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	<title>Rock &#039;n&#039; Beats &#187; Resenhas</title>
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<title>Rock &#039;n&#039; Beats</title>
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		<item>
		<title>Otto encerra turnê de disco consagrado em São Paulo</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 12:08:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Otto]]></category>

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		<description><![CDATA[Última apresentação de <i>Certa Noite Acordei de Sonhos Intranquilos</i> mostrou a descontração do pernambucano no palco]]></description>
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										</div><p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-61862 aligncenter" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/02/otto-no-sesc.jpg" alt="" width="614" height="447" /></p>
<p>Imagem: <a href="http://tutyfotografia.blogspot.com/" target="_blank">Marcos Willian</a></p>
<p style="text-align: justify;">Antes do show filas, estacionamentos lotados, pessoas em busca de ingressos, jornalistas culturais em busca de um jeitinho brasileiro para entrar. Do lado de dentro grande público cantando em coro boa parte das músicas de um disco consagrado.</p>
<p style="text-align: justify;">Toda a pompa relatada no parágrafo anterior se refere a um show do cantor <strong>Otto</strong> realizando no último sábado (4) no Sesc Pompeia, em São Paulo, anunciado como a última apresentação com base no disco <em>Certa Noite Acordei de Sonhos Intranquilos</em>. O trabalho de sucesso e praticamente unânime para a crítica musical e fãs do gênero explica por que tanto glamour cercando a apresentação do pernambucano.</p>
<p style="text-align: justify;">No palco, com acompanhamento de grande banda, <strong>Otto</strong> está em grande forma e extasiado, entregue ao momento, bem animado, diferente do mesmo cara com pé na bunda recém-tomado compositor do disco de 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora esteja prestes a lançar disco novo, o aguardado <em>The moon 1111</em>, o repertório ficou por conta das consagradas músicas Janaína, Saudade, Crua e Seis Minutos, entre outras. Algumas músicas mais das antigas de sua carreira foram revisitadas, com direito a <em>Pelo Engarrafamento</em>, “faz dez anos que eu não tocava essa, mas essa noite especial no Sesc Pompeia merece”.</p>
<p style="text-align: justify;">Num show em que todos os momentos são peculiares por si só, ele cantou <strong>Pedra Letícia</strong> a capela acompanhado de seu pandeiro, além de fazer a plateia dançar com sambas de <strong>Martinho da Vila</strong> e<strong> Jackson do Pandeiro</strong>. A lembrança dos 15 anos de morte de <strong>Chico Science</strong> colocou o público para cantar trechos clássicos da <strong>Nação Zumbi</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre um som e outro o diálogo de <strong>Otto</strong> com a plateia (ou com ele mesmo) com as mais desconexas e pernambucanas das palavras, que trazem momentos a parte, versando da violência urbana ao Japão, passando por <strong>Gaby Amarantos,</strong> seu disco novo – sem informações muito claras. Até o mais pop dos hits deste verão foi citado. “Até tu brutus? Vocês que falaram isso aí na plateia”, disse após cantar a trecho da famigerada <em>Ai Se Eu Te Pego</em>, de <strong>Michel Teló</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Fica o aguardo dos outros sonhos do próximo disco e a impressão de que apresentações de tamanho fôlego continuarão à altura de Otto.</p>
<p style="text-align: justify;">No YouTube é possível ver a performance de <em>Janaína</em>:<br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/8Flv3KmAs0g" frameborder="0" width="614" height="400"></iframe></p>
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		<title>Resenha: Air, &#8220;Le Voyage Dans La Lune&#8221; &#8211; É duro ser eficiente</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2012/02/06/resenha-air-le-voyage-dans-la-lune-e-duro-ser-eficiente/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 01:11:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Air]]></category>
		<category><![CDATA[Le Voyage Dans Le Lune]]></category>

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		<description><![CDATA["Era como fazer a trilha sonora pra um filme qualquer. Só que, obviamente, não se tratava de um filme qualquer"]]></description>
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										</div><p><img class="size-full wp-image-61818 aligncenter" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/02/air-capa-levoyagedanslalune.jpg" alt="" width="610" height="610" /></p>
<p style="text-align: right;">Por <a href="http://twitter.com/#!/flogase" target="_blank">Fernando Lopes</a></p>
<p style="text-align: justify;">Sim, às vezes, é duro ser eficiente.</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta do <strong>Air</strong>, com <em>Le Voyage Dans La Lune</em>, não era simplesmente homenagear o filme de <strong>George Méliès</strong>, <em>Viagem À Lua</em>, de 1902. No começo de 2011, com as cópias restauradas – e algumas até colorizadas novamente, à mão – a dupla francesa foi chamada pra sonorizar os originais quatorze minutos da película. Era como fazer a trilha sonora pra um filme qualquer. Só que, obviamente, não se tratava de &#8220;um filme qualquer&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A importância histórica de <em>Viagem À Lua</em> não está alocada apenas no tempo. O filme é impulso pro próprio cinema (o curta do ilusionista francês é o &#8220;foguete&#8221; e o cinema de hoje, a &#8220;lua&#8221;, como se costuma dizer). O que <strong>Méliès</strong> fez em 1902 foi estabelecer a diferenciação entre realidade e ficção, foi colocar a mente criativa do homem a serviço da nova engenhoca e da primária linguagem que ali nascia. Pode-se dizer, sem medo de exagerar, que ele abriu as portas do fantástico pro cinema. É como se antes dele, o cinema fosse a escrita sem a literatura; a escrita exercendo sua função apenas jornalísitca, de informar, sem criar nada.</p>
<p style="text-align: justify;">E não é pouco enfiar fantasia no nascedouro de uma nova forma de arte. Ou, definitivamente, transformar uma invenção científica, o cinematógrafo dos <strong>irmãos Lumière</strong>, numa ferramenta pra expressão dos devaneios criativos da mente humana.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, o <strong>Air</strong> tinha uma <em>autobahn</em> pra trafegar: a música original do filme jamais foi criada, porque o cinema não tinha essa preocupação. Não havia, de fato, preocupação alguma com som, num momento em que a maravilha ainda era ver aquelas imagens em movimento. Era isso o que encantava as plateias (embora não as assustassem mais). A dupla podia criar do zero. Mas, enfim, seria de imensa responsabilidade: <strong>Méliès</strong> pensaria o quê do resultado final?</p>
<p style="text-align: justify;">A seu favor, além da falta de comparação com &#8220;um original&#8221;, o <strong>Air</strong> tem em seus fãs provavelmente poucos que conhecem ou já assistiram à obra. Mais do isso, pouquíssimos que empregariam a importância devida e reverencial que o projeto tem. Mesmo assim, percebe-se que a banda teve duas preocupações: não parecer discrepante às imagens, e não perder o foco do tempo em que vive.</p>
