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	<title>Rock &#039;n&#039; Beats &#187; Entrevistas</title>
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	<description>Nova Música</description>
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<title>Rock &#039;n&#039; Beats</title>
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		<item>
		<title>Entrevista: Rosie and Me fala sobre álbum de estreia, rótulos e a generalização do &#8220;folk&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 15:32:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Clara Matta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Arrow of My Ways]]></category>
		<category><![CDATA[Rosie and Me]]></category>

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		<description><![CDATA[Com um álbum de estreia no horizonte, "Arrow of my ways", banda curitibana conversa com o Rock 'n' Beats]]></description>
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										</div><p><img class="aligncenter size-medium wp-image-60226" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/rosieandme2-610x436.jpg" alt="" width="610" height="436" /></p>
<p>O violão suave, combinado com banjos e vocais tranquilos, do grupo <strong>Rosie and Me</strong>, um dos destaques da excelente geração atual da música paranaense, leva a grande parte do público e da mídia a encaixá-los no rótulo Folk. Mas <strong>Rosanne Machado</strong> e cia. não querem a limitação desse rótulo, além de não concordar com a constante generalização desse gênero musical, e partem agora para o lançamento de seu primeiro álbum, <em>Arrow of My Ways</em>, fundamentados em uma identidade musical própria.</p>
<p>Às vésperas do lançamento de <em>Arrow of My Ways</em>, e com a aproximação de uma turnê norte-americana, <strong>Rosanne Machado</strong> conversou com o Rock &#8216;n&#8217; Beats sobre a trajetória da <strong>Rosie and Me</strong>, o processo de gravação do novo álbum e o mercado internacional. Confira!</p>
<p><strong>O que atraiu vocês para o folk norte-americano e o bluegrass? Algum artista ou obra foi essencial na escolha dessa direção musical para vocês?</strong></p>
<p>Bom, acho importante mencionar que não consideramos nosso som como sendo folk, mas, sim, um pop com toques de country. Nossa direção musical não vem de um artista específico: o novo álbum, por exemplo, foi uma construção lenta, de transição das músicas do EP para algo novo, inspirado nos acontecimentos dos últimos anos.</p>
<p><strong>O folk vive hoje um momento de intensa e excelente produção criativa, atingindo sucesso comercial e assumindo em 2011 os primeiros lugares de muitas listas de melhores do ano. Como vocês percebem essa febre? E como vocês pretendem aproveitar esse momento?</strong></p>
<p>Acho que muita coisa que o pessoal classifica por aí como folk não pertence bem a esse gênero. Não é só porque uma música é mais puxada para o violão, que deva ser classificada como folk&#8230; Mas, de modo geral, as pessoas gostam de rótulos, então é bem provável que outras bandas tentem entrar na onda, para ganhar mais público. Não vai ser o nosso caso, já que seguimos a mesma vertente musical desde 2006, quando nem se falava em folk no Brasil.</p>
<p><strong>Mesmo assim, o gênero ainda não tem a mesma força aqui no Brasil. Vocês acreditam em uma mudança desse cenário a partir da força que o gênero está ganhando fora do país?</strong></p>
<p>Eu realmente não sei como avaliar isso. A minha impressão é que a música passa por fases no Brasil e demora um pouco até um gênero diferente se firmar. O que acaba ganhando força por aqui são os rótulos, e não os gêneros em si.</p>
<p><strong>O novo álbum apresenta uma continuidade em relação ao EP Bird &amp; Whale ou algo mudou na abordagem musical do grupo em Arrow of my Ways? Como foi o processo de composição e gravação desse álbum de estreia?</strong></p>
<p>As músicas do álbum evoluíram bastante, em relação às do EP. Nossos arranjos ficaram mais complexos, com a adição de guitarras e banjos. As músicas também estão mais longas e com letras mais focadas. O processo de composição foi basicamente o mesmo do EP: quando surgia inspiração, eu sentava no computador com o violão no colo e ia criando as letras em cima. Já o processo de gravação foi mais trabalhoso, porque fizemos tudo num pequeno estúdio que construí em casa, desde a gravação dos vocais e instrumentos, até a mixagem.</p>
<p><strong>Como aconteceu a colaboração com o inglês Joshua Thomas?</strong></p>
<p>Conheci o <strong>Joshua</strong> pela Internet há uns dois anos e gostei muito das músicas que ele disponilizava para o público. Quando começamos a gravar o CD, achei que seria uma boa ideia convidá-lo para gravar alguns vocais comigo. Como ele já acompanhava nosso trabalho, a parceria foi bem natural e deu bons resultados.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/d15E2VHlngU" frameborder="0" width="610" height="340"></iframe></p>
<p><strong>Qual foi o impacto do conflito com a Curve Music para a trajetória da banda?</strong></p>
<p>Na época, foi bastante estressante. Hoje, com tudo resolvido, valorizamos muito mais nossa liberdade e a chance de ter contato direto com o público.</p>
<p><strong>Darkest Horse foi escolhida para a trilha da série de sucesso One Tree Hill. Qual foi a importância dessa inclusão para a banda? E como foi o feedback dos fãs da série em relação à faixa?</strong></p>
<p>Ter uma música nossa no seriado serviu como um ótimo cartão de visitas para a banda. De um certo modo, as pessoas parecem dar mais credibilidade a um trabalho que tenha sido reconhecido publicamente. O feedback dos fãs da série também foi muito bom, porque grande parte não conhecia o trabalho do <strong>Rosie and Me</strong>. Esperamos que essas pessoas continuem interessadas na nossa música e acompanhem nossa carreira mais de perto, depois desse espisódio.</p>
<p><strong>Quais são as suas expectativas para a turnê norte-americana, que começa agora em março, e para a participação no SXSW?</strong></p>
<p>Essa turnê é a realização de um sonho. Nosso grande objetivo é atrair a atenção do público lá fora e ganhar espaço no mercado, que é bem concorrido. Como nós estendemos um pouco nossa estadia, teremos a chance de tocar em locais diferentes, o que aumenta nosso contato com o público norte-americano.</p>
<p><strong>Com o caráter folk e as letras em inglês, a resposta do público dos EUA percebida pela banda é diferente da resposta do público brasileiro? A carreira internacional sempre foi um objetivo da Rosie and Me?</strong></p>
<p>Nunca escondemos que nosso objetivo é também conquistar espaço no exterior, e o público dos EUA sempre foi muito receptivo conosco. Não sei dizer se as respostas dos públicos brasileiro e norte-americano são diferentes, mas ambos têm se demonstrado muito abertos ao <strong>Rosie and Me</strong>. Gostaríamos de ter uma carreira sólida nos dois países, a médio e longo prazo.</p>
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		<title>Exclusivo: o fim do The Name explicado por Andy e mais uma inédita do trio, &#8220;Blueberry Kiss&#8221;</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2011/12/08/exclusivo-o-fim-do-the-name-explicado-por-andy-e-mais-uma-inedita-do-trio-blueberry-kiss/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 01:20:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Breno Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[The Name]]></category>

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		<description><![CDATA[Integrantes agora vão focar em seus projetos pessoais]]></description>
