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	<title>Rock &#039;n&#039; Beats &#187; Micael Silva</title>
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	<description>Nova Música</description>
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<title>Rock &#039;n&#039; Beats</title>
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		<title>ROCK EM BITS: Vários apps e muito talento</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Oct 2010 03:21:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Micael Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[Itunes]]></category>
		<category><![CDATA[Rock Em Bits]]></category>

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		<description><![CDATA[Do submundo para um negócio lucrativo os aplicativos para celular formam hoje uma nova mídia para bandas se comunicarem com o seu público. E são até mesmo inspiração para trabalhos criativos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
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											</iframe>
										</div><p><img src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2010/10/apps.jpg" alt="" title="" width="500" height="270" style="border:0" /></p>
<p>Dia 29 de junho de 2007, ao colocar nas mãos (e dedos) dos consumidores a primeira versão do iPhone à venda, a Apple mudou o rumo do mercado de celulares. Porém isso não aconteceu apenas por méritos próprios da mesma. Nem toda revolução acontece de cima para baixo.</p>
<p>Steve Jobs apostava na criação de Web Apps, aplicativos escritos em HTML para serem rodados no navegador do aparelho, mas a criação de “hacks” e engenharia reversa se disseminou rapidamente fazendo pipocar aplicativos para o sistema operacional do iPhone.</p>
<p>A Apple não é muito de ouvir clamores populares, a menos que eles sejam uma excelente idéia. Financeira, principalmente. Sendo assim, um ano depois do lançamento original chegava a versão 2.0 do software do telefone trazendo o tão aguardado suporte à aplicativos de terceiros através de uma loja de aplicativos unida <a href="http://www.rocknbeats.com.br/2010/05/28/rock-em-bits-musica-nas-nuvens/">a então iTunes Music Store</a>, aumentando a fonte de renda da empresa com a venda direta de serviços digitais.</p>
<p>Diante destes dois grandes mercados que se formaram, de música e de aplicativos, vários artistas optaram por faturar em ambos: Além de download de músicas muitas bandas agora contam com aplicativos com agenda de shows, vídeos exclusivos, rádios online e muito material para os fãs carregarem para todos os lugares.</p>
<p>E não só os fãs podem desfrutar da tecnologia para manter vivo o amor pela música. O exemplo vem da banda <a href="http://www.facebook.com/atomictomband">Atomic Tom</a>. Mesmo tendo seus equipamentos roubados antes de um show eles não se intimidaram, usaram vários aplicativos musicais para iPhone e fizeram seu show no metrô de Nova York:</p>
<p><span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="610" height="481" src="http://www.youtube.com/embed/19KBAcJ53ak?color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;modestbranding=1&amp;loop=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=1" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=19KBAcJ53ak">www.youtube.com/watch?v=19KBAcJ53ak</a></p></p>
<p align="center">[E eu gostei da música <img src='http://www.rocknbeats.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Ouça a versão de estúdio <a href="http://soundcloud.com/atomic-tom/take-me-out">aqui</a>.]</p>
<p>Você pode baixar todos os aplicativos usados neste clipe (que são pagos, sad but true) <a href="http://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewMultiRoom?fcId=399030493">através desta página da iTunes Store</a>. Quem sabe você não faz seu clipe e vira destaque na loja também</p>
<p><strong>Na próxima edição da coluna</strong> nós vamos continuar a falar de aplicativos como uma nova forma de renda e de contato das bandas com o público. Até lá!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>ROCK EM BITS: A remuneração vinda das massas</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2010/08/20/rock-em-bits-a-remuneracao-vinda-das-massas/</link>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 00:20:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Micael Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[Micropagamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Rock Em Bits]]></category>
		<category><![CDATA[The Pirate Bay]]></category>

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		<description><![CDATA[Sistema de micropagamentos Flattr promete gerar receita para criadores de conteúdo por um processo tão fácil quanto dar um "Like" do Facebook.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
