<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Rock &#039;n&#039; Beats &#187; Lançamentos da Semana</title>
	<atom:link href="http://www.rocknbeats.com.br/category/lancamentos-da-semana/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.rocknbeats.com.br</link>
	<description>Nova Música</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Feb 2012 22:51:24 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
<image>
<link>http://www.rocknbeats.com.br</link>
<url>http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/mbp-favicon/favicon.ico</url>
<title>Rock &#039;n&#039; Beats</title>
</image>
		<item>
		<title>Lançamentos da Semana: Paul McCartney, Mark Lanegan, Air, The Fray, Dr.Dog e mais</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2012/02/07/lancamentos-da-semana-paul-mccartney-mark-lanegan-air-the-fray-dr-dog-e-mais/</link>
		<comments>http://www.rocknbeats.com.br/2012/02/07/lancamentos-da-semana-paul-mccartney-mark-lanegan-air-the-fray-dr-dog-e-mais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 21:38:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Clara Matta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos da Semana]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.rocknbeats.com.br/?p=61772</guid>
		<description><![CDATA[Confira os álbuns que chegam às lojas esta semana!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
											<iframe
												style="height:25px !important; border:0px solid gray !important; overflow:hidden !important; width:550px !important;" frameborder="0" scrolling="no" allowTransparency="true"
												src="http://www.linksalpha.com/social?blog=Rock+%26%23039%3Bn%26%23039%3B+Beats&link=http%3A%2F%2Fwww.rocknbeats.com.br%2F2012%2F02%2F07%2Flancamentos-da-semana-paul-mccartney-mark-lanegan-air-the-fray-dr-dog-e-mais%2F&title=Lan%C3%A7amentos+da+Semana%3A+Paul+McCartney%2C+Mark+Lanegan%2C+Air%2C+The+Fray%2C+Dr.Dog+e+mais&desc=Air+%E2%80%93+Le+Voyage+Dans+La+Lune+%28Astralwerks%29%0D%0AEnquanto+Georges+M%C3%A9li%C3%A8s+buscava+o+que+havia+de+mais+complexo%2C+m%C3%A1gico%2C+inovador+e+at%C3%A9+cient%C3%ADfico+em+um+mundo+no+qual+a+tecnologia+ainda+caminhava+a+pa&fc=333333&fs=arial&fblname=like&fblref=facebook&fbllang=pt_BR&fblshow=1&fbsbutton=1&fbsctr=1&fbslang=en&fbsendbutton=0&twbutton=1&twlang=pt&twmention=rocknbeats&twrelated1=rocknbeats&twrelated2=&twctr=1&lnkdshow=noshow&lnkdctr=0&buzzbutton=0&buzzlang=en&buzzctr=1&diggbutton=0&diggctr=1&stblbutton=0&stblctr=1&g1button=1&g1ctr=1&g1lang=pt-BR">
											</iframe>
										</div><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-61790" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/02/air-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Air – Le Voyage Dans La Lune (Astralwerks)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto <strong>Georges Méliès</strong> buscava o que havia de mais complexo, mágico, inovador e até científico em um mundo no qual a tecnologia ainda caminhava a passos curtos, o <strong>Air</strong> sempre seguiu o caminho oposto, de tornar mais orgânico e clean o som saído dos computadores e sintetizadores, abandonando os excessos do gênero e buscando a simplicidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem diria que os dois caminhos se cruzariam, 100 anos após o lançamento do filme <em>La Voyage Dans La Lune</em>, e resultariam em um belo álbum-conceito. O novo álbum do <strong>Air</strong> funciona melhor como trilha sonora, com cada título de música fazendo referência a uma das icônicas cenas do curta de <strong>Méliès</strong>, mas também conta com bons momentos que não dependem de imagem alguma, como <em>Seven Stars</em> e <em>Parade</em>. Enquanto <em>La Voyage Dans La Lune</em> é um dos filmes mais importantes da história do cinema, o álbum de mesmo nome não se destaca nem mesmo na discografia do <strong>Air</strong>. Mas a combinação? A combinação é vencedora.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Air</strong> e <strong>Victoria Legrand</strong> &#8211; <em>Seven Stars</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/gA_MqOVKYr0" frameborder="0" width="610" height="25"></iframe><br />
(<a href="http://twitter.com/_ana_c" target="_blank">Ana Clara Matta</a>)<br />
<img class="alignleft size-thumbnail wp-image-61792" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/02/drdog-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Dr. Dog – Be The Void (ANTI-)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ouvindo o sexto álbum do <strong>Dr. Dog</strong> você fica na dúvida se a principal característica do disco é uma qualidade ou um defeito. <em>Be the Void</em> tem um mix de influências muito abrangentes: começa e termina inegavelmente folk com <em>Lonesome</em> e <em>Turning the Century</em>, que cercam o miolo rock, pop e experimental do disco. A terceira faixa, <em>These Days</em> é extremamente <strong>The Strokes</strong>, e pouco depois você encontra <em>Get Away</em>, que poderia ser uma faixa do <strong>Fleet Foxes</strong>. Ainda tem um <strong>The Beach Boys</strong> aqui, um <strong>Wilco</strong> ali, e uma confusa ideia de que tudo isso funciona bem.</p>
<p style="text-align: justify;">A confusão passa quando você se lembra que o <strong>Dr. Dog</strong> de onze anos atrás já gostava de usar várias referências e que, o resultado na carreira da banda foi um gradativo crescimento até seus melhores álbuns: <em>Fate</em> (2008) e <em>Shame, Shame</em> (2010). A sequência com <em>Be the Void</em> é bem-vinda, afinal toda essa mistura parece ser justamente o que faz o disco fluir, mas não há como fugir do pensamento de que o <strong>Dr. Dog</strong> parece nunca ter encontrado seu centro e continua orbitando pelo mundo da música até hoje.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dr. Dog</strong> &#8211; <em>These Days</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/RqiOW9TM_ao" frameborder="0" width="614" height="25"></iframe><br />
(<a href="http://twitter.com/soalves" target="_blank">Soraia Alves</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-61909" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/02/jennyowen-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Jenny Owen Youngs &#8211; An Unwavering Band of Light</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para <strong>Jenny Owen Youngs</strong>, sempre bastaram uma guitarra na mão e altas doses de ironia. Dos primeiros momentos de sua carreira, com covers de <em>Hot in Herre</em>, do <strong>Nelly</strong>, e músicas como <em>Fuck Was I</em> e <em>Drinking Song</em>, até a recente pérola <em>Last Person</em>, <strong>Jenny</strong> sempre utilizou sua incrível habilidade com metáforas e jogos de palavras e seu tom ácido para revelar o bom humor que se esconde por trás de qualquer situação.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a piada não parece ter mais tanta graça, e <strong>Jenny</strong> traz em seu novo álbum um olhar mais angustiado, em 11 crônicas sobre a falta de profundidade das passageiras relações humanas de hoje, e o vazio trazido por elas. <em>An Unwavering Band of Light</em> começa perfeitamente, com a trinca roqueira <em>Love for Long</em>, <em>Your Apartment</em> e <em>Pirates</em>, mas suas baladas perdem para as dos álbuns anteriores de <strong>Jenny</strong>. Wake Up encerra o álbum em uma nota otimista, tanto em relação às suas angústias, quanto em relação à sua carreira, pois mostra que quando acerta, <strong>Jenny</strong> ainda escreve e diverte como poucas de sua geração.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Jenny Owen Youngs</strong> &#8211; <em>Your Apartment</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/6AAXlmMpq8U" frameborder="0" width="610" height="25"></iframe><br />
(<a href="http://twitter.com/_ana_c" target="_blank">Ana Clara Matta</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-61791" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Mark-Lanegan-Band-Blues-Funeral-sticker-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Mark Lanegan Band – Blues Funeral (4AD)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É difícil um título de um disco evocar tão bem a sua essência quanto <em>Blues Funeral</em>. <strong>Mark Lanegan</strong> retorna da longa parceria com <strong>Isobel Campbell</strong>, do <strong>Belle &amp; Sebastian</strong>, para sua carreira solo, depois de 8 anos.O ex-vocalista do <strong>Screaming Trees</strong>, contudo, esteve muito bem acompanhado durante as gravações e conta com participações de peso como <strong>Alain Johannes</strong>, <strong>Josh Homme</strong>, <strong>Greg Dulli</strong> e <strong>Jack Irons</strong>, e seu retorno é marcado com um álbum soturno, profundo e um tributo fascinante e inusitado ao Blues.</p>
<p style="text-align: justify;">Com sons modernos mesclados com a ideia nostálgica, quase todas as músicas poderiam ser perfeitas como trilhas sonoras de filmes sombrios. <strong>Lanegan</strong>, entretanto, não faz apenas uma bela obra que invoca imagens pelas suas letras e seu vocal pesado, é o conjunto que impressiona.É um trabalho forte e com temas lúgubres, que deve ser ouvido com atenção e em sua totalidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mark Lanegan Band</strong> &#8211; <em>The Gravedigger&#8217;s Song</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/mVCNSZPPr9M" frameborder="0" width="610" height="25"></iframe><br />
(<a href="http://twitter.com/ninalibs" target="_blank">Marina Bastos</a>)<br />
<img class="alignleft size-thumbnail wp-image-61797" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/02/paul_mccartney_kisses_on_the_bottom1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Paul McCartney – Kisses on the Bottom (Hear Music/Concor)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Paul McCartney quer ser, ao mesmo tempo, um cara família e um cara workaholic. E <em>Kisses On The Bottom</em> não poderia representar melhor a fase na qual ele se encontra: a vontade de conciliar sua vocação irrefutável com o descanso, o convívio familiar e o resgate de suas próprias memórias – não aquelas que ele construiu, mas aquelas que o construiram e o transformaram não somente no beatle que todos nós conhecemos, mas também, na pessoa que ele é.</p>
<p style="text-align: justify;">Afinal, <strong>Macca</strong> já fez muita gente se apaixonar por música com algumas de suas composições com os <strong>Beatles</strong>, como <em>Yesterday</em>,<em> Hey Jude</em> e <em>All My Loving</em>, ou até mesmo com o seminal álbum <em>Band On The Run</em>, de sua carreira com o <strong>Wings</strong>. Em <em>Kisses On The Bottom</em>, ele só quer provar que antes de ser um fator determinante desta paixão, ele também foi e sempre será um apaixonado.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.rocknbeats.com.br/2012/02/03/resenha-paul-mccartney-se-declara-em-kisses-on-the-bottom/">Leia a resenha completa</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Paul McCartney e Stevie Wonder</strong> &#8211; <em>My Valentine</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/9HOhVeXsZkM" frameborder="0" width="614" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">(<a href="http://twitter.com/izadorapimenta" target="_blank">Izadora Pimenta</a>)<br />
<img class="alignleft size-thumbnail wp-image-61802" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Sharon-Van-Etten-Tramp-608x608-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Sharon Van Etten – Tramp (Jagjaguwar)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma música como <em>We are Fine</em> era essencial para um álbum como <em>Tramp</em>. A faixa, escrita por <strong>Sharon Van Etten</strong> com o tímido amigo <strong>Zach Condon</strong> em mente (e cantada em dueto com o próprio frontman do <strong>Beirut</strong>), descreve o combate a um ataque de pânico, e suas repetições da frase &#8220;I&#8217;m alright&#8221; funcionam como um calmante em meio a toda a catarse do álbum de <strong>Sharon</strong>, tão confessional e devastador quanto uma sessão de terapia.</p>
<p style="text-align: justify;">Tramp mostra uma <strong>Sharon Von Etten</strong> que permaneceu fiel ao seu estilo de escrita, mas amadureceu sonoramente da melhor maneira possível. Parte desse amadurecimento pode ser creditado ao produtor <strong>Aaron Dessner</strong> (<strong>The National</strong>), que encontrou cada nuance do som escuro e denso de <strong>Sharon</strong>. Cheio de convidados especiais e com destaques como <em>Ask</em>, <em>Serpents</em> e <em>Magic Chords</em>, <em>Tramp</em> é um passo a frente para a compositora, que diz, em <em>Serpents</em>, &#8220;I had a thought you would take me seriously and listen on&#8221;. Está feito. Estamos todos ouvindo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sharon van Etten</strong> e <strong>Zach Condon</strong> &#8211; <em>We Are Fine</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/o0B33EX5R5Y" frameborder="0" width="610" height="25"></iframe><br />
(<a href="http://twitter.com/_ana_c" target="_blank">Ana Clara Matta</a>)<br />
<img class="alignleft size-thumbnail wp-image-61796" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/02/The-Fray-Scars-Stories-2012-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /><strong>The Fray – Scars and Stories (Epic)</strong><br />
Conhecida por hits românticos como <em>How To Save a Life</em> e <em>You Found Me</em>, e por embalar inúmeros episódios de diversos seriados, nem parece que Scars and Stories é só o terceiro álbum do <strong>The Fray</strong>. Terceiro e mais sem graça álbum da banda.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora com a mesma fórmula rock/pop sentimental de antes, parece que o sentimentalismo exagerado que impregnava os singles anteriores deixou a banda. Se por um lado isso poderia soar como evolução, resultou mesmo em um álbum pop morno como tantos outros por aí.</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda metade do álbum melhora um pouco. Os falsetes e agudos de <strong>Isaac Slade</strong> junto ao piano e arranjos de violino fazem de <em>I Can Barely Say</em> a música mais bonita do disco, enquanto <em>Munich</em> e <em>48 to Go</em> as mais potencialmente comerciais. <em>Be Still</em> pode até aparecer como trilha sonora de alguma cena dramática de seriado. Mas drama mesmo é ouvir <em>Scars and Stories</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>The Fray</strong> &#8211; <em>I Can Barely Say</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/tC6FZ4B0aqE" frameborder="0" width="614" height="25"></iframe><br />
(<a href="http://twitter.com/soalves" target="_blank">Soraia Alves</a>)<br />
<img class="alignleft size-thumbnail wp-image-61803" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/02/the-twilight-sad-no-one-can-ever-know-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>The Twilight Sad – No One Can Never Know (FatCat Records)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">James Graham declarou que o The Twilight Sad queria sair de sua zona de conforto em seu próximo disco, No One Can Never Know. E saíram, a começar pela formação da banda que perdeu o baixista Craig Orzel, que saiu do grupo em 2010. Sonoramente, o agora trio também mudou. Ficou mais deprimido e melancólico. Uma melancolia que se torna ímpar na voz pesada e de sotaque carregado de Graham.</p>
<p style="text-align: justify;">A atmosfera densa de No One&#8230; está em toda parte: nas longas faixas como Dead City, que tem um ar pós-punk inglês em suas guitarras e bateria (e que ronda todo o disco), nos títulos das músicas como Don’t Look At Me e Kill It In The Morning, nos teclados fúnebres, e na forte bateria deixam tudo sério e intrigante demais. Se antes a influência era apontada pelos shoegazers como o My Blood Valetine, em alguns momentos do novo dico como Another Bed, lembramos mais é de The Smiths.</p>
<p style="text-align: justify;">O Twilight Sad saiu mesmo de sua zona de conforto, e passou para uma zona de tristeza que pode soar incômoda e ao mesmo tempo necessária ao crescimento de qualquer um, incluindo a própria banda.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>The Twilight Sad</strong> &#8211; <em>Another Bed</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em></em><iframe src="http://www.youtube.com/embed/zuehlm0aNfs" frameborder="0" width="614" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">(<a href="http://twitter.com/soalves" target="_blank">Soraia Alves</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-61804" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/02/wire1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Wire – The Black Session (Paris 10 May 2011) (Pink Flag)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Wire</strong> é uma das bandas mais influentes do movimento punk/post-punk inglês, mas nunca atingiu um grande sucesso comercial como seus contemporâneos, <strong>Sex Pistols</strong>, <strong>Clash</strong> ou mesmo o <strong>Joy Division</strong>. O grupo, no entanto, mantém fãs fieis e vai conquistando mais gente a cada geração, pelas três fases entre as reuniões. <em>Black Sessions</em>, assim, é um excelente presente para aqueles que cultuam o trabalho de <strong>Colin Newman</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre clássicos como <em>Map Ref 41°N 93°W</em> e <em>Two People In A Room</em> e músicas do último álbum, o excelente <em>Red Barked Tree</em>, de 2011, o registro ao vivo deste show em Paris mostra que mesmo com 35 anos nas costas, eles ainda conseguem fazer um punk contagiante.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode ser que o <strong>Wire</strong> nunca consiga o reconhecimento que deveria, mas aqueles que ouvirem o disco mesmo sem saber muito sobre a banda não devem se decepcionar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Wire</strong> &#8211; <em>Comet</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/9MIrSbhJQIM" frameborder="0" width="614" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">(<a href="http://twitter.com/ninalibs" target="_blank">Marina Bastos</a>)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.rocknbeats.com.br/2012/02/07/lancamentos-da-semana-paul-mccartney-mark-lanegan-air-the-fray-dr-dog-e-mais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lançamentos da Semana: Ringo Starr, Leonard Cohen, Lana del Rey, Rosie and Me e mais</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2012/01/31/lancamentos-da-semana-ringo-starr-leonard-cohen-lana-del-rey-rosie-and-me-e-mais/</link>