<p style="text-align: justify;">E é aí que mora a maior contradição de <em>Le Voyage Dans La Lune</em>. A banda conseguiu ser eficiente nas intenções de tal maneira, que o disco em si, isolado, sem o filme de apoio, não quer dizer muita coisa. Nos trinta e um minutos e meio, há passagens boas, como <em>Parade</em>, <em>Sonic Armada</em> e <em>Cosmic Trip</em>, que até sobrevivem sozinhas, mas é preciso certa força de vontade. No todo, a intenção &#8220;trilha sonora&#8221; se sobressai, com <em>Astronomic Club</em>, <em>Moon Fever</em>, trechos de <em>Lava</em> e nos clipes <em>Retour Sur Terre</em>, <em>Décollage</em> e <em>Homme Lune</em>.</p>
<p>Ouça <em>Sonic Armada</em>:<br />
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<p style="text-align: justify;">As participações de <strong>Victoria Legrand</strong>, do <strong>Beach House</strong>, em <em>Seven Stars</em>; e das moças do <strong>Au Revoir Simone</strong>, em <em>Who Am I Now?</em>; ambas com vocais, são um tentativa de aproximação com o mundo real e atual do <strong>Air</strong>. Tentativa bem sucedida, vale dizer. São duas das que funcionam melhor sozinhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, essa eficiência dos franceses em fazer uma trilha sonora afetiva pro filme não eleva o disco além da média do que já foi produzido por eles. Deve, ao menos, convocar pra conhecer o trabalho do cineasta homenageado, e fazer com que um novo público olhe com atenção e curiosidade pro início de tudo. A era dos efeitos especiais se deve muito a <strong>Méliès</strong>, que ousou fantasiar, criar e viajar (literalmente) no imaginário popular. Ele só não tinhas os recursos e ferramentas de uma Indrustrial Light &amp; Magic ou de uma WETA.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Air</strong> tem tudo a seu favor: o tempo, o distanciamento histórico, a tecnologia. Você também. Tente, pois, ver e ouvir disco e filme juntos. Infelizmente, a eficiência na empreitada faz com que ela não funcione muito de outra maneira.</p>
<p><strong>Nota: 6.0</strong></p>
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		<title>Mayer Hawthorne: a volta do improvável soulman ao Circo Voador</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 16:21:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Circo Voador]]></category>
		<category><![CDATA[Mayer Hawthorne]]></category>
		<category><![CDATA[Queremos]]></category>

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		<description><![CDATA[Na última sexta-feira (03), músico americano arrebatou a lona mais famosa do Rio de Janeiro com repertório centrado em seu segundo disco]]></description>
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										</div><p><img class="aligncenter size-full wp-image-61707" title="mayerhawthorne-ihateflash-rocknbeats" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/02/mayerhawthorne_087.jpg" alt="" width="610" height="405" /></p>
<p style="text-align: right;">Por <strong><a href="https://twitter.com/#!/thevinil">Vinícius Cunha</a></strong><br />
Fotos por <a href="http://ihateflash.net/set/queremos-mayer-hawthorne/">Esper e Schlaepfer / I Hate Flash!</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mayer Hawthorne</strong> tinha motivos de sobra para distribuir largos sorrisos em sua segunda passagem pelo Circo Voador, novamente financiada pelo Queremos. Um dia após completar seu 32º aniversário, <a href="http://www.rocknbeats.com.br/2012/02/03/o-teste-de-aniversario-de-mayer-hawthorne/">comemorado na apresentação de São Paulo</a>, o multi-instrumentista arrebatou um público maior do que no ano anterior provando ser ótimo <em>entertainer</em>, além de músico acima da média.</p>
<p style="text-align: justify;">Repleto de referências do soul da década de 80, <strong>Mayer</strong> deu as boas vindas após breve introdução da competente banda de apoio <strong>The County</strong> com <em>Maybe So, Maybe No</em>. O primeiro de um filão de hits na noite, como <em>Walk</em>, <em>The Ills</em> e <em>Hooked</em>, embora o rapaz só tenha dois álbuns lançados. Sua obra tem um frescor único que é resultado da influência do hip hop com contornos bem nítidos com <em>Gangsta Luv</em> em seu repertório.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-61708" title="mayerhawthorne-rocknbeats-ihateflash" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/02/mayerhawthorne_062.jpg" alt="" width="610" height="405" /></p>
<p style="text-align: justify;">Adotando um visual descontraído e adequado ao verão, <strong>Hawthorne</strong> abriu mão do estilo engomadinho e optou por meia preta para acompanhar o vestuário inteiramente branco. Mais &#8220;nerd&#8221; impossível. Soulman improvável, quase acidental, ele domina o público com carisma que falta em boa parte dos artistas no universo pop. Até arrisca na passagem entre agudos e graves e acerta ao apostar em <em>No Strings</em> e sua temática sexual para apimentar o show.</p>
<p style="text-align: justify;">Um espetáculo à parte, a <strong>The County</strong> contribui para que as músicas do americano ganhem mais vida em cima do palco. Ela dá a brecha necessária para <strong>Mayer</strong> interagir com a plateia. Do &#8220;rain down&#8221; coreografado em <em>Wish It Would Rain</em> até o &#8220;momento foto&#8221; – em que eles fazem poses de rockstars para que a plateia tire fotos - <strong>Mayer</strong> é natural e diverte sem fazer esforço.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-61709" title="mayerhawthorne_rocknbeats" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/02/mayerhawthorne_074.jpg" alt="" width="610" height="405" /></p>
<p style="text-align: justify;">Com um set recheado de músicas de <em>How Do You Do</em>, seu novo disco, ele dá um passo adiante ao amadurecimento. Um soulman versando sobre as questões da vida de solteiro (<em>Finally Falling</em>), mas que no fundo é o mesmo apaixonado de <em>A Strange Arrangement</em>, como prova na performance de <em>Hooked</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">A apresentação só não se tornou inesquecível, pois um fã especial de <strong>Mayer</strong> resolveu apenas contemplá-lo. <strong>Marcos Valle</strong>, que ao lado do palco observava cada movimento do soulman,  deixou o brilho da noite para o americano que antes do bis executou um dos seus maiores sucessos, <em>The Ills</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Após cerca de uma hora e meia com um Circo Voador arrebatado, Mayer retona para uma versão estendida de <em>Henny and Gingerale</em> e prova que mesmo quando tudo joga contra &#8211; errando a música nos quatro retornos do refrão &#8211; ele se safa, pois mantém com o público um amor ardente, típico do verão carioca.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira <strong>Mayer Hawthorne &amp; The County</strong> em <em>Your Easy Lovin&#8217; Ain&#8217;t Pleasin&#8217; Nothin&#8217;</em>:<br />
<object width="610" height="450" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/tCRDcSFLpSQ?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="610" height="450" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/tCRDcSFLpSQ?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
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		<title>Resenha: Paul McCartney se declara em &#8220;Kisses On The Bottom&#8221;</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2012/02/03/resenha-paul-mccartney-se-declara-em-kisses-on-the-bottom/</link>
		<comments>http://www.rocknbeats.com.br/2012/02/03/resenha-paul-mccartney-se-declara-em-kisses-on-the-bottom/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 15:19:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Izadora Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Paul  McCartney]]></category>
		<category><![CDATA[The Beatles]]></category>