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										</div><p style="text-align: left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-57582" title="the-name" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/12/the-name2.jpg" alt="" width="614" height="408" /></p>
<p style="text-align: right;">por <a href="http://twitter.com/The_Tempter">Breno Oliveira</a></p>
<p style="text-align: justify;">Uma carreira em ascensão e um álbum na manga. Foi com essa bagagem que o <a href="http://www.rocknbeats.com.br/tag/the-name/">The Name</a>, trio que estava na ativa há quase seis anos, decidiu <a href="http://www.rocknbeats.com.br/2011/12/03/the-name-chega-ao-fim/">fazer seu último show</a> na última sexta-feira (3) em <strong>Sorocaba</strong>, nos palcos do tradicional <strong>Asteroid Bar</strong> e, depois disso, encerrar suas atividades, dando abertura para cada um dos membros se dedicarem em seus projetos pessoais.</p>
<p style="text-align: justify;">Pego de surpresa assim como os fãs, o <strong>Rock &#8216;n&#8217; Beats</strong> entrou em contato com o trio para entender um pouco de onde veio essa decisão.</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/yHQq3GtmggI" frameborder="0" width="614" height="400"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Em uma rápida conversa por telefone, o vocalista e guitarrista <strong>Andy Alves</strong> revelou que esse assunto já estava em pauta entre eles. &#8220;Para o público é meio assustador e parece que a gente decidiu acabar a banda do nada, mas já temos conversado sobre isso há algum tempo&#8221;, conta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Andy</strong> contou também que o trio decidiu encerrar durante o &#8220;período de alta&#8221;, ou seja, logo após a apresentação da banda no <strong>Festival Planeta Terra</strong> e, pouco depois, no programa Experimente, do <strong>Multishow. </strong>E o lugar para fechar tudo com chave de ouro não poderia ser melhor: a cidade onde tudo começou,  <strong>Sorocaba</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Em julho desse ano, na última conversa do <strong>Rock &#8216;n&#8217; Beats</strong> com os músicos, durante um show no <strong>Beco 203</strong>, os irmãos <strong>Andy</strong> e <strong>Bruno Alves</strong> e o baixista <strong>Alexandre Molinari</strong> ainda faziam parte do selo <strong>Vigilante</strong> e estavam iniciando o processo de finalização do disco, que contou até com votação popular no site <strong><a href="http://votorama.mtv.uol.com.br/">Votorama</a>, </strong>da<strong> MTV Brasil</strong>, para selecionar a tracklist.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem muito alarde, o grupo desfez o contrato com a <strong>Vigilante</strong> uma semana antes do <strong>Planeta Terra</strong> e assumiu os riscos de arcar com os custos de gravação. Nessa época, o trio já discutia sobre o futuro. &#8220;No meio do ano começamos a ver tudo o que estava acontecendo com relação ao <strong>The Name</strong> e com nossas vidas particulares etc. E foi aí que começamos a conversar entre nós três quando iríamos acabar com esse ciclo&#8221;, explicou <strong>Andy</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o futuro, o vocalista afirma que vai continuar trabalhando com música, e que o restante deve seguir os mesmos passos. &#8220;Eu tenho muita musica guardada, que nem foi ensaiada. O Molinari também está compondo. Já trabalho com bandas e ano que vem pretendo profissionalizar. Não sei se estarei em uma nova banda ou com projetos paralelos, mas quem começa a trabalhar com música não consegue parar.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto ao disco que já estava quase pronto, o <strong>The Name</strong> vai deixar na gaveta. &#8220;Se a gente lançar esse disco, vai ter que trabalhar ele pelo menos um ano pra valer a pena . Então decidimos deixar esse disco guardado e escolher duas músicas que a gente gosta e dar pro publico&#8221;, completa o agora &#8220;ex-líder&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">E é com <em>Do Anything</em> e <em>Over Reacting Girl</em>, as duas últimas novidades que veremos dos sorocabanos, e um pouco do que foi o último show da banda na última sexta, com mais uma inédita, <em>Blueberry Kiss</em>, que esse post se encerra, com a torcida para que continuemos a falar do <strong>The Name </strong>por aqui, mas agora em seus projetos pessoais.</p>
<p style="text-align: justify;"><object width="100%" height="81" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="https://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F30027824&amp;" /><embed width="100%" height="81" type="application/x-shockwave-flash" src="https://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F30027824&amp;" allowscriptaccess="always" /></object><span><a href="http://soundcloud.com/thename/the-name-do-anything">The Name &#8211; Do Anything</a> by <a href="http://soundcloud.com/thename">thename</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><object width="100%" height="81" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="https://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F30027825&amp;" /><embed width="100%" height="81" type="application/x-shockwave-flash" src="https://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F30027825&amp;" allowscriptaccess="always" /></object><span><a href="http://soundcloud.com/thename/the-name-over-reacting-girl">The Name &#8211; Over Reacting Girl</a> by <a href="http://soundcloud.com/thename">thename</a></span>~</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/veYJLjrzWvI" frameborder="0" width="614" height="400"></iframe></p>
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		<title>Fumando cigarros com a Tina Thunder como Bob Dylan em 66</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 08:28:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christian Camilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Rock 'n' Beats]]></category>
		<category><![CDATA[autor rock]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Tina Thunder]]></category>

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										</div><p><img src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/12/tinathunder-610x353.jpg" alt="" title="tinathunder" width="610" height="353" class="alignnone size-medium wp-image-57471" />Desde a semana passada o festival Autorock vem agitando a cena underground de Campinas. Os shows de hoje acontecem no Bar do Zé a partir das 22h com A Atmosfera Lunar de Franca e Tina Thunder de Sorocaba.</p>
<p>O Rock´n´Beats trocou uma “ideia” rápida com a banda sorocabana que já lançou a demo Open e o Ep Kiss My Bacon e preparam algumas novidades para o carnaval de 2012. Tina Thunder ainda falou da relação entre os integrantes e de como a vida pessoal de cada um pode influenciar nas músicas.</p>
<p><strong>Rock´n´Beats: </strong> O Tina Thunder é uma junção de duas bandas importantes da cena de Sorocaba: The Fortunetellers e The Glen, sem contar Monstruário e The Modern Revival. O que estas experiências contribuem para banda hoje?</p>
<p><strong>Tina Thunder :</strong> Estamos aprendendo, acho que estamos cada vez mais próximos de tirar o som desejado do instrumento, e como cada um já tocou com os outros 4 em outras bandas, a sintonia e a confiança é maior, hoje já sabemos quais piadas e brincadeiras de mau gosto agradam a cada um.</p>
<p><iframe width="610" height="343" src="http://www.youtube.com/embed/6udeoWrhhdg?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Rock &#8216;n´Beats :</strong> A banda tem feito muitos shows nos últimos meses, a que se deve isto? E como vocês trabalham a divulgação?<br />