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											</iframe>
										</div><p>Todo mundo acaba se entregando ao capitalismo algum dia e Peter Sunde não escapou desta máxima. Não, o The Pirate Bay continua firme e forte em sua ideologia pela liberdade intelectual, a novidade aqui é um sistema de micropagamentos lançado pelo mais panfletário e comunicativo dos fundadores do tracker de BitTorrent.</p>
<p>O <a href="http://flattr.com/">Flattr</a> é um sistema que busca tornar a remuneração para um artista, escritor, blogueiro um ato tão simples como o de divulgar um link no YouTube ou dar um &#8220;like&#8221; no Facebook.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-19556" style="border: 0;" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2010/08/flattr.jpg" alt="" width="501" height="388" /></p>
<p>Como um PayPal ou PagSeguro você deposita valores em sua conta do Flattr em um sistema pré-pago e depois distribui estes valores para os projetos, links, artistas que desejar, sem preocupação com sobretaxas ou valor mínimo.</p>
<p><img src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2010/08/button2.png" alt="" title="" width="100" height="100" class="alignright size-full wp-image-19562" />A idéia é promissora, mas vai depender muito da relação comodidade/benefício para decolar ou não. O sistema até o momento só funciona no exterior e com transações em Euro, sem previsões para entrar em outros países.</p>
<p>E para funcionar em terras brasileiras é fundamental desburocratizar as transações financeiras (ao menos as de pequeno porte) para que o ato seja <a href="http://www.rocknbeats.com.br/2010/06/18/rock-em-bits-p2p-esperancas-conviccoes-e-decepcoes/">como definiu Leo Germani</a> &#8220;tão fácil, rápido quanto dar um peteleco numa moeda&#8221;. São transformações que vão além da cultura e da viabilidade técnica da rede, mas que não demoram serem fundamentais.</p>
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		<item>
		<title>ROCK EM BITS: Escambo, influência e poder</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 01:36:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Micael Silva</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
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		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Sites permitem trocar tweets e postagens no Facebook por download de músicas e acesso a conteúdos exclusivos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
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											</iframe>
										</div><p>&#8220;Como fazer amigos e influenciar pessoas&#8221; é um lema que representa com precisão o espírito das redes sociais na Internet. Se antes o &#8220;Quem Indica&#8221; já tinha poder com a expansão das relações online a possibilidade de influenciar pessoas é literalmente exponencial.</p>
<p>Se as pessoas são tão receptivas ao que lhe é indicado, por que não usar este recurso para propagar novos lançamentos musicais? É dentro dessa estratégia dois serviços online despontam como uma nova forma de distribuir música e criar &#8220;buzz&#8221;, o Pay With a Tweet e o VoxBloc.</p>
<p><img src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2010/07/paywithatweet-1.jpg" alt="" title="paywithatweet-1" width="500" height="474" class="aligncenter size-full wp-image-17356" style="border:0" /></p>
<p>O <a href="http://www.paywithatweet.com/">Pay With a Tweet</a> foi o &#8220;sistema de pagamento social&#8221; que lançou o conceito. Criado pela <a href="http://www.innovativethunder.com/" style="font-weight:normal">Innovative Thunder</a>, a ferramente atende todo o público que produz conteúdo e quer disponibilizá-lo na rede apostando no boca-a-boca como estratégia de expansão. A banda <a href="http://twitter.com/theteenagers">The Teenagers</a> foi o primeiro grupo musical a apostar no novo conceito e disponibilizou um single através dele: </p>
<p><a href="http://paywithatweet.com/theteenagers/"><img src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2010/07/paywithatweet-2.jpg" alt="" title="paywithatweet-2" width="500" height="414" class="aligncenter size-full wp-image-17357" style="border:0" /></a></p>
<p>Já o <a href="http://www.voxbloc.com/">VoxBloc</a> é ainda mais audacioso. Através de parcerias com diversas bandas e gravadoras o site oferece acesso a vídeos exclusivos e downloads de músicas através de créditos obtidos pela divulgação de conteúdos no Twitter e Facebook.</p>