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		<description><![CDATA[Beatle resgata suas próprias memórias e constrói um álbum apaixonado]]></description>
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										</div><p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-61463" title="paul_mccartney_kisses_on_the_bottom" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/02/paul_mccartney_kisses_on_the_bottom-610x610.jpg" alt="" width="610" height="610" /></p>
<p style="text-align: right;">por <a href="http://twitter.com/izadorapimenta">Izadora Pimenta</a></p>
<p style="text-align: justify;">Se fosse uma pessoa comum, <strong>Sir James Paul McCartney</strong> poderia muito bem estar agora tendo a sua vidinha pacata de um típico senhor inglês, cuidando de sua numerosa família e de sua mais nova esposa. Talvez ele aparecesse nos jornais uma vez ou outra dando alguma declaração em defesa aos direitos dos animais, mas ninguém, além das pessoas mais próximas de seu convívio, ficaria ansioso para ler essa tal declaração. Ele seria um cara legal, cuja maior preocupação talvez fosse cuidar do jardim de sua casa, ou comprar bilhetes para o metrô.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele até que teria essa realidade calma se não fosse <strong>Paul McCartney</strong>, que aos dezenove anos de idade mal entendia que o simples contrato de sua banda (uns tais de <strong>Beatles </strong>aí) com uma gravadora lhe renderia uma posição divina na história da música &#8211; e, por que não, na história mundial. Hoje <strong>Paul</strong>, mais de quarenta anos após o fim da banda, já possui quinze álbuns só em sua carreira solo, e lota estádios com repertórios de duas horas praticamente ininterruptas de músicas que são entoadas do começo ao fim pelos seus fãs &#8211; ele tem milhares.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Paul</strong> é um workaholic assumido. E <em>Kisses On The Bottom</em> não poderia representar melhor a fase na qual ele se encontra: a vontade de conciliar sua vocação irrefutável com o descanso, o convívio familiar e o resgate de suas próprias memórias &#8211; não aquelas que ele construiu, mas aquelas que o construiram e o transformaram não somente no beatle que todos nós conhecemos, mas também, na pessoa que ele é.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-61464" title="paul_jpg_630x480_q85" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/02/paul_jpg_630x480_q85.jpg" alt="" width="614" height="461" /></p>
<p style="text-align: justify;">“Eu achava essas músicas simplesmente mágicas. E quando passei a compor minhas próprias músicas, comecei a achar uma maravilha a forma como foram feitas” &#8211; foi desta maneira <strong>Paul</strong> que explicou em um comunicado a gravação do álbum, que conta com lançamento oficial no próximo dia 7 de fevereiro, mas já está <a href="http://www.rocknbeats.com.br/2012/01/30/ouca-na-integra-os-novos-albuns-de-paul-mccartney-e-ringo-starr/">disponível para streaming no site da NPR</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo com um solo de guitarra de <strong>Eric Clapton</strong> (<em>My Valentine</em>) ou uma gaita certeira de <strong>Stevie Wonder</strong> (<em>Only Our Hearts</em>), não há nada de genial em <em>Kisses On The Bottom</em>. Simplesmente porque o álbum de <strong>McCartney</strong> não tem pretensão alguma de sê-lo: é desprendido de preocupações desde seu título engraçadinho (em bom português, <em>Kisses On The Bottom</em> seria algo como <em>Beijos No Traseiro</em>) até os assovios debochados de <strong>Paul</strong> em faixas como<em> It&#8217;s Only A Paper Moon</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Kisses On The Bottom</em> é um álbum para ser apreciado com calma &#8211; degustado, não deglutido. É só mais um álbum de standards, claro, mas as faixas foram escolhidas com bastante precisão, e o beatle transmite exclusivamente em seus vocais (dessa vez ele não toca o baixo nem algum outro instrumento nas faixas) e cuidado com cada uma delas o que cada uma representa para si. Ouvir <em>Kisses On The Bottom</em>, no entanto, é como ouvir uma declaração de amor de cinquenta minutos.</p>
<p style="text-align: justify;">Afinal, <strong>Macca</strong> já fez muita gente se apaixonar por música com algumas de suas composições com os <strong>Beatles</strong>, como <em>Yesterday</em>,<em> Hey Jude</em> e <em>All My Loving</em>, ou até mesmo com o seminal álbum <em>Band On The Run</em>, de sua carreira com o <strong>Wings</strong>. Em <em>Kisses On The Bottom</em>, ele só quer provar que antes de ser um fator determinante desta paixão, ele também foi e sempre será um apaixonado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nota: 8,5</strong></p>
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		<title>O teste de aniversário de Mayer Hawthorne</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2012/02/03/o-teste-de-aniversario-de-mayer-hawthorne/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 15:02:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Bispo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Rock 'n' Beats]]></category>
		<category><![CDATA[Shows]]></category>
		<category><![CDATA[Cine Joia]]></category>
		<category><![CDATA[Mayer Hawthorne]]></category>

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		<description><![CDATA[O cantor se apresentou ontem no Cine Joia, em SP]]></description>
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										</div><p style="text-align: justify;">Sobe ao palco um cara branco de paletó, calças curtas e óculos de aros grossos, e emparelha-se a uma mesa que entre os acessórios musicais destaca uma miniatura dele mesmo, uma espécie de fantasia nerd. É <strong>Mayer Hawthorne</strong> o anfitrião da festa, no dia do seu aniversário, que tentaria garantir o soul e os sorrisos nos rostos.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-61538" title="Mayer Hawthorne - Raphael Bispo" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Mayer-Hawthorne-Raphael-Bispo1.jpg" alt="" width="610" height="366" /></p>
<h6 style="text-align: right;">fotos <strong>Raphael Bispo</strong></h6>
<p style="text-align: justify;">Dizer que o público do <strong>Cine Joia</strong> se identificava com artista do show pode parecer óbvio, mas tenha mentalmente em destaque o rótulo mais comum a <strong>Mayer Hawthorne</strong> – o cara branco que faz música de preto ou “um swingue branquelo” e o quadro estará pintado.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante da imagem quase inocente de <strong>Hawthorne</strong> é interessante ver como ele consegue comandar a platéia que estava em suas mãos, pelo menos enquanto durou o fôlego.</p>
<p style="text-align: justify;">E foi esse homenzinho que tentou ensinar como se dança o soul e o funk. Os pontos altos da apresentação se garantem com a dança sincronizada da banda nas músicas mais balançantes. Com direito a pequena coreografia em “<em>I Wish It Would Rain</em>” e “<em>A Long Time</em>”.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-61543" title="Mayer Hawthorne - Raphael Bispo" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Mayer-Hawthorne-Raphael-Bispo3.jpg" alt="" width="540" height="324" /></p>
<p style="text-align: justify;">O show de 1 hora e 40 minutos foi mais do que <strong>Mayer Hawthorne</strong> precisava para executar seus hits. Deixando várias vezes o show morno, mesmo que a execução ao vivo empolgue mais que os discos, o nível de disperção chegou ao ponto de desperdiçar “A Strange Arragement” perdida entre as conversações do público com ecos de <strong>Kings Of Convenience</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O público resolveu não se empolgar mais tanto com os solos dos músicos nem quando a banda começou o “<em>Happy Birthday</em>” para o artista principal. Restando a Mayer Hawthorne voltar para o bis brindando com a banda e enchendo o copo da galera para celebrar.</p>