<strong>Tina Thunder :</strong> Na sua pergunta já tem a resposta: Divulgação. Quando começamos com a banda já tinhamos uma meta, gravar e lançar um primeiro trabalho antes de qualquer coisa, e divulgá-lo. A demo “Open” foi lançada  dias antes de nosso debut, e começamos a trabalhar as redes sociais e algumas plataformas musicais que julgamos de grande valia para música independente (Toque no Brasil Trama Virtual, etc).<br />
99,9% da nossa divulgação é via web.</p>
<p><strong>Rock &#8216;n&#8217; Beats :</strong> Como é o processo de composição? E quais são as inspirações para as letras e músicas?<br />
<strong>Tina Thunder: </strong> Os Riffs, a melodia, toda a parte estrutural da musica vem das jam sessions de criação que costumamos gravar. Na jam tudo é livre, um puxa o outro, o vocal nasce no “embromation”, não existe regra.<br />
Tina Thunder busca a desconstrução (que não tem nada a ver com anarquia musical), ou seja, não queremos seguir o óbvio. Todas as musicas que fazemos sempre continuarão em aberto, de repente tudo pode mudar se uma idéia melhor surgir, um novo efeito de pedal aparacer, e por aí vai.</p>
<p>Claro que depois de satisfeitos em virar a musica de cabeça para baixo umas duas vezes ela toma forma e a letra, enquanto isto, já esta sendo composta. As letras vem de inspirações que a própria melodia da música pode remeter nas nossas mentes. Ai o que rola é o cruzamento desta “imagem musical” com as nossas influencias pessoais, muito das nossas preferencias de literatura e cinema com certeza influenciam a composição das letras.<br />
Podem acabar virando uma homenagem romantica ao black power como em “I Wanna be Black”. Retratar um personagem como em “Are you crazy Tony?”. As relações de poder usando metáforas como em “Kaiser Monkeys”. Ou até o lado mais obscuro e viceral de cada um como em “Harda Hard”. O fato é, não há temática, tudo pode virar poesia.</p>
<p><strong>Rock´n´Beats</strong>: Como foi gravar do Ep Kiss My Bacon e o que esperam dele?<br />
<strong>Tina Thunder: </strong> Gravamos o instrumental ao vivo em um dia e o vocal em outro, contando com a colaboração do amigo Peu Ribeiro (INI/Rasgada Coletiva/Mustachi Estudio) na produção. Ficamos muito satisfeitos com o resultado, eu acho que registrou bem o &#8216;momentum&#8217;.</p>
<p>Eu tenho terror de estudio, mas foi bem divertido, fizemos no Ponto Sonnoro, estudio do nosso baterista-caminhoneiro, então estavamos em casa, achei ótima a idéia de fazer ao vivo, um empurrando o outro, acho que facilita haha.</p>
<p>Não alimentamos grandes expectativas, sabemos que temos boas músicas e queremos lógico que o máximo de pessoas sejam atingidas, toda banda existe pra ser ouvida, e pra nossa sorte a galera tem gostado, temos recebido comentarios positivos e convites pra tocar em novos lugares, e festivais massa.</p>
<p>Tem sido ótimo, e já estamos pensando no próximo, não sei se vai ser um single ou EP, se vai ter participação de camaradas, se vamos fazer ao vivo novamente ou não, mas até o Carnaval devemos ter novidades.</p>
<p><strong>Rock´n´Beats:  </strong>Hoje gravar um disco está mais acessível, porém, viver da própria música parece mais difícil. Vocês concordam com isto? E como enxergam o mercado fonográfico atual?<br />
<strong>Tina Thunder</strong> : Sim, tem muita coisa que está mais fácil atualmente. Pode-se gravar um disco todo dentro de um quarto e segundos depois lançar mundialmente seu trabalho, através da web, anos atrás só gravava quem tinha contrato com gravadora.</p>
<p>Viver da música atualmente é mais fácil, por mais paradoxal que possa soar, muito inclusive em virtude da facilidade de se produzir/escoar seu trabalho. Com planejamento e articulação uma banda independente consegue manter uma agenda de shows regular, shows onde se vendem CDs, camisetas, adesivos e tudo mais que possa gerar recursos para gerir a estrutura toda. Essa realidade inclusive extrapolou o modelo das “Majors” onde os shows passaram a ser a maior fonte de rendimentos para o artista em detrimento à venda de CD.</p>
<p>Hoje em dia basicamente o que diferencia major/independente é a grana.</p>
<p><strong>Rock´n´Beats</strong> :  Como dito a cima vocês estão a um bom tempo “nessa de tocar em banda”, o que os motivam a insistir nisto?<br />
<strong>Tina Thunder</strong> : A cerveja dos ensaios.</p>
<p><strong>Rock´n´Beats:</strong>- O que vocês esperam do AutoRock?<br />
<strong>Tina Thunder:</strong> Encontrar amigos, conhecer outros, beber um tanto e fumar cigarros como Bob Dylan em 66.</p>
<p><strong>Rock´n´Beats :</strong> Qual a importância de um festival independente como o Autorock?<br />
<strong>Tina Thunder</strong>  Acho que o principal é que estar no line up de um festival como o Autorock dá uma certa visibilidade e acaba por incentivar pessoas a conhecer a banda, mesmo aquelas que não possam estar presentes.</p>
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		<title>Rock ‘n’ Beats no apartamento do Cícero</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 01:01:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Rock 'n' Beats]]></category>
		<category><![CDATA[Canções de Apartamento]]></category>
		<category><![CDATA[Cícero]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das revelações do ano da música brasileira nos recebeu para tomar um café e bater um papo]]></description>
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										</div><p><img class="aligncenter" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/11/cicero.jpg" alt="" width="610" height="500" /></p>
<p style="text-align: justify;">Ao batermos na porta, ouvimos um eufórico grito de “Calma, já estou indo”, de quem estava “dando um jeito na bagunça para receber as visitas”. Era o começo de uma noite fria no Rio de Janeiro (sim, isso é possível) e o <strong>Rock ‘n’ Beats</strong> foi até o apartamento do Cícero, onde foi feito o disco <em>Canções de Apartamento</em>, lançado em junho deste ano e uma das revelações do ano.</p>
<p style="text-align: justify;">O local que é tema do álbum é também, e principalmente, a morada do carioca. O pequeno local é modesto, porém amigável e rodeado dos instrumentos que ele comprou em uma viagem aos EUA para com a <strong>Alice</strong>, sua ex-banda – que acabou assim que ele e o baixista voltaram de viagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de tomar um café e perceber que a foto do encarte do disco é quase todo o apartamento, passamos um tempo trocando uma ideia, num papo que poderia acontecer em qualquer mesa de bar por aí. Registramos em vídeo parte da conversa em vídeo, com direito ao cara cantar a música <em>Eu não tenho um barco, disse a árvore</em> no violão, veja:</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/ZlBcErJww7w?hd=1" frameborder="0" width="610" height="340"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">O clipe que ele cita em nosso papo é o <em>Tempo de Pipa</em>, assista:</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/FX9s_RfEzJE?hd=1" frameborder="0" width="610" height="340"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">O Cícero foi um dos convidados da coletânea <a href="http://www.rocknbeats.com.br/2011/10/31/is-this-indie-bandas-brasileiras-regravam-disco-is-this-it-do-strokes/" target="_blank"><em>Is This Indie</em>, tributo a<em> Is This It</em></a>, do <strong>Strokes</strong>, que completou dez anos de lançamento este ano. Ele ficou responsável pela faixa Barely Legal, que ele tocou no violão quando estivemos no apartamento e <a href="http://www.rocknbeats.com.br/2011/10/28/entrevista-cicero-fala-sobre-o-projeto-is-this-indie-e-toca-barely-legal-na-integra/" target="_blank">você já viu neste vídeo.</a> Clique aqui para baixar a coletânea completa, que ainda tem nomes como <strong>João e os Poetas de Cabelo Solto, Vivendo do Ócio, Volver, Volantes, Vespas Mandarinas, Banda Uó</strong>, entre outras.</p>