		<comments>http://www.rocknbeats.com.br/2012/01/31/lancamentos-da-semana-ringo-starr-leonard-cohen-lana-del-rey-rosie-and-me-e-mais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 22:34:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Clara Matta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Arthur Matos]]></category>
		<category><![CDATA[Cambriana]]></category>
		<category><![CDATA[Hospitality]]></category>
		<category><![CDATA[Lana Del Rey]]></category>
		<category><![CDATA[Leonard Cohen]]></category>
		<category><![CDATA[Rosie and Me]]></category>
		<category><![CDATA[The Asteroids Galaxy Tour]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.rocknbeats.com.br/?p=61024</guid>
		<description><![CDATA[Escutamos e comentamos aqui os principais lançamentos dessa semana no mundo da música!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
											<iframe
												style="height:25px !important; border:0px solid gray !important; overflow:hidden !important; width:550px !important;" frameborder="0" scrolling="no" allowTransparency="true"
												src="http://www.linksalpha.com/social?blog=Rock+%26%23039%3Bn%26%23039%3B+Beats&link=http%3A%2F%2Fwww.rocknbeats.com.br%2F2012%2F01%2F31%2Flancamentos-da-semana-ringo-starr-leonard-cohen-lana-del-rey-rosie-and-me-e-mais%2F&title=Lan%C3%A7amentos+da+Semana%3A+Ringo+Starr%2C+Leonard+Cohen%2C+Lana+del+Rey%2C+Rosie+and+Me+e+mais&desc=Arthur+Matos+-+Seu+lugar%0D%0ACom+clima+caseiro%2C+o+sergipano+Arthur+Matos%2C+que+fez+sua+estreia+com+a+banda+Nantes+em+2010%2C+lan%C3%A7a+seu+primeiro+%C3%A1lbum+solo%2C+Seu+Lugar.+B%C3%AAbado+de+refer%C3%AAncias+folk+como+o+F&fc=333333&fs=arial&fblname=like&fblref=facebook&fbllang=pt_BR&fblshow=1&fbsbutton=1&fbsctr=1&fbslang=en&fbsendbutton=0&twbutton=1&twlang=pt&twmention=rocknbeats&twrelated1=rocknbeats&twrelated2=&twctr=1&lnkdshow=noshow&lnkdctr=0&buzzbutton=0&buzzlang=en&buzzctr=1&diggbutton=0&diggctr=1&stblbutton=0&stblctr=1&g1button=1&g1ctr=1&g1lang=pt-BR">
											</iframe>
										</div><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-61143" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Arthur-Matos-Seu-Lugar-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Arthur Matos &#8211; Seu lugar</strong><br />
Com clima caseiro, o sergipano <strong>Arthur Matos</strong>, que fez sua estreia com a banda <strong>Nantes</strong> em 2010, lança seu primeiro álbum solo, <em>Seu Lugar</em>. Bêbado de referências folk como o <strong>Fleet Foxes</strong>, <strong>Matos</strong> entrega um trabalho intimista e psicodélico com letras bastante pessoais e trabalhadas, muitas vezes sendo mais priorizadas do que a melodia em si.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas apesar disso, a melodia também se mostra um dos investimentos do trabalho às vezes. Em <em>Voltando Ao Seu Lar</em>, encontramos a presença do autoharp, instrumento imortalizado por <strong>June Carter</strong>, embalando toda a faixa. No restante do disco, domina o violão dedilhado, porém, dedicado pelo próprio <strong>Arthur</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Seu Lugar</em>, ao todo, é um trabalho tímido, sem muita pretensão, mas é uma boa pedida para se inspirar nos momentos mais calmos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Arthur Matos</strong> &#8211; <em>Velho Oeste</em><br />
<object width="614" height="24" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.4shared.com/embed/1109972314/a78f1e19" /><param name="allowfullscreen" value="false" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed width="614" height="24" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.4shared.com/embed/1109972314/a78f1e19" allowfullscreen="false" allowscriptaccess="always" /></object></p>
<p style="text-align: justify;">(<a href="http://twitter.com/izadorapimenta" target="_blank">Izadora Pimenta</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-61147" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/cambriana-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Cambriana &#8211; House of Tolerance</strong><br />
É de Goiânia um dos melhores nomes nacionais deste ano. O pessoal da <strong>Cambriana</strong>, que acaba de lançar seu primeiro trabalho, <em>House Of Tolerance</em>, entrega com maestria uma prática muito comum no cenário, mas nem sempre bem explorada: um álbum todo composto em inglês &#8211; um senhor álbum.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo na primeira faixa, <em>Vegas</em>, é quase impossível não se deixar levar por <em>House Of Tolerance</em>. As influências claras de bandas como <strong>Grizzly Bear</strong>, <strong>Radiohead</strong> e <strong>Phoenix</strong> são muito aproveitadas pelos goianos, que fazem um som limpo, um tanto quanto psicodélico, <em>easy listening</em> e o melhor: próprio.</p>
<p style="text-align: justify;">Destaque para o single <em>The Sad Facts</em>, <a href="http://www.oesquema.com.br/urbe/2012/01/18/cambriana-the-sad-facts.htm">definida por um fã da banda</a> como a &#8220;Footloose dos deprimidos&#8221;. Com um quê de <em>Lisztomania</em> brazuca, tem tudo para virar um hit com seu refrão grudento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cambriana</strong> &#8211; <em>The Sad Facts</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/5S9ztkKVb9s" frameborder="0" width="614" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">(<a href="http://twitter.com/izadorapimenta" target="_blank">Izadora Pimenta</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-61153" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/hospitality-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Hospitality – Hospitality (Merge)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Agradável. Assim é a estréia do <em>Hospitality</em>. O álbum homônimo traz uma pegada leve, com cada elemento dosado na medida certa. A delicada voz de <strong>Amber Papini</strong> é o que leva o disco de arranjos simples e sem grandes novidades. Mas é justamente a simplicidade de músicas como <em>Betty Wang</em> e <em>Julie</em> que parece encantar e lembrar que a velha frase “menos é mais” também se encaixa ao mundo musical.</p>
<p style="text-align: justify;">Os ingredientes de <em>Friends Of Friends</em>, por exemplo, são velhos conhecidos: bateria e guitarras marcantes, que acompanhadas pela letra simples que parece pensamentos soltos anotados em papel carrega a música de um ar juvenil.</p>
<p style="text-align: justify;">O debut do <strong>Hospitality</strong> deixa a sensação de que os próximos trabalhos tendem a mostrar um amadurecimento do grupo. Resta saber se eles continuarão básicos e agradáveis como arroz e feijão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Hospitality</strong> – <em>Friends Of Friends</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/PIA5e4esp1g" frameborder="0" width="614" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">(<a href="http://twitter.com/soalves" target="_blank">Soraia Alves</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-61154" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/lanadelrey1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Lana Del Rey – Born To Die (Interscope)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se <em>Born to Die</em>, novo álbum de <strong>Lizzy &#8220;Lana Del Rey&#8221; Grant</strong>, será um dos álbuns mais marcantes de 2012, só o tempo dirá&#8230;mas definitivamente, será um dos álbuns mais divisivos do mesmo ano, polarizando opiniões e gerando discussões através de toda a blogosfera. O comentado álbum ganhou tanta atenção que se transformou em um alvo perfeito para o destrinchamento na nossa coluna What did you expect?.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto a equipe do<strong> Rock &#8216;n&#8217; Beats</strong> divergiu na escolha da melhor faixa de <em>Born to die</em>, resultando em um empate entre as excelentes <em>Blue Jeans</em> e <em>Dark Paradise</em>, a escolha do destaque negativo do álbum foi mais simples, com <em>Carmem</em> ganhando a primeira posição. Confira as nossas opiniões sobre o álbum <em>Born to Die</em> <a href="http://www.rocknbeats.com.br/2012/01/26/what-did-you-expect-from-lana-del-rey-a-equipe-do-rock-%E2%80%98n%E2%80%99-beats-opina-sobre-%E2%80%9Cborn-to-die%E2%80%9D/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lana del rey</strong> &#8211; <em>Blue jeans</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/8t-I-Lqy06g" frameborder="0" width="610" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">(<a href="http://twitter.com/#!/_ana_c" target="_blank">Ana Clara Matta</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-61156" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/oldideas-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Leonard Cohen &#8211; Old Ideas (Columbia)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro disco em oito anos de <strong>Leonard Cohen</strong> o coloca de frente às questões da condição humana. Do primeiro ao último verso do lançamento, o cantor analisa os dilemas da existência com o conhecido poder de suas composições realçado por instrumental econômico.</p>
<p style="text-align: justify;">O acúmulo de material, desde <em>Dear Heather</em>, de 2004, poderia resultar em faixas supérfluas, mas <strong>Cohen</strong> prova que em <em>Old Ideas</em> tudo é fundamental. O disco é certeiro nas 10 faixas que o compõe que parecem ter saído no auge de sua carreira, na década de 70. A solidão ganha nobre companhia com o canto falado e único de <strong>Leonard</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Retrato desta obra, em <em>Amen</em>, ele faz uma prece para que aconteçam mudanças em sua vida. Espiritual, ele vê que somente pelo horror que se chega à glória: &#8220;Tell me again when I&#8217;m clean and I&#8217;m sober. Tell me again when I&#8217;ve seen through the horror. Tell me that you love me then&#8221;", entoa ele em companhia de sutil guitarra. <strong>Leonard</strong> penitencia perante suas antigas e, sobretudo, brilhantes ideias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Leonard Cohen</strong> &#8211; <em>Amen</em><br />
<object width="610" height="25" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/aAbEeoxsaRc?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="610" height="25" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/aAbEeoxsaRc?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: justify;">(<a href="http://twitter.com/TheVinil" target="_blank">Vinícius Cunha</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-61201" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ringo-starr_2012-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Ringo Starr &#8211; Ringo 2012 (Hip-O Records)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por todos os anos de sua carreira solo, <strong>Ringo</strong> continua entregando trabalhos sólidos e seguindo suas turnês sem precisar ficar escorado neles &#8211; afinal, ele é <strong>Ringo Starr</strong>, não? Com <em>Ringo 2012</em>, não é diferente: o recado é curto e rápido, mas chega mais fácil ao ouvinte do que <em>Y Not</em>, seu álbum saudosista de 2010. Dessa vez, ao lado de nomes como <strong>Joe Walsh</strong> do <strong>The Eagles</strong> e <strong>Dave Stewart</strong> do <strong>Eurythmics</strong>, o beatle chega para fazer você bater os pés ao ritmo das músicas, ou até mesmo, quem sabe, dançar.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é nenhum trabalho indispensável &#8211; e muito menos integralmente inédito: <strong>Ringo</strong> revisita duas faixas suas, <em>Wings</em> e<em> Step Lightly</em>, além de regravar <em>Think It Over</em>, de<strong> Buddy Holly</strong> e <em>Rock Island Line</em>, de <em>Johnny Cash</em>. Mas <strong>Ringo</strong> 2012 é agradável, popular, simples e cativante logo nos primeiros acordes da faixa de abertura,<em> Anthem</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">As nove faixas que completam o álbum não necessitam de análises profundas. O recado é bastante claro:<strong> Ringo</strong> está se divertindo com faixas que lhe agradam e ponto. Você não faria o mesmo se fosse um beatle?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ringo Starr</strong> &#8211; <em>Wings</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/Tu7qpQFGXZ0" frameborder="0" width="614" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">(<a href="http://twitter.com/izadorapimenta" target="_blank">Izadora Pimenta</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-61158" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/rosie21-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Rosie and Me &#8211; Arrow of my ways</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No período que poderia suportar o rótulo de &#8220;era do folk-pop&#8221;, a impressão de que todos querem emular <strong>Dylan</strong> e <strong>Mitchell</strong> não é uma regra. Se o excelente EP <em>Bird &amp; Whale</em> parecia indicar que o <strong>Rosie and Me</strong> seguiria em sua carreira um caminho juvenil, aberto aos ukuleles e pronto para trilhas de filmes, é um alt-country maduro, sincero e seguro, remetendo a artistas como <strong>Ryan Adams</strong> e os recentes <strong>The Head and The Heart</strong> e <strong>The Civil Wars</strong>, que nos é entregue no álbum de estreia do grupo.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Arrow of my ways</em> não parece, em nenhum momento, uma tentativa forçada de emular um gênero distante do brasileiro. Pelo contrário, <strong>Rosanne Machado</strong> revela sua aptidão completa, como vocalista e compositora, para o mais norte-americano dos estilos, transformando sua estreia em um exemplo legítimo do alt-country, em destaques como a faixa título e <em>Southern Home</em>. Com longos slides de guitarra e sonoridade uniforme, o álbum só decepciona na ausência de um momento mais acelerado, e fica a sensação de que nem todo o potencial da banda foi explorado&#8230; boa coisa, pois aguça a curiosidade para os próximos passos da <strong>Rosie and Me</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rosie and Me</strong> e <strong>Joshua Thomas</strong> &#8211; <em>Home</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/d15E2VHlngU" frameborder="0" width="610" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">(<a href="http://twitter.com/#!/_ana_c" target="_blank">Ana Clara Matta</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-61159" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/1326445716_the-asteroids-galaxy-tour-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>The Asteroids Galaxy Tour – Out Of Frequency (BMG)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A banda dinamarquesa continua com um pop afiado, muito bem trabalhado sobre construções de metais, teclados e, principalmente, instrumentos de sopro, em um disco que não só é, mas deixa claro pelo uso da fórmula anterior ser a continuação de <em>Fruit</em> (2009). É fácil ouvir as músicas e identificar a mistura de influências: um teclado <strong>The Doors</strong> aqui, uma percussão latina ali, e <strong>Mette Lindberg</strong> cantando e gritando em meio a esse balaio.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Out Of Frequency</em> vai funcionar muito bem ao vivo. As faixas interligadas podem ser tocadas na mesma sequência do álbum, com uma abertura extravagante com a trinca <em>Gold Rush Pt.I</em>, <em>Dollars In The Night</em> e <em>Gold Rush Pt.II</em>, e mantendo a animação até o fim. Porém, como obra somente a ser ouvida no dia a dia, deixa um pouco a desejar simplesmente por soar repetitivo. Chega uma hora que você fica na dúvida se o disco começou de novo ou não. Mesmo assim, faixas como <em>Heart Attack</em>, <em>Mafia</em> e <em>Ghost In My Head</em> mostram que o pop do <strong>Galaxy Tour</strong> ainda é melhor do que muitos outros.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>The Asteroids Galaxy Tour</strong> – <em>Heart Attack</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/ELNvmFGNLRU" frameborder="0" width="614" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">(<a href="http://twitter.com/soalves" target="_blank">Soraia Alves</a>)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.rocknbeats.com.br/2012/01/31/lancamentos-da-semana-ringo-starr-leonard-cohen-lana-del-rey-rosie-and-me-e-mais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lançamentos da Semana: Vivendo do Ócio, Cloud Nothings, Craig Finn, Nada Surf e mais</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2012/01/24/lancamentos-da-semana-vivendo-do-ocio-cloud-nothings-craig-finn-nada-surf-e-mais/</link>