<p style="text-align: justify;">Não faltou a diversão, mas era um fogo brando e incostante. Hawthorne foi vencido pelo prelúdio e a introdução ficando no “<em>Maybe So, Maybe No</em>” do início ao fim.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-61542" title="Mayer Hawthorne - Raphael Bispo" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Mayer-Hawthorne-Raphael-Bispo2.jpg" alt="" width="549" height="329" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Resenha: Leonard Cohen, &#8220;Old Ideas&#8221; &#8211; Que ele nunca aprenda a lição</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2012/02/02/resenha-leonard-cohen-old-ideas-que-ele-nunca-aprenda-a-licao/</link>
		<comments>http://www.rocknbeats.com.br/2012/02/02/resenha-leonard-cohen-old-ideas-que-ele-nunca-aprenda-a-licao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 00:10:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Leonard Cohen]]></category>
		<category><![CDATA[Old Ideas]]></category>

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		<description><![CDATA[Músico lança seu primeiro álbum depois de oito anos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
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										</div><p><img class="size-full wp-image-61411 aligncenter" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/02/leonardcohen-capa-oldideas.jpg" alt="" width="610" height="610" /></p>
<p style="text-align: right;">Por <a href="http://twitter.com/#!/flogase" target="_blank">Fernando Lopes</a></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os problemas chegaram e eu salvei o que pude salvar&#8221;, canta <strong>Leonard Cohen</strong>, em <em>Show Me The Place</em>. &#8220;Não tenho futuro, sei que meus dias estão contados, o presente não é nada agradável e há tanta coisa pra fazer, pensei que o passado era o que me restaria, mas a escuridão chegou lá também&#8221;, revela, em <em>Darkness</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Ouça <em>Show Me The Place</em><br />
<object width="610" height="25" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="false" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/WCtoVoE5Mm4?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="false" /><embed width="610" height="25" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/WCtoVoE5Mm4?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="false" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="false" /></object></p>
<p style="text-align: justify;">Oito anos depois do último disco, <em>Dead Heather</em>, ele lança <em>Old Ideas</em>, e em quase todas as músicas deixa claro que não tinha muita saída, além de resgatar a carreira, o que fez com louvor, com a turnê que se iniciou em 2008 e culmina nesse álbum.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele precisava de grana. E com a turnê, acabou arrecadando, em 2009, 10 milhões de dólares em ingressos e cachês, tornando-se um dos 40 artistas que mais faturaram com shows naquele ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas não torço pra que ele tenha aprendido a lição. De jeito nenhum. Longe disso.</p>
<p style="text-align: justify;">O que estimulou <strong>Cohen</strong> a sair em turnê, quinze anos após a anunciada aposentadoria dos palcos, foi que ele se viu falido. A ideia era viver recluso num mosteiro budista, meditando e refletindo sobre a (intensa) vida, mas seu empresário tinha planos menos nobres e mais terrenos e afanou seus mais de cinco milhões de dólares poupados num fundo de pensão. Daí, não teve jeito, <strong>Leonard Cohen</strong> se viu obrigado a ganhar um troco &#8211; e a única coisa que ele sabe fazer pra levantar fundos é cantar, tocar e compor.</p>
<p style="text-align: justify;">A vida é dura, eu sei, e ele já tem 77 anos (completa 78 em setembro), mas se toda vez que <strong>Leonard Cohen</strong> precisar de grana e acabar inspirado pra compor um disco como <em>Old Ideas</em>, desculpe-me, mas vou torcer pra que ele vá à falência de novo e jogue todas as mágoas pra com os abjetos seres humanos em suas letras melancólicas, tristes, irônicas e simples, impiedosamente simples.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo que seja com certa preguiça, como em <em>Banjo</em> e<em> Crazy To Love You</em>, que se arrastam. Porém, a obra tem uma incrível quantidade de compensações pra esses subjetivos deslizes.</p>
<p style="text-align: justify;">A voz cada vez mais rouca e cansada, mas ainda contundente, é embalada lentamente por órgãos gospel, batidas jazzísticas sedutoras, embalos bluseiros, backing vocals envolventes, violinos angelicais e melodias saborosas, sem uma pingo em excesso, base pra sua verve lamuriosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Não à toa, <strong>Nick Cave</strong> e <strong>Tom Waits</strong> o olham como verdadeiro professor. Aqui, entretanto, não é a mesma voz, nem o mesmo jeito de cantar. Em <em>Old Ideas</em>, ele praticamente declama suas poesias, como se estivesse em casa, recebendo os amigos e contando a história dos últimos anos de sua vida – uma vida que ele não queria retomar.</p>
<p style="text-align: justify;">É um lamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas ele não está em casa. Ele que <em>voltar</em> pra &#8220;casa&#8221;, literalmente (<em>Going Home</em>), sem seu &#8220;fardo, pra trás da cortina, sem o traje&#8221; que usava. Ele não quer mais ser <strong>Leonard Cohen</strong>, o artista, o músico. E implora, em <em>Amen</em>, pra que só o chamem (de volta) &#8220;quando estiver limpo e sóbrio, quando encarar o horror&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Ouça <em>Going Home</em>:<br />
<object width="610" height="25" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="false" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/1ChApspDrjg?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="false" /><embed width="610" height="25" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/1ChApspDrjg?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="false" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="false" /></object></p>
<p style="text-align: justify;">Mas não há como permitir que faça isso, que saia de cena novamente. Nem a morte que ele canta neste disco terá a ousadia de silenciá-lo. <strong>Cohen</strong> será obrigado por obras como essa, pelo seu talento poético, a ficar grudado na vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Nós já roubamos dele a liberdade de ser alguém &#8220;comum&#8221;. Porém, se ele insistir, será preciso roubá-lo de novo, literalmente, e deixá-lo com as mãos e os bolsos vazios. Pra voltar a encher nossos corações.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nota: 9,0</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>The Rapture e o caos dançante no Circo Voador</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2012/01/30/the-rapture-e-o-caos-dancante-no-circo-voador/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 17:23:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Breakbot]]></category>
		<category><![CDATA[Circo Voador]]></category>
		<category><![CDATA[Mayer Hawthorne]]></category>
		<category><![CDATA[Queremos]]></category>
		<category><![CDATA[The Rapture]]></category>