<p><img src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2010/07/voxbloc-1.jpg" alt="" title="voxbloc-1" width="500" height="400" class="aligncenter size-full wp-image-17358" style="border:0" /></p>
<p>O acervo disponível no momento é bem mais variado que o do Pay With a Tweet, tendo em catálogo New Found Glory, Alesana e Rancid, só para citar alguns nomes.</p>
<p>Apesar de parecer uma fábula, a engenharia por trás do &#8220;sistema de pagamento social&#8221; faz sentido. Toda divulgação sempre teve um custo, vide o sistema usado pelas gravadoras antes da revolução P2P. Agora com as ferramentas online permitindo comunicação rápida em escala gigantesca é justo que o valor antigamente cobrado pelos serviços de divulgação seja representado através de uma troca com o consumidor final. Uma espécie de escambo. Sorte que os produtos são bem melhores do que um pente ou um espelho.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>ROCK EM BITS: Uma nova Lei de Direito Autoral</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2010/07/17/rock-em-bits-uma-nova-lei-de-direito-autoral/</link>
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		<pubDate>Sun, 18 Jul 2010 01:10:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Micael Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Autorais]]></category>
		<category><![CDATA[Rock Em Bits]]></category>

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		<description><![CDATA[Está em pauta a discussão para mudanças na lei brasileira sobre o direito autoral: Músicos e empresário discutem o que há de errado no sistema arrecadador brasileiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
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											</iframe>
										</div><p>Muito conversamos muito nesta coluna sobre a questão do direito autoral na atualidade e agora está na hora de botar algo em prática: <a href="http://www.cultura.gov.br/consultadireitoautoral/consulta/">Está aberta <strong>a consulta pública para mudança da Lei de Direito Autoral</strong> brasileira</a>. Até o dia <strong>28 de julho</strong> estão sendo aceitas propostas da população para atualizar esta lei para as mudanças que aconteceram no mercado desde 1998 quando a lei foi promulgada e buscar dar mais transparência para o sistema de arracadação de direitos. Entenda-se: Regulamentar o ECAD.</p>
<p>O ECAD, Escritório Central de Arrecadação e Distribuição, é uma entidade social voltada para a coleta e distribuição de direitos autorais ligados à música que sempre levantou polêmica e que com a revisão da lei ela não ia demorar para reaparecer: <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100702/not_imp575102,0.php">Nelson Motta foi em defesa da entidade em artigo no Estadão</a>, tirando a fluema de muita gente <a href="http://arakinmonteiro.wordpress.com/2010/07/04/resposta-de-tim-rescala-ao-artigo-de-nelson-motta-no-estadao/">que prontamente rebateram as alegações.</a></p>
<p>A discussão sobre os direitos autorais pode avançar também em vários outros pontos <a href="http://tuliovianna.wordpress.com/2010/07/12/sobre-a-reforma-da-lei-de-direitos-autorais/">como a mudança da pirataria de crime para ato ilícito e da descriminalização da cópia pessoal sem fins lucrativos</a>.</p>
<h3>A música e a cidade</h3>
<p>Já no campo do relacionamento da música com as pessoas nestes novos tempos, uma dica muito boa é o documentário <a href="http://www.wemusic.com.br/">&#8220;We.Music&#8221;</a>. Lançado em junho através de um produção conjunta entre <a style="font-weight: normal;" href="http://www.galeriaexperiencia.com.br/">coletivo Galeria Experiência</a>, <a style="font-weight: normal;" href="http://mypix.com.br/">MyPix</a>, <a style="font-weight: normal;" href="http://www.mis-sp.org.br/">Museu da Imagem e do Som </a>e <a style="font-weight: normal;" href="http://remixsocialideas.com.br/">Remix Social Ideas</a>, o documentário traz representantes dos mais diferentes estilos de produção musical brasileira como DJ Chernobyl, Xis, Database, Pristine Blusters, Firefriend e Holger (que inclusive <a href="http://www.rocknbeats.com.br/2010/06/15/ouca-e-baixe-o-single-let-em-shine-below-o-primeiro-do-album-de-estreia-do-holger-2/">está disponibilizando um single pelo Rock&#8217;n'Beats</a>) dando suas impressões sobre a relação da música entre eles e entre os habitantes da cidade e os lugares mais que mais os inspiram. Uma parada mais obrigatória para entender o assunto:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="281" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=12678461&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=b3b3b3&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="281" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=12678461&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=b3b3b3&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>ROCK EM BITS: As recentes manobras do The Pirate Bay</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 03:34:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Micael Silva</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Rock Em Bits]]></category>