		<comments>http://www.rocknbeats.com.br/2012/01/24/lancamentos-da-semana-vivendo-do-ocio-cloud-nothings-craig-finn-nada-surf-e-mais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 22:09:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Clara Matta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Chairlift]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud Nothings]]></category>
		<category><![CDATA[Craig Finn]]></category>
		<category><![CDATA[Crosses]]></category>
		<category><![CDATA[First Aid Kit]]></category>
		<category><![CDATA[Ingrid Michaelson]]></category>
		<category><![CDATA[Laura Gibson]]></category>
		<category><![CDATA[Nada Surf]]></category>
		<category><![CDATA[Vivendo do Ócio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.rocknbeats.com.br/?p=60332</guid>
		<description><![CDATA[Nós ouvimos os lançamentos mais aguardados da semana, confira as opiniões!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
											<iframe
												style="height:25px !important; border:0px solid gray !important; overflow:hidden !important; width:550px !important;" frameborder="0" scrolling="no" allowTransparency="true"
												src="http://www.linksalpha.com/social?blog=Rock+%26%23039%3Bn%26%23039%3B+Beats&link=http%3A%2F%2Fwww.rocknbeats.com.br%2F2012%2F01%2F24%2Flancamentos-da-semana-vivendo-do-ocio-cloud-nothings-craig-finn-nada-surf-e-mais%2F&title=Lan%C3%A7amentos+da+Semana%3A+Vivendo+do+%C3%93cio%2C+Cloud+Nothings%2C+Craig+Finn%2C+Nada+Surf+e+mais&desc=Chairlift+%E2%80%93+Something+%28Columbia+Records%29%0D%0ACaroline+Polachek+e+Patrick+Wimberly+acertaram+a+m%C3%A3o.+Something+%C3%A9+um+%C3%A1lbum+de+hits%2C+de+um+pop+impregnado+de+refer%C3%AAncias+oitentistas%2C+e+de+composi%C3%A7%C3%B5es+&fc=333333&fs=arial&fblname=like&fblref=facebook&fbllang=pt_BR&fblshow=1&fbsbutton=1&fbsctr=1&fbslang=en&fbsendbutton=0&twbutton=1&twlang=pt&twmention=rocknbeats&twrelated1=rocknbeats&twrelated2=&twctr=1&lnkdshow=noshow&lnkdctr=0&buzzbutton=0&buzzlang=en&buzzctr=1&diggbutton=0&diggctr=1&stblbutton=0&stblctr=1&g1button=1&g1ctr=1&g1lang=pt-BR">
											</iframe>
										</div><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-60382" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/chairlift-something-artwork_jpg_630x800_q85-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Chairlift – Something (Columbia Records)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Caroline Polachek</strong> e <strong>Patrick Wimberly</strong> acertaram a mão. <em>Something</em> é um álbum de hits, de um pop impregnado de referências oitentistas, e de composições sutis. O ápice dessa fórmula é <em>I Belong In Your Arms</em>, uma boa e velha balada romântica com uma batida mais anos 80 impossível.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde a abertura com <em>Sidewalk Safari</em> até a última faixa, <em>Guilty As Charged</em>, o duo apresenta canções despretensiosas, cheias de influências, sem ser uma salada de ingredientes que não combinam. Tudo é perfeitamente coerente no pop eletrônico do <strong>Chairlift</strong>, que por vezes flerta com o drama como em <em>Ghost Tonight</em>, <em>Cool As A Fire</em> e <em>Turning</em>. Mas é em Amanaemonesia que vemos que nem só de influências vive o <strong>Chairlift</strong>. A trilha misteriosa e cheia de simbolismo com a variação no vocal de <strong>Caroline</strong> é o grande destaque do disco, que não revoluciona nada, mas resulta numa boa trilha.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Chairlift</strong> &#8211; <em>I Belong In Your Arms</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/KJAPrOkyeiw" frameborder="0" width="614" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">(<a href="http://twitter.com/#!/soalves" target="_blank">Soraia Alves</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-60375" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Cloud-Nothings-Attack-on-Memory-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Cloud Nothings – Attack On Memory (Carpark Records)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O garoto-prodígio <strong>Dylan Baldi</strong> não segurou a língua para dizer que durante a produção de <em>Attack On Memory</em>, o renomado <strong>Steve Albini</strong> ficou &#8220;jogando Scrabble no Facebook&#8221; ao invés de influir, de fato, na evolução da sonoridade que se encontra do primeiro trabalho, autointitulado (2011), para este, que mistura o lo-fi de outrora com uma alma grunge de quem ainda aprendia a falar quando <strong>Kurt Cobain</strong> deixou o mundo. Então podemos considerar que, sim, a evolução veio dele mesmo. Amadurecimento, talvez.</p>
<p style="text-align: justify;">O disco que <strong>Baldi</strong> entrega é para ouvir de uma vez só (seja lá quantas forem essas vezes) e de dedicar uma atenção muito mais especial em relação aos outros lançamentos que tivemos esse ano, até então. Mesmo com toda a febre de resgatar sons do passado (muito bem representada no ano passado pelo <strong>Yuck</strong>), <em>Attack On Memory</em> soa como um registro definitivo (mesmo que temporariamente) dessa febre, já que o disco da agora-banda <strong>Cloud Nothings</strong> casa perfeitamente letra com melodia de uma maneira desconcertante, pra não dizer épica. Destaque então para um desconcerto de mais de oito minutos, <em>Wasted Days</em>, e para <em>Stay Useless</em>, que é pop sem perder o fio da meada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cloud Nothings</strong> &#8211; <em>Stay Useless</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/HtkePLlTUcY" frameborder="0" width="614" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">(<a href="http://twitter.com/izadorapimenta" target="_blank">Izadora Pimenta</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-60381" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/finn11-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Craig Finn – Clear Heart Full Eyes (Vagrant Records)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No primeiro álbum de <strong>Craig Finn</strong> sem os companheiros do <strong>The Hold Steady</strong>, a grande parceria que ele faz é com a guitarra. Não que <em>Clear Heart Full Eyes</em> seja um álbum de riffs pesados, mas o rock country com referências do folk e blues é embalado por uma guitarra que dita a “intenção” de cada faixa desde <em>Apollo Bay</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Finn narra várias situações de personagens que, reais ou fictícios, retratam as aflições humanas, falhas de caráter, arrependimentos, depressão, etc. Não à toa, Jesus é mencionado mais de 20 vezes ao longo do disco, seja em reflexões como na melancólica <em>Western Pier</em>, ou na irônica <em>New Friend Jesus</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">A empreitada solo de <strong>Craig Finn</strong> lhe rendeu comparações com os ícones <strong>Elvis Costello</strong> e <strong>Tom Petty</strong>. A obra é prazerosa aos ouvidos e cheia de “pequenas grandes frases” graças às composições dia-a-dia de <strong>Finn</strong> (ele escreveu uma música por dia para esse disco). Um álbum que parece crescer em qualidade e significado a cada ouvida. Vale mergulhar nos universos que <strong>Finn</strong> cria, seja no do cara solitário de <em>Ranted Room</em> ou do observador de <em>Honolulu Blues</em>. <em>Clear Heart</em>&#8230; é mesmo para ser ouvido viajando a mente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Craig Finn</strong> &#8211; <em>Honolulu Blues</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/fovaSui759w" frameborder="0" width="614" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">(<a href="http://twitter.com/#!/soalves" target="_blank">Soraia Alves</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-60376" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/first-aid-kit-lions-roar1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>First Aid Kit – The Lion’s Roar (Wichita Recordings)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para <strong>Johanna</strong> e <strong>Klara Soderberg</strong>, a idade não é nada mais que um número inferido a partir da carteira de identidade. Em seu segundo álbum sob o codinome <strong>First Aid Kit</strong>, <em>The Lion&#8217;s Roar</em>, as irmãs suecas revelaram um amadurecimento incrível, com um conjunto de canções perfeitamente executadas e produzidas (por Mike Mogis), além de homenagear todo o passado do gênero que curiosamente as escandinavas escolheram: o folk/country norte-americano.</p>
<p style="text-align: justify;">Da animação, apenas aparente, de <em>Blue</em>, até as sombras de <em>To A Poet</em>, passando por destaques como <em>The Lion&#8217;s Roar</em> e <em>Emmylou</em>, a dupla <strong>First Aid Kit</strong> deixa de ser uma promessa e se torna, talvez, o futuro do folk. Sem tirar os olhos do passado.</p>
<p style="text-align: justify;">(Leia <a href="http://www.rocknbeats.com.br/2012/01/23/resenha-first-aid-kit-aproxima-diferentes-geracoes-do-folk-no-album-the-lions-roar/" target="_blank">aqui</a> a resenha completa)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>First Aid Kit</strong> &#8211; <em>To A Poet</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/bDB8AMxtej0" frameborder="0" width="610" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">(<a href="http://twitter.com/#!/_ana_c" target="_blank">Ana Clara Matta</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-60380" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/human_again_550x550-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Ingrid Michaelson – Human Again (Cabin 24/Mom+Pop)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Human Again</em> é, definitivamente, um grande passo para a garota que nós acostumamos a ouvir como música de fundo de diversos seriados na TV, <strong>Ingrid Michaelson</strong>. <strong>Ingrid</strong> até definiu como esse passo seria dado, em entrevista à Billboard: &#8220;Quero colocar sapatos de salto alto no lugar do All Star&#8221;. Mas seria esse um salto de qualidade ou um passo em falso? Infelizmente, <em>Human Again</em> traz um pouco de cada um.</p>
<p style="text-align: justify;">Trocando ukuleles, palmas e a fofura de hits como <em>The Way I Am</em> por uma produção sofisticada e adulta, assinada por <strong>David Kahne</strong> (<strong>Paul McCartney</strong>, <strong>Imogen Heap</strong>), <strong>Ingrid</strong> cria momentos impecáveis como a faixa <em>Ghost</em>, a melhor de sua carreira, <em>Fire</em> e <em>In the Sea</em>, mas tropeça na falta de inspiração de composições como <em>Do it Now</em>, extremamente repetitiva, e <em>I&#8217;m Through</em>. <em>Human Again</em> mostra que o caminho escolhido por <strong>Ingrid Michaelson</strong> pode gerar uma obra-prima no futuro&#8230; mas não foi dessa vez.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ingrid Michaelson</strong> &#8211; <em>Ghost</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/SwwLohz2Uq8" frameborder="0" width="610" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">(<a href="http://twitter.com/_ana_c" target="_blank">Ana Clara Matta</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-60379" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Laura-Gibson-–-La-Grande-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Laura Gibson – La Grande (Barsuk Records)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A origem do nome do novo álbum de <strong>Laura Gibson</strong> é uma pequena cidade no Oregon. Porém, após ouvir <em>La Grande</em> vemos que o título é perfeito para descrever o novo trabalho da cantora, que tem o folk como base para suas músicas doces e mais otimistas se comparadas às de seu último álbum, <em>Beasts of Seasons</em> (2009).</p>
<p style="text-align: justify;">Grandes também são os nomes que participam do disco: <strong>Nate Query</strong> e <strong>Jenny Conlee</strong> (<strong>The Decemberists</strong>), <strong>Joey Burns</strong> (<strong>Calexico</strong>), e membros do <strong>The Dodos</strong>. Todos ajudam a carregar o álbum de belos arranjos, que casados com a delicada voz de <strong>Laura</strong> criam uma atmosfera quase que de outros tempos e lugares. Seja pela temática Velho Oeste de <em>The Fire</em> ou pelos clarinetes da folk/Bossa Nova <em>Lion/Lamb</em> que lembram qualquer musical Disney, esse é um disco que não parece um lançamento, é arcaico, mas longe de ser monótono ou tedioso. É grande, em beleza e qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Laura Gibson</strong> &#8211; <em>La Grande</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/lCZ0S3huM-Q" frameborder="0" width="614" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">(<a href="http://twitter.com/#!/soalves" target="_blank">Soraia Alves</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-60377" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Nada-Surf-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Nada Surf &#8211; The Stars Are Indifferent to Astronomy (Barsuk Records)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A origem de muitas bandas passa pelos corredores de um colégio, no qual um grupo de melhores amigos se reúnem para transformar suas frustrações, decepções e referências favoritas à cultura pop em músicas despretensiosas e joviais. Algumas bandas mantém esse objetivo em mente, e assim o <strong>Nada Surf</strong> chega ao seu sétimo álbum ainda replicando esse sentimento nostálgico que começou com o hit Popular, em 1996.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;It&#8217;s never too late for teenage dreams&#8221;, <strong>Matthew Caws</strong> canta e deixa claro seu objetivo em <em>The Stars are Indifferent to Astronomy</em>. O <strong>Nada Surf</strong> escapa do rótulo de &#8220;power-pop genérico&#8221; em grande parte de seu novo álbum porque domina a arte de despertar a nostalgia também no ouvinte, transformando, com pérolas simples e rápidas como <em>Clear Eye Clouded Mind</em>, <em>When I Was Young</em> e <em>Jules &amp; Jim</em> (perfeita para conquistar os cinéfilos), o álbum em uma viagem compartilhada no tempo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nada Surf</strong> &#8211; <em>Jules &amp; Jim</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/fJk8dkJlDfI" frameborder="0" width="610" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">(<a href="http://twitter.com/_ana_c" target="_blank">Ana Clara Matta</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-60378" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/dylan-chimes-of-freedom-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Various Artists &#8211; Chimes of Freedom: The Songs of Bob Dylan Honoring 50 Years of Amnesty International (Fontana)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma homenagem ao <strong>Bob Dylan</strong> não pode ser uma coisa pequena e singela, e a Anistia Internacional concorda. Ao todo são quatro discos, 75 faixas e um casting de mais de 80 artistas para todos os gostos. Dos consagrados <strong>Sting</strong> (<em>Girl From The North Country</em>) e <strong>Elvis Costello</strong> (<em>License To Kill</em>) a nomes que você jamais vincularia à obra dylaniana como <strong>Miley Cyrus</strong> (<em>You’re Gonna Make Me Lonesome When You Go</em>).</p>
<p style="text-align: justify;">É óbvio que com tanta música assim, você vai ouvir coisas que te faz pensar “isso não tá legal”. A interpretação do <strong>My Chemical Romance</strong> para <em>Desolation Row</em> não é nada legal, e a versão de <strong>Ke$ha</strong> para <em>Don’t Think Twice, It’s All Right</em> é só digna por não utilizar o autotune. Mas há coisas interessantes como o <strong>Queens Of The Stone Age</strong> tocando <em>Outlaw Blues</em>, <strong>Adele</strong> fazendo de <em>Make You Feel My Love</em> uma faixa de <em>21</em> e grandes interpretações como a de <strong>Raphael Saadiq</strong> para <em>Leopard-Skin Pill-Box Hat</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">No fim, além da boa intenção da renda revertida para causas sociais, o tributo ao <strong>Bob Dylan</strong> serve para vermos que é melhor deixamos a obra com seu autor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Adele</strong> &#8211; <em>Make You Feel My Love</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/0put0_a--Ng" frameborder="0" width="614" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">(<a href="http://twitter.com/#!/soalves" target="_blank">Soraia Alves</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-60482" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/o-pensamento-é-um-imã2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Vivendo do Ócio &#8211; O Pensamento é um Imã (Vigilante)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Produzido por <strong>Rafael Ramos</strong> e <strong>Chuck Hipólitho</strong> e mixado em Los Angeles por <strong>“Big Bass” Gardner</strong> (<strong>Queens Of The Stone Age</strong>, <strong>Foo Fighters</strong>), <em>O Pensamento É Um Imã</em>, novo álbum da <strong>Vivendo do Ócio</strong>, segue um novo ideal de se arriscar mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Os baianos deram abertura para se reinventar em alguns momentos, porém, em outros, se mantêm numa zona de conforto repleta dos mesmos refrões e recados rápidos do primeiro trabalho. Levando em conta o pacote completo, é possível visualizar uma balança quase equilibrada, mas que já nos mostra o lado para qual vai pender dali em diante: o <strong>Vivendo do Ócio</strong> quer assumir a sua própria identidade.</p>