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		<description><![CDATA[Luke Jenner e o Rapture contagiam com dance punk em noite que ainda contou com Breakbot e inusitada presença de Mayer Hawthorne]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
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											</iframe>
										</div><p><img class="aligncenter size-full wp-image-60951" title="queremosbreakbot038" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/queremosbreakbot038.jpg" alt="" width="610" height="406" /></p>
<p style="text-align: right;">Por <strong><a href="https://twitter.com/#!/thevinil">Vinícius Cunha</a></strong><br />
Fotos: <a href="http://ihateflash.net/set/queremos-the-rapture-breakbot/">I Hate Flash!</a></p>
<p style="text-align: justify;">Nem mesmo a chuva deixou desanimar as 1.200 pessoas que compareceram ao <strong>Circo Voador</strong> na última sexta-feira, 27 de janeiro, para prestigiar a dobradinha <strong>The Rapture+Breakbot</strong>, em mais uma mobilização do <strong>Queremos</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Liderado por <strong>Luke Jenner</strong>, o trio subiu ao palco com a proposta de mostrar que evoluiu desde a saída do baixista <strong>Matt Saffer</strong>, e, sobretudo, soube se reinventar desde o lançamento do segundo álbum <em>Pieces Of The People We Love (2006)</em>. Com um repertório bem dividido entre a disco punk e a chill out, os americanos entraram com <em>In The Grace Of Your Love - </em>morna, um início nada promissor. Ficou a cargo de <em>Get Myself Into It</em> incendiar a plateia que estava interessada em espantar o possível frio que veio com a chuva.</p>
<p style="text-align: justify;">A guitarra de <strong>Jenner</strong> ditava o ritmo e despejava riff atrás de riff que com perfeição combinava com a percussão de <strong>Gabriel Andruzzi</strong>. O <strong>Rapture</strong> impõe uma pulsação vibrante com o set disco punk e encaixa em sequência <em>Whoo&#8221;! Alright &#8211; Yeah Uh Huh</em>, <em>Olio</em> e <em>House Of Jealous Lovers</em>, este último, um single que reviveu a dance punk em 2002, provocando um caos dançante na pista.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-60950" title="queremosbreakbot018" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/queremosbreakbot018.jpg" alt="" width="610" height="405" /></p>
<p style="text-align: justify;">O rock alternativo ganha novos contornos quando a banda sai do nicho art punk e apela para o dance pop com <em>Come Back To Me</em>. Uma readaptação das celebradas faixas dos anos 90 que além de mostra o ecletismo do <strong>Rapture</strong>, mostra a riqueza e diversidade do repertório.</p>
<p style="text-align: justify;">Precedendo o bis, <em>Sail Away</em> e <em>Echoes</em> evidenciaram a falta de atenção do baterista <strong>Vito Roccoforte</strong>, que perdeu o tempo, tornando as músicas mais lentas do que o normal. Em um som marcado por bumbo e caixa como o do <strong>Rapture</strong>, isso é primordial. O público não pareceu se incomodar e continuou envolvido até <strong>Luke Jenner</strong> e seus companheiros saírem de cena.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-61007" title="queremosbreakbot1031" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/queremosbreakbot10311.jpg" alt="" width="610" height="406" /></p>
<p style="text-align: justify;">Ao vivo, a banda mostrou que consegue mesclar a base eletrônica, característica de seus primeiros discos, com o orgânico e até gospel do último lançamento. Para o bis, eles reservaram três faixas de <em>In The Grace Of Your Love</em> e já não queriam mais agitação da primeira hora de show. <strong>Luke</strong> agradeceu a iniciativa que os trouxe novamente ao <strong>Rio de Janeiro</strong> e emendou com <em>How Deep Is Your Love</em>, que fechou a performance e abriu para o DJ francês <strong>Breakbot</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Toda energia do show do trio continuou durante o set de <strong>Breakbot</strong>. Com um set composto eletrofunk, ele segurou aqueles que não queriam se arriscar na chuva e seguiu por duas horas fervendo a pista. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=vgNyti7_DIo&amp;feature=player_embedded">A inusitada aparição de <strong>Mayer Hawthorne</strong>,</a> que aproveitou para anunciar seu show no mesmo <strong>Circo Voador</strong>, encerrou a noite dos pés irrequietos que, independentemente do idioma, levam a dança à sério.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira a animação da plateia em <em>How Deep Is Your Love</em>, faixa que encerrou o show do <strong>Rapture</strong>:</p>
<p><object width="610" height="365" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/i67FwdNviuA?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="610" height="365" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/i67FwdNviuA?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
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		<title>M/E/C/A/Festival: os indies no hotel fazenda</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 01:02:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscila Maboni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em um pequeno paraíso no Sul do país rolou o M/E/C/A/Festival 2012. Confira o que teve de mais mais bacana no evento, que  trouxe os nomes The Rapture, Mayer Hawthorne, Breakbot, The Twelves, Penguin Prison e Wannabe Jalva. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
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										</div><p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-60960" title="PM_20120128_MECA_019_" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/PM_20120128_MECA_019_.jpg" alt="" width="614" height="410" /></p>
<p style="text-align: justify;">O local: Rio Grande do Sul. Sendo mais específica: em um pequeno paraíso em um hotel fazenda a menos de 10 minutos da praia de Xangri-lá, próximo de Atlântida, a pouco mais de uma hora de Porto Alegre. O público: gente que curte boa música. O que: M/E/C/A/Festival.</p>
<p style="text-align: justify;">No lineup, os nomes <strong>Cansei de ser Sexy</strong>, <strong>The Rapture</strong>, <strong>Mayer Hawthorne</strong>, <strong>Breakbot</strong>,<strong> The Twelves</strong>, <strong>Penguin Prison</strong> e <strong>Wannabe Jalva</strong>. E se isso não fosse o suficiente, festas com dj sets pra ninguém que goste de indie ou pop poder colocar defeito. Para quem já conhecia as festas que rolaram entre as bandas, como a Mycool decaDANCE, a Popismo e a Neon (algumas das mais badaladas de PoA), o momento foi de se jogar na dancinha. Porque a galera que comandou o som não poupou o melhor das festas que acontecem em casas noturnas e colocou as mais de 5 mil pessoas (número extra-oficial) presentes no local nesse último sábado (28) pra mexer o esqueleto também.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira abaixo o que rolou de mais bacana sobre a edição 2012 do evento – pela ordem dos shows.</p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Wannabe Jalva</strong>: Os portoalegrenses do <strong>Wannabe</strong>, que já tem um nome forte no cenário independente do país, tocaram basicamente as faixas do primeiro disco, <em>Welcome to Jalva</em>. Nas músicas, que têm referências bastante distintas, não foi poupada produção. Animados, os integrantes do grupo fizeram bonito, em um show com direito ao coelho da capa do disco e tudo. Vale lembrar que a banda segue em ascensão. No ano passado a banda abriu para o <strong>Pearl Jam</strong> em PoA e gravou um vídeo dentro de uma loja. Vale conhecer o <a href="http://wannabejalva.com/" target="_blank">trabalho</a>, se ainda não o fez, também para cantar junto por aí.</p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Penguin Prison</strong>: Veio para o Sul com um repertório esperto. O projeto eletrônico é comandado por <strong>Chris Glover</strong>, que tocou misturando as suas influências em faixas dance que parecem saídas dos anos 80, passando até o electro pop moderno.</p>