<p><strong>Créditos do vídeo</strong><br />
Câmera: Daniel Terra<br />
Edição: João Gila<br />
Som: Daniel Corrêa</p>
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		<title>Ladytron: &#8220;Todos simplesmente gostam de nós&#8221;</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2011/11/22/ladytron-todos-simplesmente-gostam-de-nos/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 14:24:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Clara Matta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Hunt]]></category>
		<category><![CDATA[Gravity the seducer]]></category>
		<category><![CDATA[Helen Marnie]]></category>
		<category><![CDATA[Ladytron]]></category>
		<category><![CDATA[Mira Aroyo]]></category>
		<category><![CDATA[Reuben Wu]]></category>

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		<description><![CDATA[Em entrevista ao Rock 'n' Beats, a influente banda de pop eletrônico discute influências, turnês e arte]]></description>
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										</div><p><img src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/11/8367_ladytron1.jpg" alt="" title="" width="610" height="398" class="aligncenter size-full wp-image-56417" /></p>
<p>Dez anos separam o lançamento de <em>604</em>, primeiro álbum do <strong>Ladytron</strong>, da primeira apresentação da banda em solo mineiro, no Festival Eletronika 2011, divulgando o recente lançamento <em>Gravity The Seducer</em> e uma coletânea de maiores sucessos. Nesses dez anos, o grupo de Liverpool influenciou inúmeras bandas que também escolheram o caminho do pop eletrônico, ganharam elogios e posições privilegiadas em listas de inúmeros veículos e foram nomeadas por <strong>Brian Eno</strong>, que inspirou o nome do grupo, como &#8220;motivo para se orgulhar do Reino Unido&#8221;.</p>
<p>Pouco antes de entrar em cena no Palácio das Artes com um show eletrizante, os integrantes do <strong>Ladytron</strong> conversaram com o Rock &#8216;n&#8217; Beats sobre a gravação de <em>Gravity The Seducer</em>, tendências, estética e sobre a formação da banda.</p>
<p><strong>O slogan do festival Eletronika é &#8220;Festival de novas tendências&#8221;. Para vocês, como &#8220;trendsetters&#8221;, quais são as novas tendências na música?</strong></p>
<p><strong>Helen Marnie:</strong> Nós estamos um pouco afastados disso tudo ultimamente, fazendo nosso álbum, em turnê. Quando você está em turnê você se fecha um pouco em relação ao mundo&#8230;</p>
<p><strong>Daniel Hunt:</strong> &#8230;você fica em seu próprio universo, então às vezes, quando você chega em casa após a turnê e escuta algo novo, você descobre que aquilo já foi lançado, na verdade, há dois anos.</p>
<p><strong>2- Com um membro que é também um designer (Reuben Wu), qual é a importância do visual e da estética para a banda? É um fator importante no planejamento de um novo álbum, de uma nova turnê?</strong></p>
<p><strong>Reuben Wu:</strong> É importante para qualquer banda, na verdade. Como artista, você está sempre pensando, não predominantemente, sobre o seu visual, sobre o visual dos vídeos, sobre o visual da arte. É algo em que todos nós estamos muito envolvidos. Acho que é simplesmente a nossa maneira de ser.</p>
<p><strong>O Ladytron já abriu shows de bandas como o Nine Inch Nails e já colaborou com Christina Aguilera. Como vocês explicam essa versatilidade?</strong></p>
<p><strong>Daniel:</strong> Todos simplesmente gostam de nós. Não que eu pense nisso.</p>
<p><strong>Cada membro da banda possui uma formação acadêmica diferente. Como vocês descobriram essa paixão comum pela música eletrônica?</strong></p>
<p><strong>Helen:</strong> Nós só ficamos bêbados, ou algo do tipo&#8230;<br />
<strong>Daniel:</strong> É, provavelmente ficamos bêbados e achamos que era uma boa ideia. A música que estava no mercado naquele momento, em que começamos, os discos que compartilhávamos, haviam poucas músicas na época sobre as quais concordávamos. Não era só sobre música eletrônica&#8230;<br />
<strong>Mira Aroyo:</strong>&#8230; nós também gostávamos de músicas dos anos 60, <strong>Serge Gainsbourg</strong>&#8230;<br />
<strong>Helen:</strong> Nós só queríamos nos divertir.<br />
<strong>Daniel:</strong> Não decidimos que seríamos uma banda eletrônica, essas eram as ferramentas que tínhamos, foram as ferramentas que utilizamos, mas não foi uma decisão. Nós não fizemos uma reunião um dia e decidimos &#8220;Seremos uma banda eletrônica, gente, é assim que acontecerá&#8221;. Foi mais uma questão dos instrumentos que possuíamos e das ferramentas à nossa disposição.</p>
<p><strong>Como os estilos e as preferências pessoais de cada membro influenciaram a banda, especialmente o último álbum, &#8220;Gravity The Seducer&#8221;?</strong></p>
<p><strong>Mira:</strong> Você nunca pensa realmente sobre outras músicas quando está produzindo uma música. Nós só pensamos na música que estamos produzindo. Tudo é muito subliminar, tudo influencia, obviamente, no fundo de sua mente, mas nós sempre buscamos o nosso próprio som e de certa maneira, nós não somos muito bons em copiar outras bandas.<br />
<strong>Daniel:</strong> Nós tentamos copiar outros artistas mas sempre acaba soando completamente diferente.</p>
<p><strong>Após o lançamento de uma coletânea de maiores sucessos e de um novo álbum, quais serão os próximos passos do Ladytron?</strong></p>
<p><strong>Daniel:</strong> Descansar.<br />
<strong>Helen:</strong> Sério. Nós temos mais alguns shows na Indonésia. Nós ficamos um bom tempo em turnê para divulgar o novo álbum, então, faremos uma pequena pausa, teremos um bom natal&#8230;</p>
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		<title>Entrevista: Kisses, dos trópicos artificiais da California para os palcos brasileiros</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2011/11/21/entrevista-kisses-dos-tropicos-artificiais-da-california-para-os-palcos-brasileiros/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 20:52:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Clara Matta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Jesse Kivel]]></category>
		<category><![CDATA[Kisses]]></category>
		<category><![CDATA[Princeton]]></category>
		<category><![CDATA[Zinzi Edmundson]]></category>

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		<description><![CDATA[Jesse Kivel e Zinzi Edmundson discutem influências, turismo, Robert Palmer e novo álbum em entrevista ao Rock 'n' Beats]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
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										</div><p><img class="aligncenter size-full wp-image-56409" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Kisses-band.jpg" alt="" width="610" height="421" /></p>
<p>Foi em um dia nublado e relativamente frio que a dupla <strong>Kisses</strong> fez a sua estreia nos palcos de Belo Horizonte, mas do interior do Grande Teatro, era difícil não imaginar que suas portas ocultavam uma tarde de verão em Los Angeles, Califórnia. A dupla, que chegou ao festival Eletronika com um excelente álbum de estreia na bagagem, <em>The Heart of the Nightlife</em>, colocou o público para dançar em cima do lendário palco mineiro.</p>