<p style="text-align: justify;">(Leia <a href="http://www.rocknbeats.com.br/2012/01/21/resenha-vivendo-do-ocio-se-reinventa-em-o-pensamento-e-um-ima-seu-segundo-album/" target="_blank">aqui</a> a resenha completa)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vivendo do Ócio</strong> &#8211; <em>Nostalgia</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/FfVcltMRlwo" frameborder="0" width="614" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">(<a href="http://twitter.com/izadorapimenta" target="_blank">Izadora Pimenta</a>)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.rocknbeats.com.br/2012/01/24/lancamentos-da-semana-vivendo-do-ocio-cloud-nothings-craig-finn-nada-surf-e-mais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lançamentos da Semana: The Big Pink, Howler, Kathleen Edwards e The Internet</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2012/01/19/lancamentos-da-semana-the-big-pink-howler-kathleen-edwards-e-the-internet/</link>
		<comments>http://www.rocknbeats.com.br/2012/01/19/lancamentos-da-semana-the-big-pink-howler-kathleen-edwards-e-the-internet/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 12:26:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Clara Matta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[howler]]></category>
		<category><![CDATA[Kathleen Edwards]]></category>
		<category><![CDATA[The Big Pink]]></category>
		<category><![CDATA[The Internet]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.rocknbeats.com.br/?p=59824</guid>
		<description><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
											<iframe
												style="height:25px !important; border:0px solid gray !important; overflow:hidden !important; width:550px !important;" frameborder="0" scrolling="no" allowTransparency="true"
												src="http://www.linksalpha.com/social?blog=Rock+%26%23039%3Bn%26%23039%3B+Beats&link=http%3A%2F%2Fwww.rocknbeats.com.br%2F2012%2F01%2F19%2Flancamentos-da-semana-the-big-pink-howler-kathleen-edwards-e-the-internet%2F&title=Lan%C3%A7amentos+da+Semana%3A+The+Big+Pink%2C+Howler%2C+Kathleen+Edwards+e+The+Internet&desc=Howler+-+America+Give+Up+%28Rough+Trade%29%0D%0AO+hype+at%C3%A9+parece+plano+demais+com+a+estreia+do+Howler+em+America+Give+Up.+Queridinhos+da+NME+e+de+v%C3%A1rios+blogs+por+a%C3%AD+desde+o+lan%C3%A7amento+de+um+EP+que+troux&fc=333333&fs=arial&fblname=like&fblref=facebook&fbllang=pt_BR&fblshow=1&fbsbutton=1&fbsctr=1&fbslang=en&fbsendbutton=0&twbutton=1&twlang=pt&twmention=rocknbeats&twrelated1=rocknbeats&twrelated2=&twctr=1&lnkdshow=noshow&lnkdctr=0&buzzbutton=0&buzzlang=en&buzzctr=1&diggbutton=0&diggctr=1&stblbutton=0&stblctr=1&g1button=1&g1ctr=1&g1lang=pt-BR">
											</iframe>
										</div>Howler &#8211; America Give Up (Rough Trade) O hype até parece plano demais com a estreia do Howler em America Give Up. Queridinhos da NME e de vários blogs por aí desde o lançamento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
											<iframe
												style="height:25px !important; border:0px solid gray !important; overflow:hidden !important; width:550px !important;" frameborder="0" scrolling="no" allowTransparency="true"
												src="http://www.linksalpha.com/social?blog=Rock+%26%23039%3Bn%26%23039%3B+Beats&link=http%3A%2F%2Fwww.rocknbeats.com.br%2F2012%2F01%2F19%2Flancamentos-da-semana-the-big-pink-howler-kathleen-edwards-e-the-internet%2F&title=Lan%C3%A7amentos+da+Semana%3A+The+Big+Pink%2C+Howler%2C+Kathleen+Edwards+e+The+Internet&desc=Howler+-+America+Give+Up+%28Rough+Trade%29%0D%0AO+hype+at%C3%A9+parece+plano+demais+com+a+estreia+do+Howler+em+America+Give+Up.+Queridinhos+da+NME+e+de+v%C3%A1rios+blogs+por+a%C3%AD+desde+o+lan%C3%A7amento+de+um+EP+que+troux&fc=333333&fs=arial&fblname=like&fblref=facebook&fbllang=pt_BR&fblshow=1&fbsbutton=1&fbsctr=1&fbslang=en&fbsendbutton=0&twbutton=1&twlang=pt&twmention=rocknbeats&twrelated1=rocknbeats&twrelated2=&twctr=1&lnkdshow=noshow&lnkdctr=0&buzzbutton=0&buzzlang=en&buzzctr=1&diggbutton=0&diggctr=1&stblbutton=0&stblctr=1&g1button=1&g1ctr=1&g1lang=pt-BR">
											</iframe>
										</div><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-59837" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/americagiveup1-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /><strong>Howler &#8211; America Give Up (Rough Trade)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O hype até parece plano demais com a estreia do <strong>Howler</strong> em <em>America Give Up</em>. Queridinhos da NME e de vários blogs por aí desde o lançamento de um EP que trouxe o hit <em>Told You Once</em>, o pessoal de Minneapolis entrega um álbum bonitinho, jovem e cheio de guitarras &#8211; e a impressão que fica é aquele mesmo velho clichê que descrevem muitas bandas criadas ao som de <em>Is This It</em>, o primeiro álbum do <strong>Strokes</strong>: nós já vimos algo mais ou menos assim, não?</p>
<p style="text-align: justify;">Resta para o <strong>Howler</strong> batalhar na arte da conquista. Eles até lançam uma pegada <strong>Beach Boys</strong> em meio às suas influências do novo milênio, o que serve ao menos para a gente dançar. <em>Told You Once</em> tá lá e faz o álbum. E faixas como <em>Beach Sluts</em> e <em>Free Drunk</em> são de agradecer a juventude. Por enquanto serve.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Howler</strong> &#8211; <em>Back Of Your Neck</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/swg9X1LcXm8" frameborder="0" width="614" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">(<a href="http://twitter.com/izadorapimenta" target="_blank">Izadora Pimenta</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-59838" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/kathleenedwards-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Kathleen Edwards &#8211; Voyageur (MapleMusic)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;For the record I only wanted to sing songs&#8221;. É isso que <strong>Kathleen Edwards</strong> declara na belíssima faixa de 7 minutos que fecha seu álbum mais recente, <em>Voyageur</em>, <em>For The Record</em>, e esse objetivo simples é o que resume todo o disco, frustrando as expectativas dos que imaginavam que o primeiro disco da compositora em parceria com seu par romântico/produtor <strong>Justin Vernon</strong> levaria seu alt-country tradicional para altitudes mais ousadas. Pelo contrário: <em>Voyageur</em> é um dos trabalhos mais convencionais e acessíveis de <strong>Edwards</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas <em>Voyageur</em> também é seu disco mais completo e bem produzido. <strong>Kathleen</strong> se encontraria perfeitamente em casa no pop dos anos 90, soando por vezes exatamente como <strong>The Cranberries</strong>, em <em>Change the Sheets</em>, e oscilando rapidamente para faixas que remetem mais ao catálogo de <strong>Sheryl Crow</strong>, como na roqueira <em>Mint</em>. <strong>Kathleen</strong> faz em <em>Voyageur</em> exatamente o que queria: cantar bem canções de qualidade. Mas falta ambição para transformar <em>Voyageur</em> em algo mais que easy-listening esquecível.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Kathleen Edwards</strong> &#8211; <em>For The Record</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/PVt7Tgf09Xw" frameborder="0" width="610" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">(<a href="http://twitter.com/_ana_c" target="_blank">Ana Clara Matta</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-59839" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/bigpink-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>The Big Pink – Future This (4AD)</strong><br />
Um dos maiores perigos para uma banda está no lançamento prematuro da sua faixa definitiva, que resume perfeitamente seu estilo, uma canção quase impecável. Ainda no seu primeiro álbum, o <strong>The Big Pink</strong> lançou <em>Dominos</em>, brit-pop grudento, inventivo e contagiante. Agora, tudo é repetição de fórmula: em seu segundo álbum, <em>Future This</em>, <strong>Robbie Furze</strong> e <strong>Milo Cordell</strong> tentam reviver em cada canção o espírito de <em>Dominos</em>, mas conseguem, na maior parte dos casos, apenas sombras de seus melhores singles.</p>
<p style="text-align: justify;">A fraca <em>Stay Gold</em> é o melhor exemplo dessa tentativa desesperada de replicar os sucessos de <em>A Brief History of Love</em>, enquanto sua sucessora na tracklist, <em>Hit The Ground</em>, com uma sample de <em>O Superman</em>, de <strong>Laurie Anderson</strong>, figura como principal destaque do álbum cansativo. Quando uma teoria não funciona mais para explicar um fenômeno, os cientistas devem se reunir, duvidar de tudo que já foi feito, em busca de um novo conjunto de fórmulas. É isso que o <strong>Big Pink</strong> deve fazer para o sucessor de <em>Future This</em>: buscar uma nova fórmula, pois a usada nesse álbum já perdeu seu efeito.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>The Big Pink</strong> &#8211; <em>Hit The Ground (Superman)</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/j9_xniHg8pc" frameborder="0" width="610" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">(<a href="http://twitter.com/_ana_c" target="_blank">Ana Clara Matta</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-59840" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/THE-INTERNET-PURPLE-NAKED-LADIES-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>The Internet &#8211; Purple Naked Ladies (Odd Future Records)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Além de sua obra de fato, o coletivo <strong>Odd Future</strong> tem rendido bons resultados quando o assunto são os projetos paralelos de seus integrantes. <strong>Tyler The Creator</strong> e <strong>Frank Ocean</strong> estão aí para afirmar isso. Agora, <strong>Sydney Bennett</strong>, que atende por <strong>Syd Tha Kyd</strong> em parceria com <strong>Matt Martians</strong>, ambos do <strong>OFWGKTA</strong>, formaram o <strong>The Internet</strong> e lançam <em>Purple Naked Ladies</em> como disco de estréia.</p>
<p style="text-align: justify;">O álbum mistura de forma experimental neo-soul, funk, pop, jazz e hip hop construindo as faixas sobre muitos efeitos eletrônicos que acabam apagando um pouco a voz de <strong>Syd</strong>. As faixas com convidados como <strong>Left Brain</strong>, <strong>Mike G</strong>, <strong>Coco.O</strong>, entre outros ganham destaque pelas composições como em <em>Cocaine</em> e <em>Lincoln</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Com uma estréia calma, suave e sem grandes destaques, <strong>The Internet</strong> deve causar menos impacto e chamar menos atenção do que os projetos de outros membros do <strong>Odd Future</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>The Internet</strong> &#8211; <em>Cocaine</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/3xaYNCBaUPQ" frameborder="0" width="614" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">(<a href="http://twitter.com/soalves" target="_blank">Soraia Alves</a>)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.rocknbeats.com.br/2012/01/19/lancamentos-da-semana-the-big-pink-howler-kathleen-edwards-e-the-internet/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lançamentos da semana: Jónsi, Lautmusik, Gallows e tributo ao The Smiths</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2011/12/13/lancamentos-da-semana-jonsi-lautmusik-gallows-e-tributo-ao-the-smiths/</link>
		<comments>http://www.rocknbeats.com.br/2011/12/13/lancamentos-da-semana-jonsi-lautmusik-gallows-e-tributo-ao-the-smiths/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 21:39:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Clara Matta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Gallows]]></category>
		<category><![CDATA[Jónsi]]></category>
		<category><![CDATA[Lautmusik]]></category>
		<category><![CDATA[The Smiths]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.rocknbeats.com.br/?p=57915</guid>
		<description><![CDATA[Saiba o que chega às prateleiras mundiais nessa semana]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
											<iframe
												style="height:25px !important; border:0px solid gray !important; overflow:hidden !important; width:550px !important;" frameborder="0" scrolling="no" allowTransparency="true"
												src="http://www.linksalpha.com/social?blog=Rock+%26%23039%3Bn%26%23039%3B+Beats&link=http%3A%2F%2Fwww.rocknbeats.com.br%2F2011%2F12%2F13%2Flancamentos-da-semana-jonsi-lautmusik-gallows-e-tributo-ao-the-smiths%2F&title=Lan%C3%A7amentos+da+semana%3A+J%C3%B3nsi%2C+Lautmusik%2C+Gallows+e+tributo+ao+The+Smiths&desc=Gallows+-+Death+is+Birth+%28Thirty+Days+of+Night+Records%29%0D%0A%0D%0ADeath+is+Birth+%C3%A9%2C+como+dita+o+clich%C3%AA+e+sugere+seu+nome%2C+o+renascimento+do+Gallows.+A+sa%C3%ADda+de+Frank+Carter+da+banda+%C3%A9+uma+perda+imensa%2C+e&fc=333333&fs=arial&fblname=like&fblref=facebook&fbllang=pt_BR&fblshow=1&fbsbutton=1&fbsctr=1&fbslang=en&fbsendbutton=0&twbutton=1&twlang=pt&twmention=rocknbeats&twrelated1=rocknbeats&twrelated2=&twctr=1&lnkdshow=noshow&lnkdctr=0&buzzbutton=0&buzzlang=en&buzzctr=1&diggbutton=0&diggctr=1&stblbutton=0&stblctr=1&g1button=1&g1ctr=1&g1lang=pt-BR">
											</iframe>
										</div><p><img src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/12/gallows5-150x150.jpg" alt="" title="" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-57959" /><strong>Gallows &#8211; Death is Birth (Thirty Days of Night Records)</strong></p>
<p><em>Death is Birth</em> é, como dita o clichê e sugere seu nome, o renascimento do <strong>Gallows</strong>. A saída de <strong>Frank Carter</strong> da banda é uma perda imensa, e parecia irreparável, mas em pouco tempo, <strong>Wade MacNeil</strong> (ex-guitarrista do <strong>Alexisonfire</strong>, que terminou recentemente) assumiu o posto de vocalista. Carter decidiu se focar no melódico e seguir com o <em>Pure Love</em>, já sua antiga banda volta mais pesada que nunca.</p>
<p>O EP era para ser algo rápido, apenas para apresentar a nova formação, após esses quatro meses de ansiedade, mas mostra quatro músicas excelentes de hardcore. As curtas faixas &#8211; todas tem menos de 3 minutos de duração, <em>True Colours</em> conta com apenas 36 segundos &#8211; são brutais e servem como um tapa na cara da sociedade, e dos fãs de <strong>Frank</strong>.  A verdade é que ambos tem estilos muito diferentes e não é tão fácil assim superar a lenda por traz do ex-vocalista de uma das melhores bandas de punk da atualidade, mas <strong>MacNeil</strong> não desaponta, e parece a pessoa mais indicada para tentar.</p>
<p><strong>Gallows</strong> &#8211; <em>Mondo Chaos</em><br />
<iframe width="614" height="25" src="http://www.youtube.com/embed/lRsaPl7QNvU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="https://twitter.com/#!/ninalibs" target="_blank">Marina Bastos</a>)</p>
<p><img src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/12/zoo_cover-jonsiart_flat_custom1-150x150.jpg" alt="" title="" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-57929" /> <strong>Jónsi &#8211; We Bought A Zoo (Motion Picture Soundtrack) (Columbia)</strong></p>
<p>O som de <strong>Jónsi Birgisson</strong>, seja no <strong>Sigur Rós</strong>, seja em carreira solo, parece convidar ao sonho e incitar o lado mais imaginativo do ouvinte. É essa característica, inerente à música do talentoso islandês, que supera a barreira do experimentalismo Post-Rock e atrai o mundo do cinema em sua direção, e de maneira ainda mais surpreendente, o cinema familiar. Para a nova película de <strong>Cameron Crowe</strong>, <em>Compramos um Zoológico</em>, <strong>Jónsi</strong> repete a fórmula de sua participação na trilha da animação <em>Como Treinar seu Dragão</em>, e reúne uma coleção de faixas que equilibram perfeitamente grandiosidade cinematográfica e delicadeza lúdica.</p>
<p>Com sucessos do <strong>Sigur Rós</strong>, como a onipresente em trailers <em>Hoppipolla</em>, e ótimos momentos de seu álbum solo <em>Go</em>, como <em>Go Do</em>, <em>Boy Lilikoi</em> e <em>Sinking Friendships</em>, a trilha organizada por <strong>Jónsi</strong> para <em>We Bought A Zoo</em> agradará instantaneamente os fãs do trabalho prévio de <strong>Jónsi</strong>. Mas o destaque do álbum fica por conta das faixas inéditas, como <em>Gathering Stories</em>, escrita em parceria com o diretor <strong>Cameron Crowe</strong>, e a melancólica <em>AEvin Endar</em>, que oculta uma dica para os cinéfilos: ao comprar seu ingresso para <em>Compramos um Zoológico</em> não se esqueça de incluir na compra uma caixa de lenços.</p>
<p><strong>Jónsi</strong> &#8211; <em>AEvin Endar</em><br />
<iframe width="614" height="25" src="http://www.youtube.com/embed/XPlCAqtfyRI" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="https://twitter.com/#!/_ana_c" target="_blank">Ana Clara Matta</a>)</p>
<p><img src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/12/lautmusik-lostinthetropics-150x150.jpg" alt="" title="" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-57944" /><strong>Lautmusik – Lost In The Tropics (Independente)</strong></p>
<p>É impressionante, mas depois de apenas dois EPs, <em>Black Clouds With Silver Linings</em>, de 2007, e <em>A Week Of Mondays</em>, de 2009, os gaúchos (de Porto Alegre) da <strong>Lautmusik</strong> chegam ao primeiro disco como se fossem veteranos de longa data, mais precisamente de três décadas atrás. <em>Lost In The Tropics</em>, lançado essa semana e mais uma vez de maneira independente, é daqueles produtos pra ultrapassar fronteiras físicas e do tempo: pop, saudosista, original, orgânico, potente.</p>