		<category><![CDATA[The Pirate Bay]]></category>

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		<description><![CDATA[O famoso tracker de torrents se mantém como o grande centro das disputas de copyright e distribuição de conteúdo via P2P na internet. Confira em quais águas o site navegou nos últimos dias.]]></description>
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										</div><p>O famoso tracker de torrents se mantém como o grande centro das disputas de copyright e distribuição de conteúdo via P2P na internet. Confira em quais águas o site navegou nos últimos dias:</p>
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<area shape="rect" coords="51,9,495,133" href="http://torrentfreak.com/the-pirate-bay-hacked-users-exposed-100708/" alt="" title=""    />
<area shape="rect" coords="11,521,458,624" href="http://vodo.net/pioneerone" alt="" title=""    />
<area shape="rect" coords="87,653,461,765" href="http://www.crunchgear.com/2010/07/02/the-swedish-pirate-party-moves-the-pirate-bay-to-parliament/" alt="" title=""    />
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<p><img src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2010/07/tpb.jpg" alt="" title="tpb" width="500" height="790" usemap="#Image-Maps_4201007092319551" style="border:0" /></p>
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		<item>
		<title>ROCK EM BITS: Independente e descentralizado</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2010/07/02/rock-em-bits-independente-e-descentralizado/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 12:30:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Micael Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[Rock Em Bits]]></category>

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		<description><![CDATA[Passado o choro e ranger de dentes com o fim do popular tracker de warez e afins, o Mininova começa a se mostrar para o para o público como uma execelente ferramenta de distribuição de conteúdo original e independente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
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										</div><p>Passado o choro e ranger de dentes com o fim do popular tracker de warez e afins, o <a href="http://www.mininova.org">Mininova</a> começa a se mostrar para o para o público como uma execelente ferramenta de distribuição de conteúdo original e independente.</p>
<p><a href="http://www.mininova.org/distribution">Content Distribution</a> é o nome do projeto que visa trazer produtores de conteúdo de todo tipo para dentro do site, fornecendo uma plataforma eficiente para a distribuição deste material à custo zero.</p>
<p><img src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2010/07/mininova-home.jpg" alt="" title="Mininova - Home" width="500" height="393" class="aligncenter size-full wp-image-15656" /></p>
<p>O cadastro para o serviço é simples e a aprovação da conta não é burocrática. Basta uma pequena introdução resumindo qual é o o trabalho que você pretende divulgar através do sistema. Ao contrário da época warez, o Mininova opera um rastreador exclusivo de Bit Torrent e permite a publicação de conteúdo sem a necessidade de um cliente &#8220;semeando&#8221; na máquina do usuário.</p>
<p><img src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2010/07/mininova-uploadform.jpg" alt="" title="mininova-uploadform" width="500" height="358" class="aligncenter size-full wp-image-15652" /></p>
<p>Através de uma página de upload comum, como a de sites como YouTube e Flickr o arquivo é enviado para o site para se &#8220;semeado&#8221; posteriormente direto das máquinas do Mininova. Se preferir é possível enviar o arquivo também por FTP.</p>
<p>Os conteúdos enviados para o serviço são visitados com frequência pela equipe para impedir violações de copyright e também serem oferecidos como destaque na home-page, que é um belo cardápio para quem tem fome de novidades.</p>
<p>Como grande parte dos serviços online atualmente o Mininova não tem nenhum plano de negócios fora a inserção de anúncios, mas aposta na tecnologia P2P como economia em infra-estrutura apostando na descentralização. Descentralização esta que que é uma das forças por trás desta criação: A cultural.</p>
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		<item>