<p style="text-align: justify;">O ponto alto da apresentação foi em <em>Fair Warning</em>, em que a galera já estava bem solta. <em>Don’t Fuck With My Money</em> e <em>Animal Animal </em>foram apresentadas em clima de festa, junto com os remixes que <strong>Glover </strong>costuma apresentar, misturando outros artistas consagrados no cenário mundial. Impressionante a qualidade musical da banda.</p>
<p style="text-align: justify;">PS: trejeitos de <strong>Chris Martin</strong>  à parte, uma bela apresentação. Tocou só o necessário pra aquecer para o <strong>Rapture</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>The Rapture</strong>: Em um show composto por alguns hits de outrora, dos álbuns <em>Echos</em> e <em>Pieces of the People We Love</em>, e do lançado ano passado <em>In The Grace of Your Love</em>, os americanos do <strong>The Rapture</strong> vieram imponentes, fazendo jus ao chamado de uma das principais atrações da noite. A energia do palco contagiou e o público respondeu com gritos, palmas e acompanhou refrões músicas afora.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo com o último disco ter sido visto com ressalvas pelo público, a apresentação fechou com a magnífica <em>How Deep Is Your Love, </em>single do álbum em questão. A parte de saxofone no final mostra que a banda consegue introduzir esses solos com maestria, sem deixar com que a coisa fique chata. Ajuda o fato de a banda ser composta de vários showman.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode-se comprovar que eles voltaram pra lembrar que foram uma das bandas mais relevantes da década de 90&#8230; Ah, sim, as músicas mais velhas continuam sendo levanta-multidão-racha-soalho. O que é bom não se perde.</p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Mayer Hawthorne</strong>: Original. Tudo junto e misturado. Assim pode ser definida a apresentação do americano <strong>Mayer Hawthorne</strong>. Nos palcos, uma banda sensacional que ajuda a segurar o show, que é um mix de soul, funk e black, com direito a metais e tudo. E aí, nos vocais aquele falsete pra deixar muita mulher com inveja.</p>
<p style="text-align: justify;">Surpresa foi uma pequena demonstração (A cappella) da capacidade vocal de todos os integrantes. <em>A Long Time </em>e<em> Your Easy Lovin&#8217; Ain&#8217;t Pleasin&#8217; Nothin&#8217; </em>foram como hinos. E o derrete-menina foi, óbvio, em <em>Shiny And New</em>. Porém, <strong>Mayer</strong> apresentou o show mais comprido da noite. Quase beirando o desnecessário.</p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Cansei de Ser Sexy</strong>: depois da polêmica toda da saída de <strong>Adriano Cintra</strong> do <strong>CSS</strong> a ‘banda brasileira mais “internacional” de todos os tempos’, como foi chamada, veio realmente sem o sexy (piada pronta). Brincadeiras à parte, as meninas empolgaram o galerê, mesmo sem tocar faixas consagradas como <em>Rat Is Dead.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em></em> Porém, as músicas de festa do primeiro álbum como <em>Alala</em>, misturadas aos mexe cadeiras como <em>Hits me like a rock</em>, já desse último, fizeram da apresentação algo intrigante. <strong>Luísa LoveFoxxx </strong>pulou e dançou tanto fazendo aloka que precisou pedir da plateia um cinto emprestado para colocar no short que ameaçava cair.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o burburinho com a história de <strong>Cintra </strong>vai ou não fazer diferença no futuro da banda, é difícil saber vendo a um show. O grupo mostrou o mesmo gás de shows em que fez em festivais mundo afora como Glastonbury, Lollapalooza e Coachella.</p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Breakbot</strong> – Hype. Isso define a atual vibe em torno do nome do produtor francês <strong>Breakbot</strong>, que levou aos gaúchos hits eletrônicos que tem como base um electro funk com pegada mais que dançante. O ponto alto foi quando rolou <em>Baby I’m Yours</em>. Momento épico da festa promovida pelo cara, que parece estar sempre muito concentrado no cigarro na boca. É classudo o set, que coloca <strong>Daft Punk</strong> e <strong>Scissor Sisters</strong> na mesma salada.</p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>The Twelves</strong>: Formado pelo duo de músicos (brasileiros) <strong>João Miguel</strong> e <strong>Luciano Oliveira</strong>, o <strong>The Twelves</strong> tocou o que sabe de melhor: o remix de músicas de artistas que de peso. Bom demais pra encerrar a noite. Mas isso foi só para os fortes, que aguentaram firmes as mais de 8 horas de Festival.</p>

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		<title>What did you expect from Lana Del Rey? &#8211; A equipe do Rock ‘n’ Beats opina sobre “Born to Die”</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 15:31:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock 'n' Beats</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Born To Die]]></category>
		<category><![CDATA[Lana Del Rey]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira as opiniões da equipe do Rock 'n' Beats sobre um dos lançamentos mais comentados de 2012, "Born to Die"]]></description>
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										</div><p><img class="aligncenter size-full wp-image-60724" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/lanadelrey.jpg" alt="" width="614" height="614" /></p>
<p style="text-align: justify;">Ah, um hype! Algo passageiro, que precisa de uma evolução para se consolidar. Pelo menos no mundo da música, esse poderia ser uma definição.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lana Del Rey</strong> apareceu como um furacão, invadindo os blogs e sites especializados com seus clipes, com suas apresentações nos programas gringos, com novidades de seu álbum. Assim, de uma hora para outra.</p>
<p style="text-align: justify;">Born to die causou tamanho impacto nos radares musicais que até ganhou um espaço na nossa série &#8220;What did you expect?&#8221;, que já recebeu discos de Strokes, Arctic Monkeys, Noel Gallagher, Wilco e Justice. Que responsabilidade, não? Confira agora a opinião da equipe do Rock &#8216;n&#8217; Beats sobre o novo trabalho de Lana Del Rey.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-60727" title="" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/lana_del_rey-610x244.jpg" alt="" width="610" height="244" /></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://twitter.com/#!/_ana_c" target="_blank">Ana Clara Matta</a></p>
<p style="text-align: justify;">O poder de atração turística de Las Vegas parece inexplicável e estranho. Lá, os cassinos, que em teoria seriam basicamente idênticos, emulam monumentos famosos (em versões que não se comparam às originais) e se enchem de luzes e neons para atrair você e seu dinheiro. De certa maneira, <strong>Born to Die</strong> é como Las Vegas: e por trás das luzes piscantes de uma produção exagerada e da estética retrô, que faz por <strong>Nancy Sinatra</strong> o que o Venetian faz por Veneza, a sensação que fica é a de que você está sendo enganado.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa sensação já começa a partir da insistência da mídia em apresentar <strong>Lana</strong> como uma aposta, sendo que esse não é nem mesmo o seu álbum de estreia. A sensação se intensifica quando você percebe que o excelente início de <em>Born to die</em>, que aglomera a faixa-título, o pop impecável de <em>Off to the races</em>, e as ótimas <em>Blue Jeans</em> e <em>Video Games</em>, é apenas a coleção dos motivos que levaram ao hype de <strong>Lana</strong>, e para o resto do álbum, resta a incerteza, a repetição de fórmula e variações (muito) inferiores sobre o mesmo tema (com boas exceções como <em>Million Dollar Man</em> e <em>Without You</em>).</p>