<p>O mais atento perceberá enormes influências de <strong>Joy Division/New Order</strong> (o baixo inicial e matador de <em>Tugboat</em>), <strong>Stooges</strong>, <strong>Kills</strong>, <strong>Cocteau Twins</strong> e, bem mais forte, de <strong>Siouxsie &#038; The Banshees</strong> e <strong>B-52’s</strong>, principalmente na voz articulada de <strong>Alessandra Lehmen</strong>. O que faz a <strong>Lautmusik</strong> original é o resultado dessa mistura. <em>Mai</em>, o primeiro single e vídeo, é a síntese disso, mas <em>Jellybean</em>, a massiva <em>Cloud Nine</em> e a faixa-título também cumprem bem o papel. Há de se notar, porém, ao fim da jornada, uma peça especial: <em>Walk The Walk</em> é a mais climática delas, talvez o impulso final desse túnel do tempo que a banda construiu. Mas um túnel reverso: não leva o ouvinte até lá &#8211; traz aquela época pro presente. E mais do que isso: avisa que aqui nos trópicos essa época ainda sobrevive, reformulada.</p>
<p><strong>Lautmusik</strong> &#8211; <em>Mai</em><br />
<object width="610" height="25"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_O4spmZFBFE?version=3&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="false"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/_O4spmZFBFE?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="610" height="25" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="false"></embed></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="https://twitter.com/#!/flogase" target="_blank">Fernando Lopes</a>)</p>
<p><img src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/12/smth-150x150.jpg" alt="" title="" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-57945" /><strong>Various Artists – Please, Please, Please: A Tribute to the Smiths (American Laundromat)</strong></p>
<p><em>Please, please, please: a tribute to The Smiths</em> leva as referências à risca a começar pela arte de capa que traz a cantora <strong>Sandie Shaw</strong>, uma das “heroínas” de <strong>Morrissey</strong>. O álbum duplo traz vinte nomes da música indie com a propostas de reinventarem a obra e não meramente reproduzi-la.</p>
<p>Entendido o recado, <em>Sheila Take a Bow</em> ganha uma interpretação estridente do <strong>Telekinesis</strong>, enquanto o <strong>Sixpence None the Richer</strong> faz uma versão ensolarada para <em>I Won&#8217;t Share You</em>. Surpreende o trabalho de nomes menos conhecidos como o <strong>Cinerama</strong> e sua sensual <em>London</em> e <strong>Kitten</strong> abusando do pop radiofônico em <em>Panic</em>.</p>
<p>Um registro que mostra a reverência e o amor de cada banda que participou pelo pop combinado com romantismo que as guitarras de <strong>Marr</strong> e a voz de <strong>Morrissey</strong> tornaram um clássico para ser cantado por muitas gerações.</p>
<p><strong>Kitten</strong> &#8211; <em>Panic</em><br />
<iframe width="610" height="25" src="http://www.youtube.com/embed/jN1rTKEgBys" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="https://twitter.com/#!/thevinil" target="_blank">Vinícius Cunha</a>)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.rocknbeats.com.br/2011/12/13/lancamentos-da-semana-jonsi-lautmusik-gallows-e-tributo-ao-the-smiths/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lançamentos da Semana: The Black Keys, Amy Winehouse, The Roots e mais</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2011/12/06/lancamentos-da-semana-the-black-keys-amy-winehouse-the-roots-e-mais/</link>
		<comments>http://www.rocknbeats.com.br/2011/12/06/lancamentos-da-semana-the-black-keys-amy-winehouse-the-roots-e-mais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 16:57:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Clara Matta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Amy Winehouse]]></category>
		<category><![CDATA[charlotte gainsbourg]]></category>
		<category><![CDATA[The Black Keys]]></category>
		<category><![CDATA[The Roots]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.rocknbeats.com.br/?p=57400</guid>
		<description><![CDATA[Confira nossas opiniões sobre os grandes lançamentos da semana]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
											<iframe
												style="height:25px !important; border:0px solid gray !important; overflow:hidden !important; width:550px !important;" frameborder="0" scrolling="no" allowTransparency="true"
												src="http://www.linksalpha.com/social?blog=Rock+%26%23039%3Bn%26%23039%3B+Beats&link=http%3A%2F%2Fwww.rocknbeats.com.br%2F2011%2F12%2F06%2Flancamentos-da-semana-the-black-keys-amy-winehouse-the-roots-e-mais%2F&title=Lan%C3%A7amentos+da+Semana%3A+The+Black+Keys%2C+Amy+Winehouse%2C+The+Roots+e+mais&desc=Amy+Winehouse+-+Lioness%3A+Hidden+Treasures+%28Island%29%0D%0AA+raspa+do+tacho+de+Amy+Winehouse.+Talvez+este+seria+um+melhor+nome%2C+em+suas+devidas+adapta%C3%A7%C3%B5es+para+a+l%C3%ADngua+inglesa%2C+na+hora+do+batismo+de+Lion&fc=333333&fs=arial&fblname=like&fblref=facebook&fbllang=pt_BR&fblshow=1&fbsbutton=1&fbsctr=1&fbslang=en&fbsendbutton=0&twbutton=1&twlang=pt&twmention=rocknbeats&twrelated1=rocknbeats&twrelated2=&twctr=1&lnkdshow=noshow&lnkdctr=0&buzzbutton=0&buzzlang=en&buzzctr=1&diggbutton=0&diggctr=1&stblbutton=0&stblctr=1&g1button=1&g1ctr=1&g1lang=pt-BR">
											</iframe>
										</div><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-57410" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/12/amy-winehouse-lioness-hidden-treasures-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Amy Winehouse &#8211; Lioness: Hidden Treasures (Island)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A raspa do tacho de <strong>Amy Winehouse</strong>. Talvez este seria um melhor nome, em suas devidas adaptações para a língua inglesa, na hora do batismo de <em>Lioness: Hidden Treasures</em>, o oportuno álbum póstumo da cantora inglesa, falecida em julho deste ano. Em seu período mais tranquilo nos últimos anos, <strong>Amy</strong> foi encontrada morta com um alto nível de álcool no sangue, mas longe das drogas.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de <em>Back To Black</em>, a esperança de uma <strong>Amy</strong> melhor era a esperança de um novo álbum cheio de força. Mas <em>Lioness: Hidden Treasures</em>, apesar de trazer bons momentos como <em>Our Day Will Come</em>, <em>Between The Cheats</em> e a incrível versão alternativa de <em>Tears Dry On Their Own</em>, aqui chamada apenas de <em>Tears Dry</em>, é um álbum, obviamente, sem alma. E a alma era essencial para os trabalhos de <strong>Amy</strong> &#8211; em faixas como <em>Rehab</em> ou a própria faixa título do anterior, <strong>Amy</strong> se deposita e transmite isso para o ouvinte.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Lioness</em>, portanto, não pode nem ser comparado com o que ela havia apresentado até então, já que parece se tratar mais de um negócio rentável para o Natal do que música propriamente dita.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas <strong>Amy Winehouse</strong> não tem culpa no cartório. Ela fez a sua parte. E o álbum, simplesmente, vai vender muito por aí.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Amy Winehouse</strong> &#8211; <em>Between The Cheats</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/bd9zGfGn1Ss" frameborder="0" width="614" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="http://twitter.com/#!/izadorapimenta" target="_blank">Izadora Pimenta</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-57411" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/12/1323082530_charlotte-gainsbourg-stage-whisper-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Charlotte Gainsbourg &#8211; Stage Whisper (Elektra)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Charlotte Gainsbourg</strong> cresceu no mundo do entretenimento. Além disso, sua carreira permanece como um dos poucos exemplos de qualidade em uma jornada dupla que nem sempre gera bons resultados: a francesa é premiada, elogiada e brilha tanto como atriz, como na música. Logo, é de se esperar que o palco tenha um grande significado para <strong>Charlotte</strong>. E é ele que empresta o nome para o seu curioso novo álbum duplo, <em>Stage Whisper</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Stage Whisper</em> começa com um álbum de estúdio, cheio de parcerias e raridades, que traz <strong>Charlotte</strong> no momento mais pop de sua carreira, onde se destacam as batidas e linhas de baixo de <em>Terrible Angels</em> e <em>Paradisco</em> e um adorável dueto com <strong>Charlie Fink</strong>. A fórmula evolui para um registro excelente da vocalista ao vivo, no segundo disco, que ganha uma &#8220;setlist&#8221; impecável, da hipnotizante <em>IRM</em> até a versão elétrica surpreendente de <em>The Operation</em>, passando por destaques como <em>Jamais</em> e um ótimo cover de <strong>Bob Dylan</strong>. O volume se eleva em vários momentos, mas o título do álbum nunca perde sua justificativa: até com sussuros, <strong>Charlotte</strong> comanda o palco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Charlotte Gainsbourg</strong> &#8211; <em>Heaven can wait (Live)</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/hGXjBmeQ97E" frameborder="0" width="610" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="http://twitter.com/#!/_ana_c" target="_blank">Ana Clara Matta</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-57412" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/12/The-Black-Keys-El-Camino1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>The Black Keys &#8211; El Camino (Nonesuch)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A não ser pelos calmos momentos iniciais de <em>Little Black Submarines</em>, faixa que culmina logo depois em uma das melhores aparições repentinas de guitarras furiosas que pudemos ouvir este ano, <em>El Camino</em> é imponente do início ao fim, dançante e doloroso, mas também esperançoso &#8211; &#8220;<em>I got a love that keeps me waiting</em>&#8220;, canta <strong>Dan Auerbach</strong> no refrão de <em>Lonely Boy</em>, a pedrada que abre os trabalhos do álbum, que conta com seu lançamento oficial no dia de hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">Com destaque para faixas como <em>Sister</em> e <em>Run Right Back</em>, <em>El Camino</em> apresenta as velhas misturas que vão desde R&amp;B a punk rock, mas o balaio do <strong>Black Keys</strong> transforma tudo em uma nostalgia só, como se a mistura fosse apenas um mero detalhe, a ser despercebido com o tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo em que o <strong>Black Keys</strong> parece não inovar, ele nos apresenta a mais um disco fenomenal. Se <em>Brothers</em> não fora o suficiente, nem com sua inebriante <em>Tighten Up</em>, <em>El Camino</em>, num exagero não muito improvável, representa a consagração definitiva do duo de Ohio entre os maiores nomes roqueiros do século XXI até então.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>The Black Keys</strong> &#8211; <em>Sister</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/u7n2ErUuEbM" frameborder="0" width="614" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="http://twitter.com/#!/izadorapimenta" target="_blank">Izadora Pimenta</a>)</p>
<p><img src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/12/the-fall-ersatz-gb-150x150.jpg" alt="" title="" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-57433" /><strong>The Fall &#8211; Ersatz G.B. (Cherry Red Records)</strong></p>
<p>Se você vai escarar <em>Ersatz G.B</em>., o 29º disco da carreira do The Fall, sem ter ouvido nenhum anterior, sinto dizer: melhor desistir. O <strong>The Fall</strong> é um dos poucos grupos “românticos” na atualidade, no sentido de tratar a música como é-arte-e-que-se-foda-o-resto. Sabe aquela história que todo música patasquela fala em entrevista, que “compõe pra si próprio, pra ele mesmo ficar satisfeito e que não pensa em grana”, mas que na hora do vamos-ver tá lá pedindo arrego pra Faustão e MTV? Pois é, <strong>Mark E. Smith</strong> e companhia desistiram dessa parada faz tempo. O lance deles é fazer barulho e vomitar poesia, ironia e contestação.</p>
<p>Mas há também o outro lado. Se você vai encarar <em>Ersatz G.B.</em> já com certo aprofundamento na discografia da banda, pode ser que se frustre. O disco começa bem, com a epilepsia de <em>Cosmos 7</em> e a art-punk <em>Taking Off</em>, mas depois se embanana todo, entre o <strong>Fall</strong> experimentalista do começo da carreira e o radiofônico da (pra muitos, melhor) fase, com <em>Bend Sinister</em> (1986) e <em>The Frenz Experience</em> (1988). <em>Nate Will Not Return</em> é tipicamente épica e romancista, assim como <em>Monocard</em>. O disco cresce bastante com a balada irônica <em>Happy Song</em> e com a ensurdecedora <em>Laptop Dog</em>. No balanço, os ingleses fizeram mais um bom disco, mas não é a melhor porta de entrada pra sua discografia. Como todo prolixo, <strong>Smith</strong> também exige do interlocutor o esforço pra peneirar o que presta e o que é apenas exercício de desabafo.</p>
<p><strong>The Fall</strong> &#8211; <em>Nate Will Not Return</em><br />
<object width="610" height="25"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/CLQvrck2RsU?version=3&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="false"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/CLQvrck2RsU?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="610" height="25" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="false"></embed></object></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://twitter.com/#!/flogase" target="_blank">(Fernando Lopes)</a></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-57413" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/12/undun-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>The Roots – undun (Def Jam)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A banda <strong>The Roots</strong> resolveu contar uma história nos moldes de Memórias Póstumas de Brás Cubas (de trás pra frente). O personagem central é Redford Stephens, um cara que acaba se envolvendo com o mundo do crime e que entre medos, arrependimentos e violência, retrata a realidade de muitos Redfords espalhados não só pela Filadélfia, terra da banda, mas pelo mundo.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Undun</em> é o livro. As 14 faixas são os capítulos, e o resultado é uma obra digna de ser chamada de clássico. Misturando hip hop com música clássica, com folk, com jazz, com soul, e com outros elementos, o <strong>The Roots</strong> conseguiu um álbum que agrada pela sonoridade, que impressiona pela temática e que se destaca pela qualidade. Junte a isso, ainda, a participação de nomes como <strong>Sufjan Stevens, Big K.R.I.T, Dice Raw, Bilal</strong> e <strong>P.O.R.N.</strong> E se é pra escolher alguma faixa, não deixe passar a “<strong>Marvin Gaye</strong> inspiration” <em>Make My</em>, nem as rimas e pianos de <em>One Time</em>. Aliás, rimas, batidas e pianos casam de forma tão boa que é melhor você ouvir o álbum todo mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>The Roots</strong> &#8211; <em>Make My</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/K6ZmzIvrAUA" frameborder="0" width="610" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="http://twitter.com/#!/soalves" target="_blank">Soraia Alves</a>)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.rocknbeats.com.br/2011/12/06/lancamentos-da-semana-the-black-keys-amy-winehouse-the-roots-e-mais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lançamentos da Semana: Sigur Rós, Los Campesinos! e Crystal Stilts</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2011/11/15/lancamentos-da-semana-sigur-ros-los-campesinos-e-crystal-stilts/</link>
		<comments>http://www.rocknbeats.com.br/2011/11/15/lancamentos-da-semana-sigur-ros-los-campesinos-e-crystal-stilts/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 20:58:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Clara Matta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Crystal Stilts]]></category>
		<category><![CDATA[Los Campesinos]]></category>
		<category><![CDATA[Sigur Ros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.rocknbeats.com.br/?p=55813</guid>
		<description><![CDATA[Confira nossas opiniões sobre os lançamentos que chegam às prateleiras do mundo nessa semana]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
											<iframe
												style="height:25px !important; border:0px solid gray !important; overflow:hidden !important; width:550px !important;" frameborder="0" scrolling="no" allowTransparency="true"
												src="http://www.linksalpha.com/social?blog=Rock+%26%23039%3Bn%26%23039%3B+Beats&link=http%3A%2F%2Fwww.rocknbeats.com.br%2F2011%2F11%2F15%2Flancamentos-da-semana-sigur-ros-los-campesinos-e-crystal-stilts%2F&title=Lan%C3%A7amentos+da+Semana%3A+Sigur+R%C3%B3s%2C+Los+Campesinos%21+e+Crystal+Stilts&desc=Crystal+Stilts+%E2%80%93+Radiant+Door+EP+%28Sacred+Bones%29%0D%0A%0D%0AMal+o+segundo+%C3%A1lbum+saiu+da+cena+dos+%C3%BAltimos+lan%C3%A7amentos%2C+o+Crystal+Stilts+j%C3%A1+coloca+mais+um+bel%C3%ADssimo+trabalho+nas+prateleiras.+Trata-se+do+E&fc=333333&fs=arial&fblname=like&fblref=facebook&fbllang=pt_BR&fblshow=1&fbsbutton=1&fbsctr=1&fbslang=en&fbsendbutton=0&twbutton=1&twlang=pt&twmention=rocknbeats&twrelated1=rocknbeats&twrelated2=&twctr=1&lnkdshow=noshow&lnkdctr=0&buzzbutton=0&buzzlang=en&buzzctr=1&diggbutton=0&diggctr=1&stblbutton=0&stblctr=1&g1button=1&g1ctr=1&g1lang=pt-BR">