		<title>ROCK EM BITS: O Google quer mais é saber de música</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2010/06/25/rock-em-bits-o-google-quer-mais-e-saber-de-musica/</link>
		<comments>http://www.rocknbeats.com.br/2010/06/25/rock-em-bits-o-google-quer-mais-e-saber-de-musica/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 19:34:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Micael Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Rock Em Bits]]></category>
		<category><![CDATA[Youtube]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo o poder de processamento de informação do Google agora aponta seu foco para o mercado consumidor de música. Ou seja, estamos na mira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
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											</iframe>
										</div><p>Na estréia desta coluna falamos sobre as <a href="http://www.rocknbeats.com.br/2010/05/28/rock-em-bits-musica-nas-nuvens/">lojas de música online</a>, e um  pouco depois <a href="http://www.rocknbeats.com.br/2010/06/04/rock-em-bits-uma-boa-musica-sempre-puxa-outra/">sobre os recursos do YouTube</a> para indexar e relacionar músicas em playlists. Num momento de muita  coincidência eis que estas duas pontas se unem através de um rumor que  tomou muita força esta semana, o do Google Music, um futuro sistema de  venda de músicas por download.</p>
<p><img src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2010/06/googlemusic.jpg" alt="" title="googlemusic" width="340" height="129" class="aligncenter size-full wp-image-15069" style="border:0" /></p>
<p>Os de boa memória vão se lembrar  que o Google não entra nessa briga sem know-how: <a href="http://googlesystem.blogspot.com/2009/03/google-china-music-search-now-available.html">Em 2009 a empresa ofereceu na China</a> <a href="http://blogs.telegraph.co.uk/news/malcolmmoore/9413636/Chinas_millions__fair_play_or_foul/">um serviço de download de  músicas</a>, como uma forma de ganhar espaço no mercado dominado pelo site local Baidu.</p>
<p>Podem ter perdido a batalha chinesa (este e outros motivos a matriz resolveu se retirar de território chinês), mas ganharam um outra muito mais importante em território americano: <a href="http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/06/google-e-youtube-vencem-processo-da-viacom-sobre-copyright.html">O processo da  Viacom contra o YouTube</a>. O juiz Louis Stanton entendeu que não é possível culpar o site pelos possíveis crimes de copyright que  possam ocorrer apenas por haver uma &#8220;consciência geral&#8221; de que isso  possa acontecer, como se fosse uma &#8220;presunção de culpa&#8221;.</p>
<p>A vitória é importante pois abre caminho para a exploração do mercado de  agregadores e principalmente de publicidade contextual aos conteúdos, já  exime as empresas de problemas dali decorrentes. Entenda dentro desta cenário AdSense em vídeos e a tal Google Music Store.</p>
<h3>YouTube continua avançando</h3>
<p>Enquanto isso, a integração da interface do YouTube com conteúdos musicais continua sua expansão. Agora é possível receber não somente recomendação de vídeos relacionados, mas de playlists inteiras do artista em questão:</p>
<p><img src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2010/06/recomenda-playlist.jpg" alt="" title="recomenda-playlist" width="500" height="302" class="aligncenter size-full wp-image-15063" style="border:0" /></p>
<h3>Apple X Google?</h3>
<p>A ferramenta Genius dentro do iTunes já dava indícios de como a Apple queria captar e processar os gostos musicais das pessoas para poder responder cada vez melhor as vontades dos consumidores. O Google vai entrando sorrateiramente na jogada com uma vantagem esmagadora: Ninguém relaciona dados através de algoritmos tão bem como ele. Seria esse o poder para derrotar a empresa que impulsionou a música digital e tranformou o iPod em um sinônimo dela? Com sabedoria, não tenho dúvidas que consiguirá.</p>
<p>Quem sabe a pressão de um inimigo a altura não faça Steve Jobs controlar mais os seus chiliques&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>ROCK EM BITS: P2P &#8211; Esperanças, convicções e decepções</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2010/06/18/rock-em-bits-p2p-esperancas-conviccoes-e-decepcoes/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 12:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Micael Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[Rock Em Bits]]></category>

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		<description><![CDATA[Em entrevista Leonardo Germani, produtor do documentário "A Música É De Quem?" fala sobre o futuro do compartilhamento de arquivos e como nos adaptamos (ou não) a esta nova forma de consumo cultural.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