<p><strong>Jesse Kivel</strong> (também da banda <strong>Princeton</strong>, que lançará novo álbum no primeiro semestre de 2012) e <strong>Zinzi Edmundson</strong> conversaram com o <strong>Rock &#8216;n&#8217; Beats</strong> sobre os próximos passos, o futuro da banda, e detalhes curiosos sobre a produção e a inspiração de <em>The Heart of the Nightlife</em>. Depois dessa entrevista, você não precisa conhecer Palm Springs ou Bermuda para entender cada nuance do som leve, relaxante e divertido do <strong>Kisses</strong>. Confira!</p>
<p><strong>Com um single chamado Bermuda e um clima de verão em todo o seu álbum (inclusive na arte da capa), como vocês descreveriam a influência da cultura tropical no seu som? E como é apresentar essas músicas em um país tropical?</strong></p>
<p><strong>Jesse Kivel</strong>: A atmosfera tropical da nossa banda não está fundamentada em outros países, como o Brasil, onde existem florestas tropicais de verdade, e sim em um trópico artificial, como Palm Springs na Califórnia. Você já esteve lá? Palm Springs fica a uma hora de distância de Los Angeles, é um completo deserto, não tem nada de tropical lá, mas eles despejam toneladas de água para que pareça tropical. É falso, é como uma miragem, um oásis no deserto. Nosso som é influenciado por isso, pois sou de Los Angeles. Na capa do nosso álbum está um velho hotel dos anos 60 em Palm Springs, e tem aquela arquitetura bem moderna mas tem todas aquelas palmeiras e plantas tropicais, todas importadas, elas não pertencem àquele lugar, e eu acho que aquele contraste era algo que nos interessava como banda.</p>
<p><strong>Tudo OK, aqui em Belo Horizonte nós também não temos palmeiras, mar, nada tropical&#8230;</strong></p>
<p><strong>Jesse:</strong> Mas no Rio sim! Além disso, a capa do single <em>Bermuda</em> é o triângulo das Bermudas, nós só queríamos símbolos fortes para cada single, para o álbum em si nós só queríamos a estética da piscina e do hotel, mas para cada single buscamos uma só imagem que representasse a faixa inteira, então, para <em>Bermuda</em>, pensamos que seria interessante utilizar o triângulo, tem algo de interessante e exótico&#8230; a região de <em>Bermuda</em> tem algo de muito exótico e algo de nada exótico. É muito americanizada&#8230;</p>
<p><strong>Zinzi Edmundson:</strong> Não, não é americanizada, é britânica.</p>
<p><strong>Jesse:</strong> Mas é um lugar americanizado de turismo, pessoas das Carolinas vão para lá&#8230;</p>
<p><strong>Zinzi:</strong> É quase como Palm Springs, só que ao contrário. Em Palm Springs eles importam o tropical, e em Bermuda eles importam a aridez britânica, com todos aqueles homens de bermudas e camisas pólo, bebendo Gim Tônica. Óbvio que tem um elemento imperial nisso, mas tudo parece muito manufaturado.</p>
<p><strong>Vocês visitaram o país após a composição da faixa?</strong></p>
<p><strong>Zinzi:</strong> Você já esteve nas Bermudas, <strong>Jesse</strong>?<br />
<strong>Jesse:</strong> Não<br />
<strong>Zinzi:</strong> Eu estive, mas bem antes da faixa.</p>
<p><strong>Há menos de um mês vocês lançaram um ótimo cover, que vocês até apresentaram no show, de Johnny and Mary, originalmente gravada por Robert Palmer. Como essa ideia surgiu? Nós podemos esperar esse tipo de influência no novo álbum?</strong></p>
<p><strong>Zinzi:</strong> Isso foi bem aleatório, na verdade. Eu estava olhando em em um blog de moda, e você já viu algum dos clipes mais conhecidos do <strong>Robert Palmer</strong>, como <em>Simply irresistible</em>, <em>Addicted to Love</em>? Tem sempre aquelas garotas do <strong>Robert Palmer</strong>, com aquela maquiagem escura clássica dos anos 80. Eu estava vendo um vídeo nesse blog que tinha o maquiador que fez todos aqueles trabalhos e ele estava tentando ensinar como obter aquele &#8220;visual <strong>Robert Palmer</strong>&#8221; e por algum motivo <strong>Jesse</strong> estava comigo e nós ficamos fascinados por aquelas garotas, que nos vídeos fingem que tocam guitarras. Mas aí acabamos por explorar sua música e descobrimos que <em>Addicted to Love</em> é, de longe, sua pior música. Tem músicas fantásticas ali.</p>
<p><strong>Jesse:</strong> Sabe quando você entra no YouTube, um vídeo acaba e o site te mostra outros vídeos? Nós estávamos vendo esse vídeo com o maquiador e quando o vídeo acabou, o YouTube mostrou diversos outros vídeos do <strong>Robert Palmer</strong>. Um dos primeiros era <em>Johnny and Mary</em>, Zinzi colocou o clipe e eu instantaneamente amei a música, achei tão estranha, cool e sutil, e <strong>Robert Palmer</strong> para mim era exatamente o oposto disso nos anos 80, chamativo, alto, gritando nos refrões, e essa era tão quieta e sutil, muito bonita, e ficou grudada em nossas cabeças. Nós sempre discutimos a ideia de fazer um cover, todo o tempo, e eu sempre falo &#8220;Isso daria um ótimo cover, nós devíamos gravar&#8221;&#8230;</p>
<p><strong>Zinzi:</strong> E nós nunca concordamos e por algum motivo concordamos nessa.</p>
<p><strong>Jesse:</strong> Depois dessa canção, a ideia ficou conosco, e essa não é uma faixa que foi gravada por muitos artistas, não está gasta, e nós poderíamos fazer algo legal, pois a BPM da faixa é 154, uma canção de rock, mas nós fazemos Dance Music, com 120 ou 130, então eu pensei que poderíamos desacelerar a música e a transformar em uma faixa ao nosso estilo, mantendo o sentimento da letra.</p>
<p><strong>Jesse, qual é a maior diferença da sua abordagem criativa nas bandas Kisses e Princeton?</strong></p>
<p><strong>Jesse:</strong> A diferença principal é, originalmente, o próprio estilo musical. Com o <strong>Princeton</strong> era mais folk, twee, e então eu quis enveredar pela Dance Music. Porém, recentemente, no novo álbum da <strong>Princeton</strong>, as novas músicas já carregam elementos dance. Para mim, a grande diferença agora é que, na <strong>Princeton</strong>, como uma banda, todos se reúnem, trabalham em conjunto nas partes, e o <strong>Kisses</strong> é um projeto no qual eu crio a estrutura e a visão da música. Então é menos colaborativo que o <strong>Princeton</strong>, que são quatro caras que trabalham juntos, e dizem &#8220;Ei, você trabalha no baixo, você, na bateria&#8221;, é uma banda mais tradicional quando está trabalhando em novas músicas.</p>
<p><strong>O título do seu álbum de estreia, The Heart of the nightlife, parece mais do que um título, uma declaração. Essa é uma estética que vocês buscam enquanto compõem? As faixas são pensadas especificamente para o ambiente noturno?</strong></p>
<p><strong>Jesse:</strong> Eu acho que o título na verdade é irônico.<br />
<strong>Zinzi:</strong> Tem um duplo sentido.<br />
<strong>Jesse:</strong> O primeiro sentido, na superfície, é que esse álbum não é o coração da vida noturna de modo algum, pois são aquelas canções, o disco que você escuta às 4 da manhã, o barulho da boate ainda está zumbindo em seu ouvido e você está cansado e quer um álbum quieto. Então, para mim, é o oposto do coração.<br />
<strong>Zinzi:</strong> De certa maneira, não é o que você ouviria no coração da noite, no meio dela. Algumas faixas são muito boas para dançar, mas nenhuma é verdadeiramente &#8220;club banger&#8221;, para dançar intensamente, após algumas caipirinhas. Mas é sim o coração da vida noturna no sentido emocional, esse é o sentido mais preciso.<br />
<strong>Jesse:</strong> Como você se sente quando está dançando com alguém que você ama ou tentando conhecer alguém, esses sentimentos da vida noturna, não uma Dance Music para dançar a noite inteira. Além disso, o título partiu de um álbum de <strong>Tom Waits</strong>, acho que se chama <em>The Heart of Saturday Night</em>, e esse álbum, que meu irmão havia comprado, me fez pensar: esse é um título cool. Aí eu arquivei essa informação, e quando estava trabalhando em um álbum de Dance Music, achei que a vida noturna integrava bem a esse conceito.</p>