											</iframe>
										</div><p><img src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/11/crystal-150x150.jpg" alt="" title="" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-55889" /><strong>Crystal Stilts – Radiant Door EP (Sacred Bones)</strong></p>
<p>Mal o segundo álbum saiu da cena dos últimos lançamentos, o <strong>Crystal Stilts</strong> já coloca mais um belíssimo trabalho nas prateleiras. Trata-se do EP <em>Radiant Door</em>, que mantém o jeito <strong>Joy Division</strong> de ser, com uma dose exagerada de <strong>Velvet Underground</strong> e os pés ainda enterrados no shoegaze e no pop sombrio dos anos 60. Tudo começa em <em>Dark Eyes</em>, que destoa um pouco das demais canções do EP por ter uma levada mais alegre e um orgão que sobressae em relação aos demais instrumentos.</p>
<p><em>Still As The Night</em> e a faixa-título <em>Radiant Door</em> lembram um <strong>Johnny Cash</strong> mais introspectivo, mas é em Low Profile que o vocalista <strong>Brad Hargett</strong> nem disfarça a total influência da célebre banda de Manchester, com riffs de guitarra bem altos e sua voz extremamente semelhante com a de <strong>Ian Curtis</strong>. <em>Frost Inside the Asylum</em> deixa a melancolia atingir o seu ponto alto com tambores e pandeiros bem marcados, fechando o disco em grande estilo. Para quem achou que <em>In Love With Oblivion</em> já demonstrou a evolução do <strong>Crystal Stilts</strong>, <em>Radiant Door</em> serve para nos conectar para algo ainda melhor que está por vir.</p>
<p><strong>Crystal Stilts</strong> &#8211; <em>Radiant Door EP</em><br />
<object height="225" width="100%"><param name="movie" value="https://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Fplaylists%2F1257392&#038;"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed allowscriptaccess="always" height="225" src="https://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Fplaylists%2F1257392&#038;" type="application/x-shockwave-flash" width="100%"></embed></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="https://twitter.com/#!/lilirodrigues">Liliane Rodrigues</a>)</p>
<p><img src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Los-Campesinos-Hello-Sadness-150x150.jpg" alt="" title="" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-55888" /><strong>Los Campesinos! &#8211; Hello Sadness (Arts &#038; Crafts)</strong></p>
<p>Assim como a banda fictícia <strong>Sex Bob-omb</strong>, o <strong>Los Campesinos!</strong> está aqui para &#8220;fazer você pensar sobre morte, ficar triste e etc.&#8221;. Mas a banda galesa não liga se você escolher dançar durante suas tristes confissões sobre relacionamentos, seus inícios, meios e fins. Esse espírito do <strong>Los Campesinos!</strong>, &#8220;velho&#8221; conhecido dos fãs, está tão presente em <em>Hello Sadness</em> quanto em qualquer produção da banda nos ocupados 4 anos que se passaram desde o lançamento de sua estreia. Mas dessa vez, o grupo declara sua maioridade.</p>
<p><em>Hello Sadness</em> é o trabalho mais maduro do <strong>Los Campesinos!</strong>, e parece ter sido influenciado pelos problemas internos do grupo, que perdeu 3 de seus integrantes. A faísca que inicia o álbum chega sob a forma da irresistível <em>By Your Hand</em>, e logo o incêndio se alastra com <em>Songs About Your Girlfriend</em> e <em>Hello Sadness</em>. Mas é a partir desse momento que Hello Sadness mostra sua personalidade, diminuindo o ritmo e retratando a dor simultaneamente com sons e metáforas sobre queimaduras, cortes e ataques violentos, como em <em>Every defeat is a divorce</em>.</p>
<p><strong>Los Campesinos!</strong> &#8211; <em>By Your Hand</em><br />
<iframe width="610" height="25" src="http://www.youtube.com/embed/_ku_ZMPJ5M0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="https://twitter.com/#!/_ana_c">Ana Clara Matta</a>)</p>
<p><img src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/11/sigur-ros-inni-cos-150x150.jpg" alt="" title="" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-55887" /><strong>Sigur Rós &#8211; Inni (XL Recordings)</strong></p>
<p><em>Inni</em>, novo álbum ao vivo do grupo islandês <strong>Sigur Rós</strong>, foi imaginado como um acompanhamento para as imagens cinzentas e granulosas capturadas por Vincent Morriset no filme de mesmo nome. Mas desde o primeiro compasso desse incrível álbum, você não precisará de uma sala escula, uma tela enorme e estímulo visual para se sentir completamente imerso no trabalho do <strong>Sigur Rós</strong>. </p>
<p><em>Inni</em> exige, sim, uma dedicação e um bom sistema de som. Mas com essas simples condições, <strong>Jónsi</strong> e cia. emocionam o ouvinte e o levam para o universo particular, único, formado pela união hábil do experimentalismo do post-rock com a acessibilidade e sensibilidade do piano-pop.</p>
<p>O disco 1 carrega alguns dos melhores momentos (e grandes hits) do álbum, como a melancolia de <em>Fljótavík</em>, a energia crescente de <em>Ný batterí</em> e a inconfundível <em>Hoppípolla</em>. Enquanto isso, o segundo disco, mais atmosférico e exigente, traz como peça principal os 15 minutos de <em>Popplagið</em>. Uma retrospectiva digna da carreira dos alquimistas musicais do <strong>Sigur Rós</strong>.</p>
<p><strong>Sigur Rós</strong> &#8211; <em>Fljótavík</em><br />
<iframe width="610" height="25" src="http://www.youtube.com/embed/Bj1flaPM92Y" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="https://twitter.com/#!/_ana_c">Ana Clara Matta</a>)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.rocknbeats.com.br/2011/11/15/lancamentos-da-semana-sigur-ros-los-campesinos-e-crystal-stilts/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lançamentos da Semana: Atlas Sound, The Black Belles, Summer Camp e mais</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2011/11/09/lancamentos-da-semana-atlas-sound-the-black-belles-summer-camp-e-mais/</link>
		<comments>http://www.rocknbeats.com.br/2011/11/09/lancamentos-da-semana-atlas-sound-the-black-belles-summer-camp-e-mais/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 16:50:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Clara Matta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Atlas Sound]]></category>
		<category><![CDATA[Keep Shelly in Athens]]></category>
		<category><![CDATA[Summer Camp]]></category>
		<category><![CDATA[The Black Belles]]></category>
		<category><![CDATA[Twilight]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.rocknbeats.com.br/?p=55099</guid>
		<description><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
											<iframe
												style="height:25px !important; border:0px solid gray !important; overflow:hidden !important; width:550px !important;" frameborder="0" scrolling="no" allowTransparency="true"
												src="http://www.linksalpha.com/social?blog=Rock+%26%23039%3Bn%26%23039%3B+Beats&link=http%3A%2F%2Fwww.rocknbeats.com.br%2F2011%2F11%2F09%2Flancamentos-da-semana-atlas-sound-the-black-belles-summer-camp-e-mais%2F&title=Lan%C3%A7amentos+da+Semana%3A+Atlas+Sound%2C+The+Black+Belles%2C+Summer+Camp+e+mais&desc=Atlas+Sound+%E2%80%93+Parallax+%284AD%29%0D%0A%0D%0ABradford+Cox+resolveu+fazer+tudo+como+manda+o+figurino+da+ind%C3%BAstria+dessa+vez%3A+ao+inv%C3%A9s+de+soltar+uma+penca+de+can%C3%A7%C3%B5es+em+quatro+discos+gratuitamente+no+seu+blogu&fc=333333&fs=arial&fblname=like&fblref=facebook&fbllang=pt_BR&fblshow=1&fbsbutton=1&fbsctr=1&fbslang=en&fbsendbutton=0&twbutton=1&twlang=pt&twmention=rocknbeats&twrelated1=rocknbeats&twrelated2=&twctr=1&lnkdshow=noshow&lnkdctr=0&buzzbutton=0&buzzlang=en&buzzctr=1&diggbutton=0&diggctr=1&stblbutton=0&stblctr=1&g1button=1&g1ctr=1&g1lang=pt-BR">
											</iframe>
										</div>Atlas Sound – Parallax (4AD) Bradford Cox resolveu fazer tudo como manda o figurino da indústria dessa vez: ao invés de soltar uma penca de canções em quatro discos gratuitamente no seu blogue, lançou Parallax [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
											<iframe
												style="height:25px !important; border:0px solid gray !important; overflow:hidden !important; width:550px !important;" frameborder="0" scrolling="no" allowTransparency="true"
												src="http://www.linksalpha.com/social?blog=Rock+%26%23039%3Bn%26%23039%3B+Beats&link=http%3A%2F%2Fwww.rocknbeats.com.br%2F2011%2F11%2F09%2Flancamentos-da-semana-atlas-sound-the-black-belles-summer-camp-e-mais%2F&title=Lan%C3%A7amentos+da+Semana%3A+Atlas+Sound%2C+The+Black+Belles%2C+Summer+Camp+e+mais&desc=Atlas+Sound+%E2%80%93+Parallax+%284AD%29%0D%0A%0D%0ABradford+Cox+resolveu+fazer+tudo+como+manda+o+figurino+da+ind%C3%BAstria+dessa+vez%3A+ao+inv%C3%A9s+de+soltar+uma+penca+de+can%C3%A7%C3%B5es+em+quatro+discos+gratuitamente+no+seu+blogu&fc=333333&fs=arial&fblname=like&fblref=facebook&fbllang=pt_BR&fblshow=1&fbsbutton=1&fbsctr=1&fbslang=en&fbsendbutton=0&twbutton=1&twlang=pt&twmention=rocknbeats&twrelated1=rocknbeats&twrelated2=&twctr=1&lnkdshow=noshow&lnkdctr=0&buzzbutton=0&buzzlang=en&buzzctr=1&diggbutton=0&diggctr=1&stblbutton=0&stblctr=1&g1button=1&g1ctr=1&g1lang=pt-BR">
											</iframe>
										</div><p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-55133" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Atlas-Sound-Parallax-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Atlas Sound – Parallax (4AD)</strong></p>
<p><strong>Bradford Cox</strong> resolveu fazer tudo como manda o figurino da indústria dessa vez: ao invés de soltar uma penca de canções em quatro discos gratuitamente no seu blogue, lançou <em>Parallax</em> via 4AD. Isso teve influência crucial no produto final. Não que o novo disco não seja experimental, como <strong>Cox</strong> costuma fazer com seu projeto <strong>Atlas Sound</strong>, e nãoq ue a 4AD não permitisse, longe disso, mas há menos ousadia aqui, com canções por vezes, acredite, fofas (detro do padrão de fofura do perturbado artista, como é o caso de <em>Te Amo</em>, que nada tem em português).</p>
<p>O disco começa muito bem, com <em>The Shakes</em>, atraente, moderna, “pra cima” e com barulhos dignos da etiqueta <strong>Atlas Sound</strong> (e, nesse caso, bem próximo do que é feito no <strong>Deerhunter</strong>). Mas, na sequência, <em>Amplifiers</em> avança numa malemolência que não é terreno sólido pra <strong>Cox</strong>. A música agrada – e o <strong>Atlas Sound</strong>, oras, não foi feito pra agradar de primeira assim. <em>Parallax</em>, a música, é o exemplo desse meio-termo que o disco acabou se tornando: não é pelnamente pop e palatável, mas também não é totalmente provocador. Isso é ruim? Não, definitivamente não. Só não é o melhor que esse gênio alternativo pode fazer. O diabo é que esse “não-melhor” já está anos-luz acima do que a maioria tenta fazer por aí.</p>
<p><strong>Atlas Sound</strong> &#8211; <em>Terra Incognita</em><br />
<object width="600" height="25" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="false" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/xoC5QzIEwqo?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="false" /><embed width="600" height="25" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/xoC5QzIEwqo?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="false" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="false" /></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="https://twitter.com/#!/flogase">Fernando Lopes</a>)</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-55132" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Birdy1-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /><strong>Birdy &#8211; Birdy (Atlantic)</strong></p>
<p>Com o pseudônimo de <strong>Birdy</strong>, a jovem rouxinol atende pelo nome de <strong>Jasmine Van den Bogaerde</strong> e é uma inglesa original de Hampshire. Já tendo sido ganhadora de um programa britânico nos moldes do American Idol aos 12 anos, a cantora tem como referências musicais grandes nomes da música indie como <strong>Bon Iver</strong>, <strong>Phoenix</strong>, <strong>The xx</strong> e até o hype <strong>The Naked and Famous</strong>. O melhor de tudo é que ela não os envergonha com sua voz pontual e arranjos doces, mostrando que é possível ser uma cantora de conteúdo e personalidade antes da maioridade.</p>
<p>Com versões próprias de suas principais influências musicais é que <strong>Birdy</strong> inaugura oficialmente a sua entrada em seu primeiro álbum. A aposta de que você ouvirá no repeat fica em <em>Skinny Love</em> (<strong>Bon Iver</strong>), <em>Young Blood</em> (<strong>The Naked and Famous</strong>), <em>1901</em> (<strong>Phoenix</strong>) e <em>Shelter</em> (<strong>The xx</strong>). Vale a pena ouvir toda a coletânea e ficar de olho nesses primeiros vôos da garota.</p>
<p><strong>Birdy</strong> &#8211; <em>Skinny Love</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/aNzCDt2eidg" frameborder="0" width="600" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="https://twitter.com/#!/fernandogalassi">Fernando Galassi</a>)</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-55135" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/11/summer-camp-welcome-to-condale-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Summer Camp – Welcome To Condale (Apricot Records)</strong></p>
<p>Quem dá nome de <strong>Summer Camp</strong> para a sua banda, não está muito preocupado em esconder suas intenções. Essa é a primeira conclusão quando se ouve a faixa de abertura do disco <em>Welcome to Condale</em>, lançamentos desses dificilmente coincidem com o verão brasileiro. Dessa vez demos sorte, <em>Better Off wihtout you</em> e <em>Brian Krakow</em> são para os dias que o sol cega e trilha para seriados californianos. Mas logo vem a surpresa, quando as guitarras perdem de vez a importância para os sintetizadores.</p>
<p>Soando oitentista, a banda tem mais a preocupação de parecer atual do que inovadora. Usando as mesmas referências de <strong>Wavves</strong>, <strong>Tennis</strong>, <strong>Vivian Girls</strong> e <strong>Sleigh Bells</strong>, acrescentando camadas de chillwave quando podem. Às vezes cima do muro, outras por esquizofrenia, <em>Welcome to Condale</em> alterna de humor sem garantir uma linerialidade, com o revezamento de vocal masculino e feminino. Passando do witch mais negro de <em>Nobody Know You</em> para <em>Down</em>, uma balada digna de óculos escuros (pelos motivos que você escolher).</p>
<p>Indiscútivel é que, com sol ou chuva, esse é um disco de uma banda que ainda se descobre e não tem medo de errar. Muitas tendências atuais utilizadas da forma menos extrema, para fazer um som mais aceitável a ouvidos comuns.</p>
<p><strong>Summer Camp</strong> &#8211; <em>Losing My Mind</em><br />
<object width="610" height="25"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-vEPBshPHRY?version=3&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/-vEPBshPHRY?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="610" height="25" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="https://twitter.com/#!/_raphaelbispo">Raphael Bispo</a>)</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-55130" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/11/TMR122_frontcover_lg-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>The Black Belles &#8211; The Black Belles (Third Man Records)</strong></p>
<p>Apadrinhadas por ninguém menos que <strong>Jack White</strong>, o <strong>Black Belles</strong> lança disco homônimo com um pé no garage rock dos anos 60. Básico, o quarteto feminino abusa de riffs pegajosos e vocais sombrios, que conferem certo charme a estética dark do grupo.</p>
<p>As 11 canções do registro as colocam entre as melhores estreias do ano. De <em>Leave With A Letter</em> até <em>Hey Velda</em> elas apostam no minimalismo, mas com uma pretensão que não é comum a bandas do gênero e que é a marca da produção de <strong>Jack White</strong>.</p>
<p>Se <em>Not Tonight</em> tem as feições sinistras do <strong>Dead Weather</strong> nos vocais e no baixo, <em>What Can I Do?</em> é <strong>White Stripes</strong> do início ao fim com riffs ganchudos. <strong>Jack White</strong> está orgulhoso do trabalho de suas meninas.</p>
<p><strong>The Black Belles</strong> &#8211; <em>What Can I Do?</em><br />
<object width="610" height="25" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/mXNTQ-GmMkM?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="610" height="25" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/mXNTQ-GmMkM?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="https://twitter.com/#!/thevinil">Vinícius Cunha</a>)</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-55129" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/11/the-twilight-saga-breaking-dawn-part-1-soundtrack-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Vários Artistas – The Twilight Saga: Breaking Dawn – Part 1 (Trilha Sonora) (Atlantic)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As trilhas sonoras da saga Crepúsculo costumam agradar até quem nunca perdeu tempo vendo um dos filmes. A escalação musical de Lua Nova é a melhor: <strong>Death Cab for Cutie</strong>, <strong>Thom Yorke</strong>, <strong>Lykke Li</strong>, <strong>The Killers</strong>, só para citar alguns. Em Eclipse foi a vez de <strong>Metric</strong>, <strong>Florence + the Machine</strong>, <strong>Vampire Weekend</strong>, <strong>Band of Horses</strong> e outros embalarem o romance da mocinha mais sem graça da ficção e seu bom vampiro que “brilha muito”. Para a primeira parte de Breaking Dawn saem de cena os indies favoritos da autora Stephenie Meyer, e surgem nomes como o pop <strong>Bruno Mars</strong> (<em>It Will Rain</em>), e o rapper <strong>Theophilus London</strong> (<em>Neighbours</em>).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Iron &amp; Wine</strong> aparece novamente com <em>Flightless Bird, American Mouth</em>, mais romântica ainda em sua “Wedding Version” acústica. E romantismo doído é o que não falta: <em>Love Will Take You</em> de <strong>Angus &amp; Julia Stone</strong>, <em>Turning Page</em> de <strong>Sleeping at Last</strong>, e a encantadora <strong>Christina Perri</strong> cantando <em>A Thousand Years</em>. Já os momentos menos melados são três: <strong>The Features</strong>, <em>From Now On</em>, <strong>The Belle Brigade</strong>, <em>I Didn’t Mean It</em> e <strong>Noisettes</strong> com <em>Sister Rosetta</em>. O resto é chuva, palidez e muito amor eterno.</p>