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										</div><style type="text/css">
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<p><a href="http://www.rocknbeats.com.br/2010/06/11/rock-em-bits-de-quem-e-a-musica-mesmo/">Na semana passada nesta mesma coluna</a> você conheceu o documentário <a href="http://pirex.com.br/a-musica-e-de-quem/">“A Música É De Quem?”</a>, falando sobre o desenvolvimento da música e dos hábitos de consumo do público neste tempo onde a indústria fonográfica perdeu o bonde. Mas de 2003, ano que o documentário foi produzido até agora muitos outros acontecimentos e tendências contribuíram para a continuidade desta chamada cultura digital. Para apontar estes novos caminhos, novas esperanças e decepções e algumas convicções conversei com <a href="http://leogermani.pirex.com.br/">Leonardo Germani</a>, o produtor do documentário em questão.</p>
<p align="center">***</p>
<p><strong><em>R’n&#8217;B: O mercado fonográfico teve nos últimos tempos movimentações curiosas. Ao mesmo tempo que se caminhou na direção de tentativas de modelos de venda digital de música, o disco de vinil teve um grande revival. O que estes sinais significaram para você e como eles mudaram o cenário da indústria fonográfica?</em></strong></p>
<p><strong><em>LG:</em></strong> O disco de vinil reapareceu como uma forma de valorizar o álbum. Um álbum tem contexto, foi gravado em um período de tempo determinado, por músicos que tinham uma afinidade naquele momento, em que o mundo passava por uma determinada fase, você entende por que aquelas músicas estão ali reunidas. Há músicas que ficam de fora, pois é preciso que hajam escolhas.</p>
<blockquote style="font-weight:bold;font-size:16px;text-align:left;line-height:130%;background:#FFFEBA url(http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2010/06/quoternb.png) no-repeat 10px 8px;width:250px;float:left;margin: 15px 14px 4px 0;-webkit-border-radius: 5px;-moz-border-radius: 5px;border-radius: 5px; "><p>Quando você vai em um restaurante pra comer bem, por exemplo, você não quer que o chef te pergunte como ele deve temperar o peixe. É por isso que eu acredito no álbum.</p></blockquote>
<p>Na Internet entra tudo, entra a mesma música em várias versões, acústico, ao vivo, aberta pra remix&#8230; Isso é muito legal em certos aspectos, mas quando você vai em um restaurante pra comer bem, por exemplo, você não quer que o chef te pergunte como ele deve temperar o peixe. É por isso que eu acredito no álbum.</p>
<p>Pensando no cenário da indústria, se aconteceu alguma mudança de lá pra cá, foi a de que todos perceberam que a solução para o dilema não é simples e vai demorar mais do que todos gostariam. Na época do Napster havia uma euforia muito grande de que tudo ia mudar muito rápido: Novas formas de viabilização de trabalho para os músicos e o fim anunciado das gravadoras.</p>
<p>Muitos anos passaram e vemos que a mudança no mercado não é tão rápida e nem tão radical como muitos gostariam. Hits espontâneos surgem na internet ao mesmo tempo que as gravadoras continuam conseguindo lançar os seus próprios superstars.</p>
<p><strong><em>A condenação do The Pirate Bay indicou alguma mudança no panorama da cultura de rede?</em></strong></p>
<p>A venda do The Pirate Bay foi pior que a condenação. Mas acredito que não muda nada na cultura da rede. <u>Eu acredito que o compartilhamento de arquivos via P2P piorou nos últimos anos.</u></p>
<blockquote style="font-weight:bold;font-size:16px;text-align:left;line-height:130%;background:#FFFEBA url(http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2010/06/quoternb.png) no-repeat 10px 8px;width:250px;float:right;margin: 15px 0 4px 14px;-webkit-border-radius: 5px;-moz-border-radius: 5px;border-radius: 5px; "><p>O compartilhamento se afastou do usuário comum, mais leigo. Baixar um torrent é mais complicado do que abrir um programa onde você digita o nome da música, acha e dá dois cliques.</p></blockquote>
<p>Antes com o Napster, eMule, Soulseek, Limewire e afins, as pessoas acabavam deixando todo o seu acervo pessoal disponível na rede. Hoje a cultura de se procurar torrents em sites e blogs não facilita o compartilhamento, porque muita gente baixa e, em seguida, fecha o cliente BitTorrent. Ou então baixa um arquivo compactado com toda a discografia de um artista, descompacta no seu computador, tira as coisas que não interessa, e apaga o arquivo compactado, acabando com o ciclo de compartilhamento. E nem sempre por má intenção. No meu ponto de vista, o compartilhamento se afastou do usuário comum, mais leigo. Baixar um torrent é mais complicado do que abrir um programa onde você digita o nome da música, acha e dá dois cliques.</p>
