta e inevitável com o cânone é atravessada para se chegar a algo anterior, tentando alcançar as profundezas com a consciência aguda da impenetrabilidade da superfície. James Joyce escreveu ‘Ulysses’ baseado em Homero para acertar as contas com Shakespeare. O que fazemos aqui? Um vídeo – um aceno, uma homenagem, um agradecimento – para uma de nossas canções favoritas, justamente aquela que abriu o show do Wilco no Rio de Janeiro em 2005, e levou com ela uma série de portas que talvez sequer estivessem fechadas. “


Rock ‘n’ Beats (Christian Camilo)Reservations
“Eu e minha vira-lata, Edith Piaf, demos play na canção do Wilco para fazer um vídeo sem cortes.
Criação resultado de consequência e associação. Não sabiamos como o video seria como começamos. Não sabiamos nem mesmo como ia acabar.
Deixamos a música nos guiar.”

Assista à playlist completa, com todos os vídeos do projeto, no canal oficial do Rock ‘n’ Beats no YouTube.

Sobre Rock 'n' Beats

Veja outros artigos de Rock 'n' Beats

Comente usando o Facebook!

3 Comentários

Existem atualmente 3 Comentários no “I need a Kamera”: Yankee Hotel Foxtrot ganha série de clipes em homenagem aos seus 10 anos. Deixe seu comentário

  1. Tinha que rolar baixar um zip com todas as músicas :)

    • pra tu ter um zip com todas as musicas é só adquirir o disco Yankee Hotel Foxtrot já que são as musicas originais que estão nesses videos.

  2. [...] UPDATE: os demais videos já estão online neste link. [...]

  3. Excelente!! Parabéns pela iniciativa! Wilco é foda, não tem como ficar ruim!!

  4. [...] “Yankee Hotel Foxtrot foi lançado em abril de 2002, mas para entender como um disco aparentemente amaldiçoado virou um dos melhores discos da década, é preciso saber o que aconteceu antes do seu lançamento: da gravação cercada de otimismo até a ruptura de contrato com o selo Reprise, a data de lançamento prevista pra um fatídico 11 de setembro de 2001, o streaming do disco antes de ser lançado (quando a internet era bem diferente do que é hoje) e a saída de Jay Bennett, integrante fundamental na elaboração do trabalho(…)” (Clique aqui para ler na íntegra) [...]

  5. [...] Hotel Foxtrot”, clássico do Wilco, o Rock N Beats teve uma ideia pouco usual, o I Need a Kamera: convidou alguns artistas para criarem clipes alternativas para cada uma das faixas do [...]

  6. [...] To celebrate the 10th anniversary of the release of Wilco’s Yankee Hotel Foxtrot, the brazilian website Rock’n'Beats invited eleven different artists to contribute with videos inspired by the songs on the album. Me and Clarissa de Oliveira choose “Poor Places” and you can watch our little homage below. Check out the other 10 videos. [...]

  7. [...] Sob o nome de “I Need A Kamera”, a homenagem reúne 12 vídeos feitos amigos do blog baseados nas 12 canções do disco. Aí embaixo você a “versão” que Gustavo Martins do Ecos Falsos fez para “I Am Trying To Break Your Heart” e lá você assiste às outras 12, além de ler os textos feitos para o projeto. [...]

  8. [...] TMDQA!: Nos conte um pouco sobre os vários projetos em que está participando. Seja produzindo, escrevendo, lançando! Daniel: Iria lançar meu novo romance esse ano, mas estou transformando ele no meu projeto final da faculdade, num roteiro. Pretendo começar a pré-produção para as filmagens em janeiro de 2013, se os maias estiverem errados. Dirigi um clipe para a música “Radio Cure”, do Wilco pro projeto “I Need a Kamera” do Rock’n'Beats. [...]

  9. [...] * Veja também o vídeo que o Driving Music fez para o nosso I Need a Kamera. [...]

  10. […] Dando continuidade ao nosso especial de cinco anos, agora é hora de mais um de nossos convidados emprestar seu olhar para alguma coisa que lhe despertou interesse durante o nosso tempo de existência. E nosso convidado de hoje, de certa forma, também fez parte da nossa história – sendo, sobretudo, parte essencial para que algumas músicas da nossa coletânea Is This Indie criassem vida. Sem o Daniel Corrêa, talvez nunca teríamos ouvido Barely Legal na versão de Cícero. O Daniel também esteve por aqui criando um clipe para uma música do Wilco, no I Need a Kamera. […]

  11. […] Nossa última convidada desta semana especial é aqui da casa. A Ana Clara Matta, que é editora do site e está com a gente desde 2010, também é uma apaixonada por cinema – o que ela pratica editando e escrevendo em seu outro site, o Ovo de Fantasma, e também em alguns projetos do Rock ‘n’ Beats como o Off The Tracks e o I Need a Kamera. […]

  12. […] Rock ‘n’ Beats convidou a gente para participar dessa homenagem aos 10 anos do álbum Yankee Hotel Foxtrot da […]

  13. […] feito pelo Move That Jukebox para o projeto I Need a Kamera, em 2012, idealizado pelo Rock ‘n’ Beats e que comemora os 10 anos do lançamento do […]

Deixe seu comentário

RocknBeats