<p><strong>Christina Perri</strong> &#8211; <em>A Thousand Years</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/OHkvan-NFnM" frameborder="0" width="610" height="25"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">(<a href="https://twitter.com/#!/soalves">Soraia Alves</a>)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.rocknbeats.com.br/2011/11/09/lancamentos-da-semana-atlas-sound-the-black-belles-summer-camp-e-mais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lançamentos da Semana: Lou Reed &amp; Metallica, Florence + The Machine, The Decemberists e mais</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2011/11/02/lancamentos-da-semana-lou-reed-metallica-florence-the-machine-the-decemberists-e-mais/</link>
		<comments>http://www.rocknbeats.com.br/2011/11/02/lancamentos-da-semana-lou-reed-metallica-florence-the-machine-the-decemberists-e-mais/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 17:22:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Clara Matta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Buraka Som Sistema]]></category>
		<category><![CDATA[Florence and the Machine]]></category>
		<category><![CDATA[The Decemberists]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.rocknbeats.com.br/?p=54664</guid>
		<description><![CDATA[Pequenas resenhas dos álbuns mais importantes lançados nessa semana pelo mundo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
											<iframe
												style="height:25px !important; border:0px solid gray !important; overflow:hidden !important; width:550px !important;" frameborder="0" scrolling="no" allowTransparency="true"
												src="http://www.linksalpha.com/social?blog=Rock+%26%23039%3Bn%26%23039%3B+Beats&link=http%3A%2F%2Fwww.rocknbeats.com.br%2F2011%2F11%2F02%2Flancamentos-da-semana-lou-reed-metallica-florence-the-machine-the-decemberists-e-mais%2F&title=Lan%C3%A7amentos+da+Semana%3A+Lou+Reed+%26+Metallica%2C+Florence+%2B+The+Machine%2C+The+Decemberists+e+mais&desc=Blouse+%E2%80%93+Blouse+%28Captured+Tracks%29%0D%0A%0D%0ASe+em+algum+momento+da+vida+voc%C3%AA+viesse+a+ter+o+hipot%C3%A9tico+desejo+de+ouvir+algo+como+o+Beach+House+lambendo+os+bei%C3%A7os+do+Blondie%2C+ao+som+dos+sintetizadores+do&fc=333333&fs=arial&fblname=like&fblref=facebook&fbllang=pt_BR&fblshow=1&fbsbutton=1&fbsctr=1&fbslang=en&fbsendbutton=0&twbutton=1&twlang=pt&twmention=rocknbeats&twrelated1=rocknbeats&twrelated2=&twctr=1&lnkdshow=noshow&lnkdctr=0&buzzbutton=0&buzzlang=en&buzzctr=1&diggbutton=0&diggctr=1&stblbutton=0&stblctr=1&g1button=1&g1ctr=1&g1lang=pt-BR">
											</iframe>
										</div><p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-54754" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/11/CT-125_BLOUSE_LP-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Blouse – Blouse (Captured Tracks)</strong></p>
<p>Se em algum momento da vida você viesse a ter o hipotético desejo de ouvir algo como o <strong>Beach House</strong> lambendo os beiços do <strong>Blondie</strong>, ao som dos sintetizadores do início dos anos oitenta, algo como um <strong>Section 25</strong> ou um <strong>OMD</strong> revivido e embebido em cordas vocais femininas, é provável que você não estivesse tão louco assim. Porque esse desejo teria se tornado realidade agora, com o primeiro disco dos estadunidenses do <strong>Blouse</strong>, chamado simplesmente de <strong>Blouse</strong>.</p>
<p>São dez faixas que podem soar datadas pra quem viveu intensamente aquela época, mas que ganham um vigor interessante pelas mãos e mentes de <strong>Patrick Adams</strong>, <strong>Jacob Portrait</strong> e principalmente pela voz de <strong>Charlie Hilton</strong>. É difícil se incomodar com qualquer uma dessas canções, ainda mais com <em>Time Travel</em>, <em>Into Black</em>, <em>Controller</em> e a entusiasmante Videotapes, a melhor do disco. Mas ouvidos menos atentos e preguiçosos poderão achar tudo meio monotom e um devaneio saudosista. Talvez seja. Com o <strong>Blouse</strong> é preciso sonhar um pouco e viajar no tempo. Tente.</p>
<p><strong>Blouse</strong> &#8211; <em>Videotapes</em><br />
<object width="610" height="25" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="false" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/QoLHdbD8dI4?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="false" /><embed width="610" height="25" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/QoLHdbD8dI4?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="false" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="false" /></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="http://twitter.com/#!/flogase">Fernando Lopes</a>)</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-54681" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/11/buraka-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Buraka Som Sistema – Komba (Enchufada)</strong></p>
<p>Música tradicional africana, <em>techno</em>,<em> kuduro</em>, funk carioca e dubstep.  O<strong> Buraka Som Sistema</strong> celebra a vida por meio da morte neste quarto registro inspirado em ritual de passagem típico da Angola.</p>
<p><em>Komba</em>  hipnotiza pela mistura de ritmos e traz os portugueses mais próximos do formato tradicional de canção, que muito se deve pela produção primorosa do próprio grupo. Músicas como <em>Eskeleto</em>, que conta com participação vocal do inglês <strong>Afrikan Boy</strong>, e <em>Hangover (BaBaBa)</em> são híbridos que exploram um diálogo entre o<em> kuduro</em> e o <em>dubstep</em> e não fazem feio.</p>
<p>Quando o assunto é diversão, o <strong>Buraka</strong> vai além e entrega pérolas como <em>(We Stay) Up All Night</em>,  <em>Voodoo Love</em> e <em>Macumba</em>, esta com o brasileiro <strong>Mixhell</strong> que rendeu um dos melhores encontros no último <strong>Rock In Rio</strong>. <em>Komba</em> é  trilha sonora arrebatadora para os últimos e mais intensos momentos da vida humana.</p>
<p><strong>Buraka Som Sistema</strong> &#8211; <em>(We Stay) Up All Night (ft. <strong>Blaya</strong> &amp; <strong>Roses Gabor</strong>)</em><br />
<object width="610" height="25" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/6KNX8PamIPQ?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="610" height="25" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/6KNX8PamIPQ?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="http://twitter.com/#!/thevinil">Vinícius Cunha</a>)</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-54683" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/11/florence-and-the-machine-Ceremonials-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Florence + The Machine &#8211; Ceremonials (Island)</strong></p>
<p>Se tal afirmação pode ser feita a partir de uma carreira tão curta, é simples: <strong>Florence Welch</strong> não pensa pequeno. A missão de superar um dos discos de estreia mais bem sucedidos dos últimos anos não era fácil, mas foi cumprida. <em>Ceremonials</em> é mais sólido, emocionant e ainda maior que <em>Lungs</em> &#8211; tamanho esse que consegue sustentar com firmeza e equilíbrio.</p>
<p>É a segunda vez em 2011 que o produtor <strong>Paul Epworth</strong> consegue, com uma fusão de pop, rock e r&#8217;n'b, extrair o máximo de emoção e potência vocal de uma cantora. Enquanto com <strong>Adele</strong> a fragilidade ganhar espaço, <strong>Florence</strong> surge como uma figura mitológica, destrinchando contos sobre sombras, demônios e mistérios com intensidade em faixas como <em>Shake it Out</em>, <em>Spectrum</em> e <em>No Light No Light</em>. Um álbum que leva o título que merece, e deve transformar os shows de Florence em verdadeiras cerimônias.</p>
<p><strong>Florence + The Machine</strong> &#8211; <em>Shake it out</em><br />
<object width="610" height="25" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/WbN0nX61rIs?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="610" height="25" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/WbN0nX61rIs?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="http://twitter.com/#!/_ana_c">Ana Clara Matta</a>)</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-54756" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/11/lou_reed_metallica_lulu_large-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Lou Reed &amp; Metallica – Lulu (Warner Bros.)</strong></p>
<p>A capa de <em>Lulu</em>, a tão comentada parceria que reúne <strong>Lou Reed</strong> e o <strong>Metallica</strong>, é de gosto duvidoso: um manequim com braços decepados, angústia estampada no olhar e o nome escrito com sangue.</p>
<p>O mal gosto não é exclusivo da capa no conceitual encontro. O casamento do poeta/cantor com o imponente grupo de metal é inspirado em duas obras do expressionista alemão <strong>Frank Wedekind</strong>. Versando sobre a trajetória de <em>Lulu</em>, jovem bailarina que sofreu abusos, o disco tinha tudo marcar a volta ao &#8216;wild side&#8217;, que tando falta a música de hoje, mas eles extrapolaram.</p>
<p><em>Lulu</em> é disco para ser ouvido, no máximo, uma vez e depois ser esquecido entre a poeira das prateleiras e longe dos hardisks alheios. Das letras feitas por Lou e do metal inserido por <strong>James Hetfield</strong> e cia., tudo é descartável e assombroso no pior dos sentidos.</p>
<p><strong>Lou Reed &amp; Metallica</strong> &#8211; <em>The View</em><br />
<object width="610" height="25" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/8LWtb621DRg?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="610" height="25" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/8LWtb621DRg?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="http://twitter.com/#!/thevinil">Vinícius Cunha</a>)</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-54682" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Decemberists-Long-Live-The-king-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>The Decemberists – Long Live the King EP (Capitol)</strong></p>
<p>Após o lançamento do excelente álbum <em>The King is Dead</em>, os sempre literários <strong>The Decemberists</strong> estão de volta, não com um romance completo, e sim com a singela coleção de contos, tão ampla em estilos que se torna quase uma antologia poética, <em>Long Live The King</em>.</p>
<p>Assim como os EPs anteriores da banda, como <em>The Tain</em>, <em>5 Songs</em> e a série <em>Always The Bridesmaid</em>, <em>Long Live The King</em> não chega em vão, e traz de volta os temas complexos de <em>Picaresque</em> e <em>The Crane Wife</em> em <em>E. Watson</em>, o peso do prog-folk de <em>Hazards of Love</em> em <em>Burying Davy</em> e a simplicidade e temas pessoais de <strong>Meloy</strong>, tão presentes no álbum mais recente do <strong>Decemberists</strong>, em <em>Foregone</em>. Com <em>Long Live The King</em>, o <strong>The Decemberists</strong> encerra o ano em que conheceu o sucesso e a tragédia, em uma nota otimista para o futuro. O rei está morto, vida longa ao rei.</p>
<p><strong>The Decemberists</strong> &#8211; <em>Burying Davy</em><br />
<object width="610" height="25" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/1tBHuczQecE?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="610" height="25" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/1tBHuczQecE?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="http://twitter.com/#!/_ana_c">Ana Clara Matta</a>)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.rocknbeats.com.br/2011/11/02/lancamentos-da-semana-lou-reed-metallica-florence-the-machine-the-decemberists-e-mais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lançamentos da Semana: Coldplay, Justice, She &amp; Him, Tom Waits, Brian Wilson e mais</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2011/10/26/lancamentos-da-semana-coldplay-justice-she-him-tom-waits-brian-wilson-e-mais/</link>
		<comments>http://www.rocknbeats.com.br/2011/10/26/lancamentos-da-semana-coldplay-justice-she-him-tom-waits-brian-wilson-e-mais/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 16:53:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Clara Matta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Brian Wilson]]></category>
		<category><![CDATA[Coldplay]]></category>
		<category><![CDATA[Deer Tick]]></category>
		<category><![CDATA[Justice]]></category>
		<category><![CDATA[Nevilton]]></category>
		<category><![CDATA[She & Him]]></category>
		<category><![CDATA[Stevie Jackson]]></category>
		<category><![CDATA[Surfer Blood]]></category>
		<category><![CDATA[The Beets]]></category>
		<category><![CDATA[The Devil Makes Three]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Waits]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.rocknbeats.com.br/?p=53669</guid>
		<description><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
											<iframe
												style="height:25px !important; border:0px solid gray !important; overflow:hidden !important; width:550px !important;" frameborder="0" scrolling="no" allowTransparency="true"
												src="http://www.linksalpha.com/social?blog=Rock+%26%23039%3Bn%26%23039%3B+Beats&link=http%3A%2F%2Fwww.rocknbeats.com.br%2F2011%2F10%2F26%2Flancamentos-da-semana-coldplay-justice-she-him-tom-waits-brian-wilson-e-mais%2F&title=Lan%C3%A7amentos+da+Semana%3A+Coldplay%2C+Justice%2C+She+%26+Him%2C+Tom+Waits%2C+Brian+Wilson+e+mais&desc=Brian+Wilson+%E2%80%93+In+the+Key+of+Disney+%28Disney+Pearl+Records%29%0D%0AUm+disco+entalhado+com+perfei%C3%A7%C3%A3o+para+qualquer+um+que+aprecie+boas+doses+de+nostalgia.+Seja+a+nostalgia+direcionada+ao+som+do+Beach+Boys&fc=333333&fs=arial&fblname=like&fblref=facebook&fbllang=pt_BR&fblshow=1&fbsbutton=1&fbsctr=1&fbslang=en&fbsendbutton=0&twbutton=1&twlang=pt&twmention=rocknbeats&twrelated1=rocknbeats&twrelated2=&twctr=1&lnkdshow=noshow&lnkdctr=0&buzzbutton=0&buzzlang=en&buzzctr=1&diggbutton=0&diggctr=1&stblbutton=0&stblctr=1&g1button=1&g1ctr=1&g1lang=pt-BR">
											</iframe>
										</div>Brian Wilson – In the Key of Disney (Disney Pearl Records) Um disco entalhado com perfeição para qualquer um que aprecie boas doses de nostalgia. Seja a nostalgia direcionada ao som do Beach Boys, descoberto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
											<iframe
												style="height:25px !important; border:0px solid gray !important; overflow:hidden !important; width:550px !important;" frameborder="0" scrolling="no" allowTransparency="true"
												src="http://www.linksalpha.com/social?blog=Rock+%26%23039%3Bn%26%23039%3B+Beats&link=http%3A%2F%2Fwww.rocknbeats.com.br%2F2011%2F10%2F26%2Flancamentos-da-semana-coldplay-justice-she-him-tom-waits-brian-wilson-e-mais%2F&title=Lan%C3%A7amentos+da+Semana%3A+Coldplay%2C+Justice%2C+She+%26+Him%2C+Tom+Waits%2C+Brian+Wilson+e+mais&desc=Brian+Wilson+%E2%80%93+In+the+Key+of+Disney+%28Disney+Pearl+Records%29%0D%0AUm+disco+entalhado+com+perfei%C3%A7%C3%A3o+para+qualquer+um+que+aprecie+boas+doses+de+nostalgia.+Seja+a+nostalgia+direcionada+ao+som+do+Beach+Boys&fc=333333&fs=arial&fblname=like&fblref=facebook&fbllang=pt_BR&fblshow=1&fbsbutton=1&fbsctr=1&fbslang=en&fbsendbutton=0&twbutton=1&twlang=pt&twmention=rocknbeats&twrelated1=rocknbeats&twrelated2=&twctr=1&lnkdshow=noshow&lnkdctr=0&buzzbutton=0&buzzlang=en&buzzctr=1&diggbutton=0&diggctr=1&stblbutton=0&stblctr=1&g1button=1&g1ctr=1&g1lang=pt-BR">
											</iframe>
										</div><p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-53704" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/10/brianwilson452-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Brian Wilson – In the Key of Disney (Disney Pearl Records)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um disco entalhado com perfeição para qualquer um que aprecie boas doses de nostalgia. Seja a nostalgia direcionada ao som do <strong>Beach Boys</strong>, descoberto e redescoberto através das gerações, seja a nostalgia pessoal das músicas que marcaram as infâncias de basicamente todos. <em>In the key of Disney</em>, álbum-tributo no qual <strong>Brian Wilson</strong>, membro lendário do grupo de surf-rock, reinventa o catálogo do estúdio mais bem sucedido da animação mundial, o Walt Disney Studios.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>In the key of Disney</em> viaja pela cronologia do estúdio sem esquecer de nenhuma de suas fases, e é quase impossível escolher os melhores momentos do álbum sem a influência de preferências pessoais e memórias de infância. Porém, enquanto cabe a cada fã saudosista comemorar as faixas que mais se relacionam com suas lembranças, algumas músicas se adaptaram perfeitamente ao estilo de <strong>Wilson</strong>, que traz toda a bagagem do <strong>Beach Boys</strong> e de seu trabalho solo para o álbum. Destaque para <em>You&#8217;ve Got a Friend in Me</em>, que leva a original de <strong>Randy Newman</strong> para as areias da Califórnia, e <em>Bare Necessities</em>, de Mogli.</p>