<p>O resultado disso é que fica cada vez mais fácil de achar e baixar lançamentos e grandes hits e cada vez mais difícil obras menos populares. Muitas vezes ficamos dependentes de blogs como o “<a href="http://umquetenha.org/uqt/">Um que Tenha</a>”, que é incrível, mas que é muito frágil. Já saiu do ar uma vez, e disponibiliza as músicas em serviços que não são P2P. Pra mim isso é um passo atrás.</p>
<p><strong><em>Já existe no horizonte uma alternativa para os artistas sobreviverem sem a indústria fonográfica? Tem alguma aposta?</em></strong></p>
<p>Minha aposta é na <u>economia P2P</u>. Uma <u>cultura de micro-pagamentos</u> na rede para produções que nos agradam. Para isso ainda precisamos de melhores serviços do tipo Paypal, PagSeguro ou Flattr. <u>Quando dar um real for tão fácil, rápido e desburocratizado quanto dar um peteleco numa moeda, acredito que a economia P2P vai bombar.</u> E não só pra música, para qualquer área.</p>
<p>Gosto de ressaltar uma figura que tem papel fundamental na rede, o blogueiro. O bom blogueiro é um DJ de informações, peça fundamental para se conseguir navegar nesse mar de novidades que é a rede. E ele precisa ser remunerado também.</p>
<p><strong><em>Você ainda mantém a conclusão de que a música não vai morrer?</em></strong></p>
<p>A música é expressão natural do ser humano, não depende de mercado. Se um dia não tiver mais mercado, pode apostar que farão uma música sobre isso.</p>
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		</item>
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		<title>ROCK EM BITS: De quem é a música mesmo?</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2010/06/11/rock-em-bits-de-quem-e-a-musica-mesmo/</link>
		<comments>http://www.rocknbeats.com.br/2010/06/11/rock-em-bits-de-quem-e-a-musica-mesmo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 12:36:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Micael Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[Rock Em Bits]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma viagem pelas tranformações que mercado fonográfico sofreu nos últimos anos pelas vozes de quem acompanha o cenário.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
											<iframe
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										</div><p>Nesta semana a coluna não vai tomar muito tempo da sua leitura, mas vai te levar a <strong>uma viagem pelas tranformações que mercado fonográfico sofreu nos últimos anos</strong> pelas vozes &#8211; literalmente &#8211; de quem acompanha o cenário:</p>
<p><a href="http://pirex.com.br/a-musica-e-de-quem/">&#8220;A música é de quem?&#8221;</a> foi um documentário radiofônico produzido por <a href="http://leogermani.pirex.com.br/">Leonardo Germani</a> como trabalho de conclusão de curso da PUC em 2003.</p>
<p>Apesar de sido feito há sete anos atrás, este documentário ainda é uma ótima base para entender a situação que a indústria fonográfica sofre hoje e <strong>como os hábitos do consumidor musical foram mudando</strong>. Ele também é uma excelente demonstração de como um veículo desvalorizado como o rádio pode sim transmitir conteúdos interessantes e de qualidade explorando ao máximo todos os recursos disponíveis:</p>
<p><object width="500" height="26" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000"><param value="true" name="allowfullscreen"/><param value="always" name="allowscriptaccess"/><param value="high" name="quality"/><param value="true" name="cachebusting"/><param value="#000000" name="bgcolor"/><param name="movie" value="http://www.archive.org/flow/flowplayer.commercial-3.2.1.swf" /><param value="config={'key':'#$aa4baff94a9bdcafce8','playlist':[{'url':'http://www.archive.org/download/amusicaedequem/AMusicaEdeQuem.mp3','autoPlay':false}],'clip':{'autoPlay':true},'canvas':{'backgroundColor':'#000000','backgroundGradient':'none'},'plugins':{'audio':{'url':'http://www.archive.org/flow/flowplayer.audio-3.2.0.swf'},'controls':{'playlist':false,'fullscreen':false,'height':26,'backgroundColor':'#000000','autoHide':{'fullscreenOnly':true},'scrubberHeightRatio':0.6,'timeFontSize':9,'mute':false,'top':0}},'contextMenu':[{},'-','Flowplayer v3.2.1']}" name="flashvars"/><embed src="http://www.archive.org/flow/flowplayer.commercial-3.2.1.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="26" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" cachebusting="true" bgcolor="#000000" quality="high" flashvars="config={'key':'#$aa4baff94a9bdcafce8','playlist':[{'url':'http://www.archive.org/download/amusicaedequem/AMusicaEdeQuem.mp3','autoPlay':false}],'clip':{'autoPlay':true},'canvas':{'backgroundColor':'#000000','backgroundGradient':'none'},'plugins':{'audio':{'url':'http://www.archive.org/flow/flowplayer.audio-3.2.0.swf'},'controls':{'playlist':false,'fullscreen':false,'height':26,'backgroundColor':'#000000','autoHide':{'fullscreenOnly':true},'scrubberHeightRatio':0.6,'timeFontSize':9,'mute':false,'top':0}},'contextMenu':[{},'-','Flowplayer v3.2.1']}"></embed></object></p>