<p style="text-align: justify;">A culpa do relativo fracasso de <em>Born to Die</em> não é inteiramente de <strong>Lana Del Rey</strong>. É do produtor que afogou qualquer imperfeição em uma série de excessos, retirando a alma e a personalidade do álbum. É da superexposição da mídia, que vendeu <strong>Lana</strong> como a salvação do Pop. E, por fim, é nossa, por lançarmos todas as nossas expectativas em tal salvação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Melhor música:</strong> <em>Blue Jeans</em><br />
<strong>Pior música:</strong> <em>National Anthem/Lolita</em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://twitter.com/fernandogalassi">Fernando Galassi</a></p>
<p style="text-align: justify;">O hype que ronda <strong>Lana Del Rey</strong> já não é mais tão efervescente quanto antes, assim como tinha gente que há 6 meses a amava, agora a odeia por seguir o fluxo da opinião alheia. Fato é que <em>Born To Die</em> foi mais um dos casos em que a oportunidade de crescer passou pelos dedos, de certa forma.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lana Del Rey</strong> é dona sim de bons graves que não se encontram tão facilmente entre o som que ouvimos hoje em dia, tendo como referencial os anos 50, afunila-se mais ainda.</p>
<p style="text-align: justify;">O álbum demorou muito a ser lançado, era necessário ter aproveitado a alta maré para pescar os melhores peixes, lançar o debut agora, depois de vazar mais de 50% do álbum para stream é um tanto inconsequente pra quem acaba de vingar na carreira musical. E é possível entender porque <strong>Lana</strong> não disponibilizou as faixas restantes: o que sobrou como <em>Summertime Sadness</em>, <em>Carmen</em> e <em>Dark Paradise</em> não consegue ter a sonoridade das demais faixas, um tanto boring e repetitivo.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, a outra metade do álbum é totalmente recomendável, de <em>Video Games</em> que foi um hit que ficará marcado no ano de 2011 (e que, sinceramente, esperamos que <strong>Lana</strong> consiga fazer algo novamente parecido) a <em>National Anthem</em>, que se alastra para uma pegada mais pop e ainda assim consegue se diferenciar do mainstream com uma pegada chiclete que funciona.</p>
<p style="text-align: justify;">O saldo final é que <strong>Lana</strong> tem em mãos sim um bom álbum mas que não terá alto retorno. A indústria musical tem dessas. Simplificando: Imagine a diferença de se vender Panetone em Dezembro e em Julho: Qual mês vende mais? Pois é.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Melhor Música:</strong> <em>Blue Jeans</em><br />
<strong>Pior Música:</strong> <em>Carmen</em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://twitter.com/izadorapimenta">Izadora Pimenta</a></p>
<p style="text-align: justify;">O amor é muito fácil para <strong>Lana Del Rey</strong> e <em>Born To Die</em> nada mais é do que um conto de fadas moderno, com <strong>Lana</strong> na personagem impecável de princesinha da Disney, vivendo em um mundo onde todos irão fazer as suas vontades e fantasiando platonicamente com o príncipe encantado. E sabe qual é o problema disso? Isso é chato demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Salvo algumas exceções que fogem à regra, como a experiência interessante de <em>Off To The Races</em>, a inebriante <em>Million Dollar Man</em> e a poderosa <em>Video Games</em>, que apresentou <strong>Lana</strong> ao mundo e deixou a falsa impressão de que ela entregaria mais pérolas como essa, <em>Born To Die</em> é um álbum insosso, com uma produção que deveria ser luxuosa, mas ficou pobre, é longo e repetitivo até dizer chega. O que vemos são canções sem alma que querem ser vendidas, mas a artificialidade é tanta que nada empolga. Também não há preocupação alguma com apelo popular &#8211; afinal, quem vive nesse mundo perfeito das canções de <strong>Lana</strong>?</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez com menos delírio e desprendimento da preocupação em parecer perfeita ao mesmo tempo, <strong>Lana</strong> possa entregar um trabalho melhor daqui pra frente. Se ela continuar: afinal, todo conto de fada tem aquele final misterioso do &#8220;felizes para sempre&#8221;, e ninguém nunca mais fica sabendo da vida da princesa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Melhor música:</strong> <em>Video Games</em><br />
<strong>Pior música:</strong> <em>Carmen</em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://twitter.com/priscilamaboni" target="_blank">Priscila Maboni</a></p>
<p style="text-align: justify;">Era pra ser O lançamento – esperado com ansiedade, seja pelos fãs conquistados com os singles ou por aqueles que curtiram o visual da cantora. A promessa era de que 2012 fosse de <strong>Lana Del Rey</strong>, assim como 2011 foi para <strong>Adele</strong> e 2010 para <strong>Lady Gaga</strong>. Mas o disco <em>Born to Die</em> chegou como um copo de whisky em que o gelo derreteu. Já sem muito gosto.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao se usar da divulgação de material pela internet, <strong>Lana</strong> conseguiu criar um hype bacana e criar bastante expectativa em torno do álbum. Porém, a coisa enjoa e cansa logo ao se escutar o álbum. São 15 músicas, que se você colocar para tocar e pegar no sono ouvindo, é provável que quando acordar vai ter a impressão de que a mesma faixa continua tocando. Algo faltou na produção da maioria das músicas&#8230; Um sal, sabe? Porém, há exceções, como a faixa-título (que nem novidade é) e <em>Off to the Races</em> (que também não é nova).</p>
<p style="text-align: justify;">Não há algo de esplendoroso e nem de mágico no disco. Não é aquele que vai ficar tocando sem parar. Não é de todo ruim, porém. Só é praticamente desnecessário. Quando for ouvir e quiser ter uma primeira impressão mais positiva, comece pelas que citei acima e na sequência faça uso de <em>Diet Mountain Dew</em> e <em>Lucky Ones</em>. Confesso que me decepcionei&#8230; Não que isso seja um segredo. Mas ohhh, como <strong>Lana</strong> é bonita! Só bonita. Além do mais, nos palcos, parece aquilo que a sua música transmite: alguém ainda engatinhando.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Melhor música:</strong> <em>Born to Die</em><br />
<strong>Pior música:</strong> <em>Lolita</em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://twitter.com/#!/soalves" target="_blank">Soraia Alves</a></p>
<p style="text-align: justify;">Não espere nada além do já apresentado nas músicas que <strong>Lana Del Rey</strong> lançou antes de Born To Die aparecer completo.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você gosta dos hits <em>Video Games</em>, <em>Blue Jeans</em> e o single que dá nome ao disco, você não vai se decepcionar, afinal são 15 músicas sem muita diferença entre si. Já se você não entende o porquê de tanta atenção em cima da cantora, vai continuar sem entender.</p>