<p><strong>Brian Wilson</strong> &#8211; <em>You&#8217;ve got a friend in me</em><br />
<object width="500" height="25" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/gMm0P35BQxg?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="500" height="25" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/gMm0P35BQxg?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="https://twitter.com/_ana_c">Ana Clara Matta</a>)</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-53703" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/10/capa-do-disco-mylo-xyloto-da-banda-coldplay-2011-1313155485974_300x300-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Coldplay – Mylo Xyloto (Capitol Records)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sofrendo com o peso de suas próprias ambições, o <strong>Coldplay</strong> lança seu 5º álbum, <em>Mylo Xyloto</em>. O disco, inspirado por movimentos rebeldes que enfrentavam os governos totalitários europeus no século passado, traz o mesmo conteúdo histórico e grandioso porém, dessa vez, em um pacote ainda mais inconstante e extremo.</p>
<p style="text-align: justify;">Com ótimos momentos como a intensa <em>Hurts Like Heaven</em> e a balada sincera <em>Us against the world</em>, <em>Mylo Xyloto</em> falha em sua segunda metade adicionando o pop de <em>Princess of China</em>, dueto com <strong>Rihanna</strong>, e o excesso de efeitos de <em>Up in flames</em> à sua mistura. Confira nossa resenha completa do álbum <a href="http://www.rocknbeats.com.br/2011/10/25/resenha-coldplay-da-um-passo-em-falso-na-sua-revolucao-em-mylo-xyloto/">aqui</a>.</p>
<p><strong>Coldplay</strong> &#8211; <em>Us Against The World</em><br />
<object width="500" height="25" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/rbu672bwBjo?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="500" height="25" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/rbu672bwBjo?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="https://twitter.com/_ana_c">Ana Clara Matta</a>)</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-53705" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/10/deer-tick-divine-providence-260x260-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Deer Tick – Divine Providence (Partisan Records)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Deer Tick</strong> é uma daquelas bandas que deveria lançar um disco ao vivo, pois suas apresentações são bem mais surpreendentes e intensas que suas gravações em estúdio. Brutal, áspero, alto, eles chegam ao quarto disco com a atitude que levam para o palco. <em>Divine Providence</em> já começa certo: <em>The Bump</em> captura a essência do que a banda faz no palco, bateria pesada e <strong>John McCauley</strong> não se importando muito com nada: “<em>We’ll face the music next time we roll in</em>”, canta. <em>Let&#8217;s All Go To The Bar</em> confirma isso, dizendo que não faz diferença, furacão, policia, nada os impedirá de se divertir.</p>
<p style="text-align: justify;">Até mesmo nas canções que a banda tenta se levar a sério, e <strong>McCauley</strong> deixa os vocais por conta de <strong>Ian O’Neil</strong> ou <strong>Dennis Ryan</strong>, as músicas vão além do alt-country esperado e não decepcionam, <em>Clownin Around</em>, <em>Chevy Express</em> e <em>Eletric</em>, são ótimas baladas; mas é com <strong>John</strong> no microfone que a banda brilha.</p>
<p><strong>Deer Tick</strong> &#8211; <em>The Bump</em><br />
<object width="500" height="25" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/u_tC4_zaqaQ?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="500" height="25" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/u_tC4_zaqaQ?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="https://twitter.com/ninalibs">Marina Bastos</a>)</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-53706" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/10/dm3_stomp_and_smash-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>The Devil Makes Three – Stomp and Smash (Milan Records)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quando você ouve <strong>The Devil Makes Three</strong> fica com vontade de usar blue jeans e botas cowboy, falar Kentucky, ver um filme do John Wayne e caçar patos. É estranho pensar que uma banda da Califórnia faz esse som. Mas eles fazem. Em duas noites de casa cheia, o <strong>TDMT</strong> fez uma seleção das músicas que seus fãs mais gostam e o resultado é <em>Stomp and Smash – Live at Mystic Theatre</em>, 11 faixas animadas que fazem qualquer pé dar uma balançada.</p>
<p style="text-align: justify;">A melhor coisa de <em>Stomp and Smash</em> é que ele é um cd ao vivo que não parece ao vivo, porque embora você ouça a reação do público a cada música, dá para ouvir perfeitamente a execução dos instrumentos (banjo, baixo acústico, violão&#8230;), além da voz de <strong>Pete Bernhard</strong> apoiado pelos companheiros <strong>Lucia Turino</strong> e <strong>Cooper McBean</strong>, o que nem sempre acontece em gravações assim. É uma pena a ausência de <em>All Hail</em>, mas outras como <em>Statesboro Blues</em>, <em>Old Number 7</em> e <em>Town</em> garantem a satisfação do público e de quem ouve o disco. É bom sair da zona de bandas com a mesma cara de sempre, e o <strong>TDMT</strong> cumpre o papel de renovar o som que passa pelos seus fones com um registro que mostra que o trio mantém ao vivo a qualidade das gravações em estúdios.</p>
<p><strong>The Devil Makes Three</strong> &#8211; <em>Statesboro blues</em><br />
<object width="500" height="25" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/k5WOinIGmXc?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="500" height="25" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/k5WOinIGmXc?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="https://twitter.com/soalves">Soraia Alves</a>)</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-53707" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/10/0919-justice-audio-video-disco-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Justice – Audio, Video, Disco (Ed Banger)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A Maldição do Segundo Disco&#8221; é um mal que percorre o meio artístico no mundo inteiro. São incontáveis bandas que apresentam ao mundo seu debut com perfeição, atraindo atenção da crítica e reunindo novos fans. Mas, se o seu segundo álbum não for tão bom ou não agradar como o anterior, pronto, é um grande passo em direção ao esquecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">O duo francês <strong>Justice</strong> encarou o desafio de frente, não seguiu a mesma linha musical do seu primeiro álbum, apresentou algo totalmente novo e mesmo assim agradou. E não foi pouco. Riffs de guitarra, batidas ritmicas de bateria, características de <strong>AC/DC</strong> e <strong>Queen</strong>, são misturadas às batidas eletrônicas já conhecidas da dupla, tendo como resultado um álbum que agrada os velhos fans e atrai novos.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem acompanha o Rock&#8217;n'Beats sabe que nós tivemos acesso exclusivo à esse álbum mais de um mês antes de seu lançamento, e a nossa opinião completa você pode ver aqui, na coluna <a href="http://www.rocknbeats.com.br/2011/08/30/what-did-you-expect-from-justice-a-equipe-do-rock-n-beats-opina-sobre-audio-video-disco/">What did you expect?</a>. Ouça a eleita como melhor faixa do álbum:</p>
<p><strong>Justice</strong> &#8211; <em>New Lands</em><br />
<object width="500" height="25" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/V9vB7WLr9hw?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="500" height="25" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/V9vB7WLr9hw?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="https://twitter.com/guirossal">Guilherme Alves</a>)</p>
<p style="text-align: left;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-53803" title="nevilton-de-verdade-2011" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/10/nevilton-de-verdade-2011-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /> <strong>Nevilton &#8211; De Verdade (Trama)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong>Depois de uma grande espera de seus fãs, a <strong>Nevilton</strong> finalmente lança seu primeiro álbum cheio. Quase que uma extensão do EP <em>Pressuposto</em>, as letras tratam geralmente de problemas humanos casuais, mas em muitas vezes são pouco (ou até muito) inspiradas.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>Nevilton</strong> tem potencial e fanbase para, daqui a algum tempo, invadir o cenário do pop rock nacional como já vêm fazendo a <strong>Sabonetes</strong>, por exemplo, mas precisa se concentrar mais em bons momentos como <em>Ballet da Vida Irônica</em> e <em>Pressuposto</em> e menos em letras descartáveis como em <em>Bolo Espacial</em>. A melodia característica da banda eles já encontraram. Mas, por enquanto, <em>De Verdade</em> é um álbum para se ouvir apenas de plano de fundo, ou então em uma festa, com uma cerveja na mão.</p>
<p><strong>Nevilton</strong> &#8211; <em>Ballet da Vida Irônica</em><br />
<object width="500" height="25" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/VbnDSThAZgk?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="500" height="25" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/VbnDSThAZgk?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="http://twitter.com/#!/izadorapimenta">Izadora Pimenta</a>)</p>
<p style="text-align: left;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-53708" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/10/img-1001008-she-him-very-she-him-christmas-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>She &amp; Him – A Very She &amp; Him Christmas (Merge)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Álbuns natalinos são uma tradição norte-americana, tão presentes na temporadas de festas dos EUA como as guerras e bonecos de neve, lojas de pinheiros e jantares de &#8220;Thanksgiving&#8221;. De <strong>Frank Sinatra</strong> a <strong>NSync</strong>, inúmeros artistas já abraçaram o espírito natalino e gravaram discos dedicados à data comemorativa. Finalmente, <strong>Zooey Deschanel</strong>, que já havia se arriscado no gênero no filme &#8220;Elf&#8221;, se reuniu com M. Ward no projeto <strong>She &amp; Him</strong> para revisitar alguns dos mais clássicos standards da música natalina em <em>A Very She &amp; Him Christmas</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">O resultado é tão adorável quanto poderia ser. A carga anacrônica das vozes e arranjos de <strong>Zooey</strong> e <strong>M. Ward</strong> nunca se sentiram tão em casa como em faixas como a melancólica <em>Have yourself a merry little christmas</em> e na animada <em>Rockin&#8217; Around The Christmas Tree</em>. É um disco para reunir as gerações, decorar uma árvore, abrir um presente e se sentir como uma criança novamente.</p>
<p><strong>She &amp; Him</strong> &#8211; <em>Rockin&#8217; around the christmas tree</em><br />
<object width="500" height="25" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/1gCd23Jrc0M?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="500" height="25" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/1gCd23Jrc0M?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="https://twitter.com/_ana_c">Ana Clara Matta</a>)</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-53709" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/10/I_cant_get_no_500px-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Stevie Jackson – (I Can’t Get No) Stevie Jackson</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O título está definitivamente entre os piores do ano. Dos últimos anos. Mas trocadilhos à parte, o primeiro álbum solo de <strong>Stevie Jackson</strong> &#8211; guitarrista e uma das mentes criativas do grupo escocês <strong>Belle &amp; Sebastian</strong> &#8211; não surpreende os fãs de seus trabalhos anteriores ao misturar o indie-pop de sua banda principal com seu amor pelo rock dos anos 60, mas decepciona na qualidade do resultado final de <em>(I can&#8217;t get no) Stevie Jackson</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Cheio de referências cinematográficas e sobre a cultura pop, <strong>Stevie Jackson</strong> acerta a mão nas letras mas não cria nada melodicamente memorável como algumas de suas composições para o Belle &amp; Sebastian, como <em>To Be Myself Completly</em> ou a recente <em>I&#8217;m not living in the real world</em> (cujos ecos aparecem em <em>Try Me</em>). <strong>Stevie</strong>, como artista solo, se encontra na mesma família de <strong>Ben Folds</strong> e <strong>Gruff Rhys</strong>, e enquanto o álbum começa com um passo quase soul em <em>Just, just so to the point</em> e <em>Pure at Heart</em>, acha seu equilíbrio em sua faixa mais simples, a homenagem cinéfila <em>Kurosawa</em>.</p>
<p><strong>Stevie Jackson</strong> &#8211; <em>Kurosawa</em><br />
<object width="500" height="25" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/QfAdX1mg_YY?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="500" height="25" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/QfAdX1mg_YY?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="https://twitter.com/_ana_c">Ana Clara Matta</a>)</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-53710" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Surfer-Blood-Tarot-Classics-11-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Surfer Blood – Tarot Classics [EP] (Kanine Records)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">15 minutos e 25 segundos é o tempo exato que você vai gastar ouvindo <em>Tarot Classics</em>, o EP de quatro músicas que o <strong>Surfer Blood</strong> acaba de lançar. Pode-se dizer que eles estão menos garotos e mais adultos. Os primeiros acordes de <em>I’m Not Ready</em> já trazem o surf/rock/pop leve que a banda mostrou em seu primeiro e elogiado álbum, <em>Astro Coast (2010)</em>. Depois de conhecer a música é fácil acompanhar <strong>Pitts</strong> cantando “I&#8217;m not ready to look the other way”. Que caminho é esse a gente não sabe direito, mas parece que eles não querem ficar presos na fórmula de músicas que falam de juventude eterna.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao falar das desilusões do amor em <em>Miranda</em>, o <strong>SB</strong> flerta com o grunge. Já <em>Voyager Reprise</em> mostra a face mais melancólica e romântica da banda, com guitarras simples, mas belas, e a presença da gaita que dá o toque especial. A faixa final, <em>Drinking Problem</em> também é mais sombria, construída sobre teclados e guitarras distorcidas. Aqui, a voz densa de <strong>Pitt</strong> fica bem diferente do vocal cru da música inicial do EP, que é caracterizado justamente pela diversidade que o <strong>Surfer Blood</strong> resolveu usar para mostrar que o próximo álbum não deve ser tão homogêneo como o primeiro.</p>
<p><strong>Surfer Blood</strong> &#8211; <em>Miranda</em><br />
<object width="500" height="25" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/J9QI9aU4xBQ?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="500" height="25" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/J9QI9aU4xBQ?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="https://twitter.com/soalves">Soraia Alves</a>)</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-53711" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/10/badasme-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Tom Waits – Bad As Me (ANTI- Records)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Elogiar <strong>Tom Waits</strong> é quase um pleonasmo. <em>Bad As Me</em> é outra grande obra para a carreira mais que sólida de um artista que já passou de 40 anos sob os holofotes da mídia. De <em>Chicago</em> a <em>After You Die</em>, <strong>Tom</strong> faz o que de melhor sabe fazer: falar de amor do jeito mais romântico que sua voz cafajeste permite, passeando pelas dores, desilusões, delícias e prazeres que o sentimento proporciona a quem o prova, sem esquecer as bebedeiras e diversões de um homem. A parceria com a esposa <strong>Kathleen Brennan</strong> já não é novidade, e dessa vez juntaram-se aos dois <strong>Keith Richards</strong>, <strong>Les Claypool</strong> e <strong>Flea</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma resenha faixa a faixa caberia a <em>Bad As Me</em>, mas em poucas palavras vale destacar o blues canastrão <em>Raised Right Men</em>, a delicada <em>Pay Me</em>, o dueto com <strong>Keith Richards</strong> em <em>Last Leaf</em>, e a faixa título com um delicioso dualismo do próprio Waits. Sem esquecer a interpretação rasgada do blues <em>Satisfied</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Obviamente <strong>Tom Waits</strong> não precisa provar nada para ninguém, e é exatamente por isso que é tão bom ver um artista que continua criando bons trabalhos, pelo puro prazer de fazer música boa.</p>
<p><strong>Tom Waits</strong> -<em>Raised Right Men</em><br />
<object width="500" height="25" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/mSJuenOVjxQ?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="500" height="25" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/mSJuenOVjxQ?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="https://twitter.com/soalves">Soraia Alves</a>)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.rocknbeats.com.br/2011/10/26/lancamentos-da-semana-coldplay-justice-she-him-tom-waits-brian-wilson-e-mais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