<p><strong>Como vocês viram, em Belo Horizonte, vocês se apresentaram em um local que constantemente recebe artistas clássicos, orquestras e shows acústicos, e que exige que sua plateia fique sentada e relativamente quieta. Vocês estavam nervosos sobre como seria o resultado?</strong></p>
<p><strong>Jesse:</strong> Nós estávamos nervosos porque o local era tão grande. Nós não nos apresentamos normalmente em locais desse porte, mas eu, pessoalmente, estava muito empolgado, pois meus shows favoritos sempre foram em teatros, como os de <strong>Antony and the Johnsons</strong>, <strong>Sufjan Stevens</strong>&#8230;<br />
<strong>Zinzi:</strong> <strong>Dirty projectors</strong>&#8230;<br />
<strong>Jesse:</strong> São locais belíssimos, e são meus shows favoritos. Eu estou cansado de ir a um clube e ver uma banda se apresentando com péssima qualidade de som, por isso, mesmo tocando Dance Music foi empolgante ser ouvido apropriadamente e tocar para uma plateia tão quieta e educada.<br />
<strong>Zinzi:</strong> Também acho que toda vez que nos apresentamos existe um elemento de &#8220;qualquer coisa pode acontecer&#8221;, e você não sabe o que irá acontecer, então simplesmente a ideia de se apresentar em um local diferente dos que nos apresentamos normalmente&#8230;é assim &#8211; será que as pessoas estarão sentadas quando nós entrarmos? será que elas vão se levantar e dançar? &#8211; isso adiciona um elemento extra de -nossa, espero que eles curtam o show! &#8211; então eu fico feliz que realmente deu tudo certo.</p>
<p><strong>O slogan do festival Eletronika é &#8220;Festival de novas tendências&#8221;. Para vocês quais são as novas tendências na música?</strong></p>
<p><strong>Jesse:</strong> Para mim a nova tendência, enquanto nós envelhecemos como músicos, é fazer a sua própria tendência. Isso pode parecer bobo, mas eu sinto que você começa como músico e faz o seu melhor. Aí você se torna fã de um artista e tenta imitá-lo. Depois, você completa o ciclo e desenvolve sua própria voz, então para mim a nova tendência é a sua própria, e nós não podemos contá-la, pois ela estará no nosso próximo disco. Nós queremos fazer algo diferente, se nós vemos uma nova tendência, nós já não a queremos mais. É assim: &#8216;Ah, muita gente está usando a batida do 808&#8242; mesmo se eu gostar, nós tentamos algo diferente porque queremos ir além do que está &#8220;em alta&#8221; agora. Queremos produzir algo que as pessoas possam escutar por muito tempo. Acho que <em>The Heart of The Nightlife</em> é um ótimo disco e estamos muito orgulhosos dele, mas acho que é, de certa maneira, uma catarse de toda a música que eu amo, e acho que estamos evoluindo para produzir algo mais pessoal e único para nós e fundamentado em algo que não seja só &#8220;do momento&#8221;.</p>
<p><strong>Zinzi:</strong> Acho que no nosso novo disco, que não está nem perto da conclusão, a direção a ser seguida não é a mesma de grande parte da Dance Music. A nova tendência é se arriscar, sempre buscar o novo, tentar descobrir o que está acontecendo no momento, o que você curte, tirar inspiração do maior número possível de lugares.</p>
<p><strong>Agora eu fiquei curiosa: quais foram os artistas que causaram essa catarse?</strong></p>
<p><strong>Zinzi:</strong> Ah, do primeiro disco?<br />
<strong>Jesse:</strong> Acho que usamos a música Disco, <strong>Giorgio Moroder</strong>, <strong>Cerrone</strong>, <strong>Arthur Russell</strong>, esses são artistas que estão na base desse estilo musical, mas em termos de artistas contemporâneos, <strong>The Whitest Boy Alive</strong>&#8230;<br />
<strong>Zinzi:</strong>&#8230;<strong>Air France</strong>&#8230;<br />
<strong>Jesse:</strong> <strong>The Tough Alliance</strong>, música sueca&#8230;<br />
<strong>Zinzi:</strong>&#8230;<strong>CEO</strong>&#8230;<br />
<strong>Jesse:</strong> <strong>Studio</strong>, <strong>The Embassy</strong>, muitas bandas da Suécia, eu sempre amei <strong>Kings of Convenience</strong>, <strong>Whitest Boy Alive</strong>&#8230;<br />
<strong>Zinzi:</strong>&#8230;o projeto solo de <strong>Erlend Oye</strong>&#8230;<br />
<strong>Jesse:</strong> Então esses são os artistas contemporâneos que eu adoro ouvir e que me ajudaram a encontrar minha voz.</p>
<p><strong>Essas influências estão mudando em direção ao segundo álbum?</strong></p>
<p><strong>Jesse:</strong> Eu ainda amo essas bandas, mas já não sou tão influenciado por elas, eu &#8220;virei a esquina&#8221; e encontrei meu próprio estilo como compositor. E nós estamos tentando produzi-lo de maneira diferente. A produção está definitivamente mais sombria nesse próximo álbum, ao estilo do som do meio e fim dos anos 80, do gênero Freestyle, popular em L.A. e nos EUA, com palmas &#8220;gated&#8221;. Está diferente.</p>
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		<title>Entrevista: Cícero fala sobre o projeto Is This Indie e toca &#8220;Barely Legal&#8221; na íntegra</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2011/10/28/entrevista-cicero-fala-sobre-o-projeto-is-this-indie-e-toca-barely-legal-na-integra/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 20:01:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Is This Indie]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Cícero]]></category>
		<category><![CDATA[Rock 'n' Beats]]></category>

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										</div>Nesta segunda (31), a gente mostra para vocês todo o disco Is This Indie, disco produzido por este Rock ‘n’ Beats, com a participação de 14 bandas brasileiras revisitando o disco Is This It, do [...]]]></description>
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										</div><p style="text-align: justify;">Nesta segunda (31), a gente mostra para vocês todo o disco <em>Is This Indie</em>, disco produzido por este <strong>Rock ‘n’ Beats</strong>, com a participação de 14 bandas brasileiras revisitando o disco <em>Is This It</em>, do <strong>The Strokes</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos convidados é o carioca <strong>Cícero</strong>. Este ano, ele apresentou seu disco de estreia em carreira solo, chamado <em>&#8220;Canções de Apartamento&#8221;</em>, uma das revelações mais interessantes da música brasileira em 2011 – composto e gravado inteiramente em seu apartamento no Rio de Janeiro. O álbum ganhou os ouvidos de milhares de pessoas pela internet, que se identificaram com as letras e a sonoridade da música do rapaz.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim que ouvimos o trabalho, não tivemos dúvida em convidá-lo para participar da coletânea. Prontamente, ele aceitou nosso convite e nos mandou a versão para a músic<em>a Barely Legal</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante uma viagem do <strong>Rock &#8216;n&#8217; Beats</strong> ao Rio de Janeiro, conhecemos o apartamento do <strong>Cícero </strong>e na visita, ele trocou uma ideia com a gente sobre o <em>Is This Indie</em>, o convite para participar do projeto e ele ainda tocou a música no violão. Veja:</p>
<p style="text-align: justify;"><object width="614" height="400" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/wexKTa6d2Dk?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="614" height="400" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/wexKTa6d2Dk?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: justify;">E esta não é a versão oficial da música. <a href="http://www.rocknbeats.com.br/2011/09/19/ouca-teaser-de-barely-legal-do-strokes-na-versao-de-cicero/">Ouça abaixo um teaser</a> e se prepare para conhecê-la na íntegra na próxima segunda.</p>