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		<title>ROCK EM BITS: Uma boa música sempre puxa outra</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 12:30:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Micael Silva</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mixcloud]]></category>
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		<description><![CDATA[O que faz uma boa playlist, um algoritmo complexo ou um talento humano? Veja em quais lados o YouTube e Mixcloud estão apostando.]]></description>
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										</div><p>Na migração da TV para a web o <strong>YouTube</strong> sem dúvida tem um papel de destaque. Com <strong>13 bilhões de vídeos assistidos em abril</strong> segundo a consultoria comScore e com um motor de busca de conteúdo que já é o segundo mais usado em todo o mundo seria impossível dizer que os hábitos musicais não se deixariam contaminar por ele. Mas a visão do YouTube para música vai muito além da presença de videoclipes e outros sites fazem questão de não deixá-lo sozinho na disputa da atenção dos fãs de música.</p>
<p>Lançado em janeiro deste ano, o <a href="http://www.youtube.com/disco">youtube.com/disco</a> é a melhor porta de entrada do YouTube para quem gosta de música. Com uma boa inspiração tomada do Last.fm, esta página <strong>forma playlists de acordo com o artista que você procura</strong> somando ele a outros sons semelhantes.</p>
<p><img src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2010/06/disco-home.jpg" alt="Home-page - YouTube Disco" title="Home-page - YouTube Disco" width="500" height="291" /></p>
<p>Com o mais recente redesign do site a idéia se expandiu. Agora é possível encontrar novas músicas a partir de qualquer vídeo musical que você esteja assistindo no momento e que tenha sido identificado como tal através do sistema, usando o botão “disco”</p>
<p><img src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2010/06/ff-disco.jpg" alt="YouTube Disco na interface normal" title="YouTube Disco na interface normal" width="500" height="286" /></p>
<p>Com estes recursos o site vai estabelecendo boas ferramentas para atender o público que ficou órfão com o fim das rádios gratuitas do Last.fm, apesar de não ser seu concorrente direto. Ironicamente tudo isso foi criado criado graças a um sistema que nasceu infernizando a vida dos fãs de música, o Content ID, o mesmo que identifica e denuncia as gravadoras conteúdos que infringem direitos autorais.</p>
<p>E por falar em direitos autorais, ao contrário do que o YouTube pratica a mando das gravadoras, há quem afirme que sair apagando conteúdos não é a melhor solução para este assunto. Em setembro do ano passado foi lançado o <a href="http://www.mixcloud.com">Mixcloud</a>, um <strong>site especializado em mixtapes e podcasts</strong> que busca conseguir <strong>faturamento através de anúncios</strong> nas páginas internas <strong>para justamente pagar os direitos autorais</strong> devidos pela execução das músicas. Uma idéia interessante que conta com a ajuda de grandes nomes como a BBC Radio 1 para chamar a atenção do público. E dos anunciantes também, claro.</p>
<p><img src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2010/06/mixcloud-home.jpg" alt="Homepage - Mixcloud" title="Homepage - Mixcloud" width="500" height="337" /></p>
<p>No Mixcloud você faz o seu próprio mixtape ou podcast e sobe para o site de uma forma muito simples, e torna-o ainda mais interessante preenchendo a playlist de músicas executadas para que seu audio seja mais facilmente encontrado pelo sistema de busca (bem que um Content ID iria bem aqui para não ter que digitar o nome de todas as faixas).</p>
<p><img src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2010/06/cloudcast.jpg" alt="Cloudcast" title="Cloudcast" width="500" height="338" /></p>
<p>Independente de Last.fm, YouTube, Mixcloud ou qualquer outro site, uma comunidade musical bem construída vai ser muito bem vinda neste momento. Ferramentas não faltam, só depende agora da criatividade humana preenchê-las de boas músicas.</p>
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