<p style="text-align: justify;">Em sua estreia, <strong>Lana</strong> incorpora os mais puros estereótipos femininos: é romântica (“Heaven is a place on earth with you”), exagerada e dramática (“Oh, my heart it breaks every step that I take”), feminina (“Got my hair up real big beauty queen style”) e sexy pela própria natureza de sua voz. Mas, no fim, acaba soando sempre igual.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez <em>Born To Die</em> seja tão a cara de <strong>Lana Del Rey</strong> que acabou assim: interessante, porém enjoativo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Melhor música:</strong> <em>Dark Paradise</em><br />
<strong>Pior música:</strong> <em>National Anthem</em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://twitter.com/talilittle" target="_blank">Talita Bristotti</a></p>
<p style="text-align: justify;">Confesso que ainda não tinha ouvido <strong>Lana Del Rey</strong>, portanto minha expectativa era zero. Minha primeira audição foi com <em>Born To Die</em> e até agora não entendi o hype em cima da cantora. Afinal, ela não era para ser a queridinha de 2012? Não depois desse álbum.</p>
<p style="text-align: justify;">Com poucos pontos altos, músicas grudentas e trabalhadas até demais, a estreia de <strong>Lana Del Rey</strong> deixou a desejar. O álbum não tem elementos para te conquistar e é difícil manter a audição completa de um trabalho que parece ter a mesma melodia e as mesmas batidas nas 15 músicas apresentadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Por falta de uma definição melhor, deixo aqui uma observação do <a href="http://stereogum.com/932182/premature-evaluation-lana-del-rey-born-to-die/franchises/premature-evaluation/" target="_blank">Stereogum</a>. &#8220;As canções são quinze versões de uma garota bêbada no bar tentando convencer alguém a dormir com ela&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Melhor música:</strong> <em>Dark Paradise</em><br />
<strong>Pior música:</strong> <em>Carmen</em></p>
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		<title>Resenha: Florence + The Machine conquista o público no Summer Soul Festival</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2012/01/25/resenha-florence-the-machine-conquista-o-publico-no-summer-soul-festival/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 17:52:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Galassi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Shows]]></category>
		<category><![CDATA[Florence + The Machine]]></category>
		<category><![CDATA[Florence and the Machine]]></category>
		<category><![CDATA[Florence Welch]]></category>

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		<description><![CDATA[Com voz ímpar, performance mística e alta interação com o público fez do primeiro show Florence no Brasil um destaque no primeiro semestre]]></description>
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										</div><p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-60580" title="Florence + The Machine (Divulgação:G1)" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2012/01/flog1.jpg" alt="" width="610" height="360" /></p>
<p style="text-align: justify;">Antes mesmo de começar o show, parte dos fãs de<strong> Florence + The Machine</strong> já faziam pequenos estardalhaços chamando pela ruiva. Pouco mais de cinco minutos de atraso foi o tempo que levou para que a cantora entrasse no palco e arrancasse gritos desesperados de parte da Pista Premium e Pista Simples.</p>
<p style="text-align: justify;">Trajes esvoaçantes em tons de laranja ligando diretamente com a cor das mechas do seu cabelo e um cenário remetendo a vitrais de uma igreja, a cantora soltou um &#8220;Eaí São Paulo?&#8221;, que levou o público a gritaria, e assim abriu o show com <em>Only If For A Night.</em> Já em seguida, emendou <em>What The Water Gave Me</em>, faixa presente no seu mais recente álbum, <em>Ceremonials</em>. O que mais impressionou é que apesar do álbum ter sido lançado a pouco tempo, uma parcela considerável do público já cantava as letras sem titubear.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais sutilmente, <em>Cosmic Love</em> substitui as primeiras canções do novo disco e abre espaço para <em>Lungs</em>, álbum de estreia da banda. Enquanto pratica de forma livre as suas danças que remetem a rituais místicos, <em>You&#8217;ve Got The Love</em> tem o refrão cantado mais intensamente até então. Os primeiros pulos intermitentes aparecem no show que só estava começando.</p>
<p style="text-align: justify;">Florence Welch reserva um momento para prestar tributo a cantora<strong> Etta James</strong> que faleceu recentemente. Ela aproveita dessa chance para agradecê-la por sua contribuição na música, e dizer que sem ela, provavelmente ela não estaria em cima daquele palco. Em seguida, entoou em sua voz potente um dos hits da diva dos anos 50, que atualmente foi remixado e toca por todas as rádios FM, <em>Something&#8217;s Got A Hold On Me</em>.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/rPX-1CJ4dgs" frameborder="0" width="610" height="400"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">O público permanece com os ânimos controlados em <em>Never Let Me Go</em> e<em> Between Two Lungs,</em> e só acompanha a banda com um mar de braços balançando de um lado para o outro. Entre arremessos de beijo e corações com a mão que Flo faz, ela solta um &#8220;It&#8217;s amazing to be here in São Paulo!&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Shake It Out</em> abriu os caminhos para a interação que viria redobrada a partir dali por parte do público, e principalmente de Florence. Eis que chega o ponto alto do show: <em>Dog Days Are Over</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Muita gente que estava ali por outras bandas conhecia ao menos essa canção, que pode ser considerada o hino indie de 2010. A combustão foi praticamente espontânea de ambos os lados: palco e plateia. Nessa hora a euforia tomou conta: Florence corria de um lado para outro com uma bandeira do Brasil, e , entre seus passinhos românticos de bailarina bêbada, fez um convite para que o público pulasse sem parar de acordo com seus comandos. Era possível ver claramente nos telões quase todo o público se rendendo aos pedidos da ruiva.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/00OyNwo9YL4" frameborder="0" width="610" height="400"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">A cantora aproveitou da emplogação pra emplacar mais um hit, <em>Raise It Up (Rabbit Heart)</em>, mas o efeito foi quase o contrário. Não se sabe se pelo bom cansaço causado na música anterior ou por desconhecer a faixa, mas o público ja nao pulava quando Welch pedia. O fim estava chegando.</p>
<p style="text-align: justify;">Encerrando o show, as faixas finais foram <em>Spectrum</em> e <em>No Light, No Light,</em> que tiveram uma pequena manifestação de balões ao céu por parte da Pista Premium, e um gás final apenas por parte dos reais fãs de <strong>Florence + The Machine.</strong> O público de <strong>Bruno Mars</strong> já havia se cansado do clima de misticismo.</p>
<p style="text-align: justify;">A escolha do lineup da banda britânica foi sábia, emplacou grandes hits de Lungs e bons singles de <em>Ceremonials. </em>Apoiado a voz ímpar de Florence, a interação entre as partes foi indispensável para que o show resultasse bem.</p>
<p style="text-align: justify;">Ficou em casa e não acompanhou o show? Pois achamos um vídeo do livestream pra você ver e rever:</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/YY2_nBwZJL8" frameborder="0" width="610" height="400"></iframe></p>
<p style="text-align: right;">Imagens: Divulgação (<a href="http://www.g1.com.br">G1</a>/<a href="http://www.facebook.com/summersoulfestival" target="_blank">Summer Soul Festival</a>)</p>
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