<p style="text-align: justify;"><object width="100%" height="81" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F23693654&amp;" /><embed width="100%" height="81" type="application/x-shockwave-flash" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F23693654&amp;" allowscriptaccess="always" /></object><span><a href="http://soundcloud.com/izadora-pimenta/c-cero-barely-legal-teaser">Cícero &#8211; Barely Legal (Teaser)</a> by <a href="http://soundcloud.com/izadora-pimenta">Izadora Pimenta</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">E não para por aí: o <strong>Rock &#8216;n&#8217; Beats </strong>também irá trazer o <strong>Cícero</strong> para dois shows em <strong>São Paulo</strong>, ambos no dia 20 de novembro. Tudo começa com uma feijoada em <strong>Campinas </strong>na <strong>Casa São Jorge</strong>, dentro da festa <em>Som na Cozinha</em>, e vai parar mais à noite na capital, às 22h, nos palcos do <strong>Kabul Bar</strong>. Em breve iremos soltar mais informações, mas já vai anotando na agenda!</p>
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		<title>Entrevista e making off: João e os Poetas marchando para seu primeiro álbum</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2011/10/05/entrevista-e-making-off-joao-e-os-poetas-marchando-para-seu-primeiro-album/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 15:02:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christian Camilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[João e os Poetas]]></category>

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										</div>O processo de produção do primeiro álbum, para qualquer banda que se dedique a encontrar sua identidade, é uma fase marcada pela busca de caminhos: como compor, como tocar, como gravar e  até como apresentar [...]]]></description>
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										</div><p style="text-align: justify;">O processo de produção do primeiro álbum, para qualquer banda que se dedique a encontrar sua identidade, é uma fase marcada pela busca de caminhos: como compor, como tocar, como gravar e  até como apresentar seu trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">A banda <strong>João e os Poetas</strong>, um dos poucos destaques da carente cena campineira, está atualmente vivendo essa fase de produção de seu álbum: apesar da banda  contar com excelentes músicos, o jovem grupo não possui &#8220;muita rodagem&#8221; neste exercício de produção e composição em estúdio. Por esta razão  o grupo achou importante a figura do produtor: Gabriel Duarte, &#8220;o Gagá&#8221;, produtor e baixista do Instiga foi o escolhido para produzir e passar sua experiência na  realização desta importante etapa da banda.</p>
<p style="text-align: justify;">Abaixo vocês podem conferir uma entrevista produzida por <a href="http://umafotopordia.com" target="_blank">Christian Camilo</a> com o vocalista Lucas Camporezzi, o baixista Rafael Gomes e o tecladista Bernando Penha, gravada durante um dos dias de gravação do álbum, que &#8220;por alguns instantes&#8221; chegou a ser batizado de <em>Lugar Comum</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="610" height="481" src="http://www.youtube.com/embed/0oN1oKMDvfs?color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;modestbranding=1&amp;loop=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=1" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=0oN1oKMDvfs">www.youtube.com/watch?v=0oN1oKMDvfs</a></p></p>
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		<title>Vídeo: Rock &#8216;n&#8217; Beats entrevista Marcelo Camelo</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2011/08/22/video-rock-n-beats-entrevista-marcelo-camelo/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 23:12:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock 'n' Beats</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Rock 'n' Beats]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Camelo]]></category>

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										</div>Entrevista por: Christian Camilo, Izadora Pimenta e Junior Passini Na última quinta-feira, antes de se apresentar no Espaço Mog, em Campinas, Marcelo Camelo conversou um pouco com o Rock &#8216;n&#8217; Beats sobre seu novo trabalho, [...]]]></description>
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<p style="text-align: right;"><strong>Entrevista por: </strong><a href="http://twitter.com/chriscamilo80"><strong>Christian Camilo</strong></a><strong>, </strong><a href="http://twitter.com/izadorapimenta"><strong>Izadora Pimenta </strong></a><strong>e </strong><a href="http://twitter.com/juniorpassini"><strong>Junior Passini</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;">Na última quinta-feira, antes de se apresentar no <strong>Espaço Mog</strong>, em Campinas, <strong>Marcelo Camelo</strong> conversou um pouco com o <strong>Rock &#8216;n&#8217; Beats</strong> sobre seu novo trabalho, <em>Toque Dela</em>, algumas outras questões relacionadas à sua carreira, como a relação com a internet, e assuntos pertinentes como a superexposição de sua vida pessoal e a explicação do tal &#8220;olhar pokemón&#8221; citado em uma entrevista recente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Camelo</strong> veio a Campinas trazido pelo <strong>Rock &#8216;n&#8217; Beats</strong>, e além das canções de <em>Toque Dela</em>, mandou um repertório que passeou por <em>Sou</em>, sua estreia solo e algumas músicas do <strong>Los Hermanos</strong>, como <em>A Outra</em>, <em>Morena</em> e <em>Além do Que Se Vê</em> &#8211; que encerrou com chave de ouro a apresentação.</p>
<p>Camelo tocando <em>Pois é</em> no <strong>Espaço Mog</strong>:</p>
<p><object width="500" height="345" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/3ZyDYg6IPwI?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="500" height="345" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/3ZyDYg6IPwI?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
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		<title>Wannabe Jalva lança EP e fala ao Rock&#8217;n&#039;Beats</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 17:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>indiedadepressao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Rock 'n' Beats]]></category>
		<category><![CDATA[disco novo]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
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										</div><p style="text-align: justify;">A <strong>Wannabe Jalva</strong> acaba de lançar seu primeiro EP. Os gaúchos de Porto Alegre, que já haviam sido uma das nossas descobertas <a href="http://www.rocknbeats.com.br/2010/06/02/descobertas-n-25-%E2%80%93-wannabe-jalva/">aqui</a>, agora já construiram um nome no cenário independente do país e o lançamento do primeiro disco, <em>Welcome to Jalva,</em> pode ser considerado um divisor de águas na história da banda.</p>
