Gilberto Gil completa 70 anos hoje. Cantor, compositor, músico e também ministro (2003-2008), o baiano diplomado em Administração de Empresas, expoente da luta contra a didatura militar e peça-chave da revolução tropicalista é inegavelmente um dos sujeitos de maior influência na música popular brasileira.
Parceiro de Caetano Veloso em discos, shows e até no exílio, Gil figurou posição de destaque nos festivais das décadas de 1960 e 1970, que modernizaram a forma de fazer e pensar música nacional. Ao longo dos anos 1980, aprimorou a combinação original de diferentes vertentes sonoras (jamaicana, norte-americana e africana), aproximando-se afetuosamente do reggae.
No decorrer de sua trajetória, Gilberto Gil consolidou-se definitivamente na história da cultura brasileira. Ele é hoje referência para qualquer banda ou intérprete que queira cantar e entender as contradições do país.
Sabendo de tudo isso, o Rock’n'Beats presta uma homenagem reunindo versões realizadas por quem entende a importância do artista e do seu legado.
Bora conferir?
No programa de TV Som Brasil dedicado ao músico, a cantora paulista (radicada em Londres) Cibelle abusa dos elementos eletrônicos para reinventar a combativa faixa Punk da Periferia, de 1983.
Bat Macumba, composição de Gil e Caetano, ganhou recentemente uma versão vigorosa do Garotas Suecas.
Chico Buarque não deve receber todas as honras pela força do discurso de Cálice, pois Gil divide com ele a autoria da faixa. Pitty fez uma versão puro rock.
Para fechar, a faixa Crazy Pop Rock - parceria entre Gil e Jorge Mautner – que está presente no novo disco da também baiana Márcia Castro.















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