<p style="text-align: justify;">Com exclusividade, <strong>Felipe Puperi</strong>, vocalista e guitarrista da banda, falou para nós do <strong>Rock&#8217;n'Beats</strong> sobre o processo de amadurecimento que a estrada proporciona e a sensação de fazer um lançamento no meio independente. Confira:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rock&#8217;n'Beats &#8211; A banda é relativamente nova e já foi entrevistada por nós por aqui. O entrosamento era vísivel, mas creio que algum tempo de estrada ajuda mais ainda. Como foi o processo de amadurecimento desde então?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Felipe Puperi -<span style="color: #ff0000;"> <span style="color: #000000;">Pois é, muita coisa aconteceu desde aquela nossa entrevista. Foram vários shows, muita correria e alguns perrengues. Tocamos em situações adversas várias vezes mas, em outras ocasiões, também tivemos a oportunidade de tocar em lugares muito legais, com super infra-estrutura. Essa diferença ajuda bastante uma banda a crescer e amadurecer. O processo de se descobrir tanto nas dificuldades quanto nas situações mais favoráveis fortalece o convívio e o nosso entendimento como banda. A gente se considera novo ainda nesse processo de estrada. Sabemos que tem muita coisa por vir&#8230; muitos shows, muitas viagens, mais e mais correria. O amadurecimento é um processo natural. Quanto mais tocamos por aí, mais sabemos o que não está legal e como devemos fazer para melhorar.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;"><strong>RnB &#8211; </strong></span></span><strong>Qual a sensação de vocês lançarem o primeiro trabalho? Creio que seja um sonho se realizando, principalmente no meio independente.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">FP -<span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;">É uma sensação bem esquisita pra falar a verdade. É um filho de 4 pais, que cada um vê de um jeito, trata de uma forma e encara diferente. Já faz um ano desde que soltamos as nossas primeiras músicas na internet. Passamos então a compôr outras musicas para que pudéssemos lançar o que seria um primeiro trabalho concreto da banda. Ainda não é um disco &#8220;full&#8221;, mas cuidamos tanto dos detalhes que pra nós é como se fosse. Todos sabem que é difícil ser uma banda no meio independente, que tem que acreditar muito mesmo e correr bastante atrás das coisas pra elas acontecerem. A gente fica orgulhoso de esta</span><span style="color: #000000;">r conseguindo dar esse primeiro passo do Wannabe Jalva.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;"><strong>RnB &#8211; </strong></span></span><strong>O nome do disco é “Welcome to Jalva”, o que, obviamente tem relação estreita com o nome da banda. Vocês já haviam nos contado o significado de Jalva antes, mas fica a oportunidade de novamente voltar ao assunto, dessa vez comparando com o clima do disco.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">FP -<span style="color: #ff0000;"> <span style="color: #000000;">O nome do disco surgiu um pouco da ideia do que é Jalva sim. Nós queriamos que o nome introduzisse a banda e &#8220;Welcome to Jalva&#8221; dá sentido a esse nosso primeiro momento de banda. São nossas primeiras composições, primeiras ideias. Jalva, como já falamos antes, tá no espaço, é uma loucura, um lugar no meio do nada, um planeta das ideias paralelas. Enfim, seja bem vindo ao nosso universo.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;"><strong>RnB &#8211; </strong></span></span><strong>O processo de gravação é sempre algo bastante interessante e costuma gerar muitas histórias. Gostariam de nos contar alguma em particular que adveio desse processo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">FP -<span style="color: #ff0000;"> <span style="color: #000000;">Olha, a primeira coisa interessante é que demoramos 1 ano pra finalizar tudo.  A gravação durou muito tempo. A gente foi bem perfeccionista e como não tinhamos produtor e nós mesmos mixamos o disco (na verdade foi o Thiago que mixou), o projeto se estendeu bem mais do que o previsto. Tiveram algumas coisas legais também, como a participação dos Holger numa das faixas. Outra coisa interessante foi que estávamos com tudo gravado, com o disco praticamente pronto e, do nada, fizemos uma musica nova que curtimos muito. Paramos toda a gravação e voltamos pro estúdio pra gravar a tal musica (que se chama Something New). Isso atrasou em uns 3 meses o processo, mas foi importante porque ela acaba retratando uma outra fase da banda</span></span><span style="color: #000000;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>RnB &#8211; </strong></span><strong>As músicas em geral são como filhos, eu sei. Contudo, existe alguma preferida para vocês ou a preferida de cada um separadamente?<span style="color: #000000;"><br />
</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">FP</span><strong><span style="color: #000000;"> -</span></strong><span style="color: #ff0000;"> <span style="color: #000000;">Sim, acredito que temos as nossas preferidas, mas tem muito de fase nisso. Às vezes, passamos muito tempo sem tocar uma das musicas e quando voltamos com ela parece que é bem melhor do que achávamos. Acho que curtimos mais ou menos as mesmas musicas entre os quatro. Pra não dizer uma só, gostamos muito da faixa que abre o disco (Full Of Grace), e da que encerra o disco (You and I).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;">RnB &#8211; </span></span>Por fim, quais são os próximos shows programados e o que esperam deles, principalmente após o lançamento do novo trabalho?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;">FP -</span></span><span style="color: #cc0000;"> <span style="color: #000000;">Temos uns shows bem legais marcados e estamos pilhadões pra já começar a tocar por aí&#8230; Nosso próximo show é em quinta que vem em SP, depois voltamos para Porto Alegre, fazemos um show supresa na sexta-feira e o lançamento numa casa aqui no Sábado. Na sequência tocamos em Curitiba e Rio. Por enquanto são esses shows confirmados, mas tem outros sendo marcados. A gente espera uma evolução legal no palco, muita vibe e que a galera dance, pule, grite, faça topless e curta com a gente.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-44589" title="Logo" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Logo-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #cc0000;"><span style="color: #000000;">Você pode escutar o EP da banda, <em>Welcome to Jalva, </em>aqui mesmo no<strong> Rock&#8217;n'Beats</strong>:</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p><img style="visibility: hidden; width: 0px; height: 0px;" src="http://c.gigcount.com/wildfire/IMP/CXNID=2000002.0NXC/bT*xJmx*PTEzMDcxMTU5OTI1MjkmcHQ9MTMwNzExODM2MTY3MCZwPTI3MDgxJmQ9cHJvX3BsYXllcl9maXJzdF9nZW4mZz*xJm89/NTBhZTc3M2E*Njk*NGNjYmEzM2JlOTE4NDdjYjdiNTkmb2Y9MA==.gif" alt="" width="0" height="0" border="0" /><object width="180" height="300" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="allowNetworking" value="all" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="quality" value="best" /><param name="src" value="http://cache.reverbnation.com/widgets/swf/40/pro_widget.swf?id=artist_1615257&amp;posted_by=&amp;skin_id=PWAS1008&amp;font_color=333333&amp;auto_play=false&amp;shuffle=false" /><param name="allownetworking" value="all" /><embed width="180" height="300" type="application/x-shockwave-flash" src="http://cache.reverbnation.com/widgets/swf/40/pro_widget.swf?id=artist_1615257&amp;posted_by=&amp;skin_id=PWAS1008&amp;font_color=333333&amp;auto_play=false&amp;shuffle=false" allowscriptaccess="always" allowNetworking="all" allowfullscreen="true" wmode="transparent" quality="best" allownetworking="all" /></object><br />
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="color: #ff0000;"><br />
</span></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">
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