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	<title>Rock &#039;n&#039; Beats &#187; Gang Gang Dance</title>
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<title>Rock &#039;n&#039; Beats</title>
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		<title>Planeta Terra 2011: saiba o que esperar das atrações do festival</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 21:36:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock 'n' Beats</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mais difícil você já conseguiu: o tão sonhado e disputado ingresso para a edição 2011 do festival Planeta Terra. Mas uma missão desafiadora ainda te espera, e nós estamos aqui para lhe auxiliar na [...]]]></description>
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										</div><p style="text-align: justify;">O mais difícil você já conseguiu: o tão sonhado e disputado ingresso para a edição 2011 do festival Planeta Terra. Mas uma missão desafiadora ainda te espera, e nós estamos aqui para lhe auxiliar na decisão mais importante da noite do dia 5 de novembro. Quais shows assistir? O que esperar dos shows e setlists de cada atração que ganhará o palco do Playcenter?</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Rock &#8216;n&#8217; Beats</strong> buscou setlists das últimas apresentações das bandas que estarão nos palcos do <strong>Planeta Terra</strong>, e te <strong>dá uma ideia do que esperar das atrações do festival!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sonora Main Stage</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-54267" title="Criolo" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Criolo-terra2011-2.jpg" alt="" width="600" height="220" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(16h-17h30)</strong> 2011 é o ano do <strong>Criolo</strong>. Mesmo com seus vinte e tantos anos de carreira, nunca se viu e ouviu tanto o nome do cantor na mídia como nesse ano. Grande destaque do VMB 2011 ao lado do também rapper <strong>Emicida</strong>, <strong>Criolo</strong> aferventou o cenário do hip hop nacional num momento em que a temática do rap parece agradar cada vez mais brasileiros que antes não se interessavam pelo estilo, mesmo que com uma estética diferente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O QUE ESPERAR:</strong> Intenso, dramático e emotivo. Assim é o show do <strong>Criolo</strong>. Cada uma das músicas do álbum <em>Nó na Orelha</em> (base de suas apresentações) é interpretada de forma que a carga emocional e sentimental das letras é repassada ao público, especialmente no hit sempre mais aguardado, <em>Não Existe Amor em SP</em>. Acompanhado de músicos de “responsa” como o baterista <strong>Curumim</strong>, <strong>Criolo</strong> passeia pela multisonoridade de músicas como <em>Mariô</em> e <em>Bogotá</em>, e transforma a atmosfera do show em praticamente um ritual no qual ainda encontra espaço para covers. Não estranhe em ouvir versões de canções de <strong>Chico Buarque</strong> ou até mesmo <strong>Nelson Ned</strong>. (<a href="http://twitter.com/soalves">Soraia Alves</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Criolo</strong> &#8211; <em>Não Existe Amor em SP</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/f35HluEYpDs" frameborder="0" width="600" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-54268" title="Nação Zumbi" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/10/nacaozumbi-terra2011-2.jpg" alt="" width="600" height="220" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(17h30-19h)</strong> Muita gente diz que a banda de Recife o melhor do que o rock nacional pode oferecer, triste é que a <strong>Nação Zumbi</strong> não nos oferece um disco novo desde 2007, quando lançaram o <em>Fome De Tudo</em>. E o público já está faminto novamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O QUE ESPERAR:</strong> Os shows da <strong>Nação Zumbi</strong> são de encher a boca e os ouvidos. As batidas do Maracatu reverberam na sua caixa torácica numa tonelada de decibéis. O que impressiona todas as vezes que se ouve a banda ao vivo, pouco importa quantas vezes você já tenha visto. O último show da <strong>Nação Zumbi</strong> antes do Festival Planeta Terra, foi na Virada Multicultural do Recife, com repertório filtrado da turnê do <em>Fome de Tudo</em> e cheio das canções imortais: <em>Maracatu Atômico</em>, <em>Manguetown</em>, <em>Quando A Maré Encher</em> e <em>Da lama Ao Caos</em>. Será que a banda guarda alguma surpresa para o parque de diversões? (<a href="http://twitter.com/_raphaelbispo">Raphael Bispo</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nação Zumbi</strong> &#8211; <em>Manguetown</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/UslyiGASz7k" frameborder="0" width="600" height="25"></iframe></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-54269" title="White Lies" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Whitelies-terra2011-2.jpg" alt="" width="600" height="220" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(19h-20h30)</strong> Quando tocou aqui em dezembro de 2010, o vocalista <strong>Harry McVeigh</strong> disse em meio ao show: “É a nossa primeira vez no Brasil. Espero que não seja a última.” E não foi. Em pouco menos de um ano, o trio londrino que já foi muito comparado ao <strong>Joy Division</strong> volta a se apresentar por aqui, agora para uma platéia bem maior do que as 1.500 pessoas que os viram ano passado, e com um álbum a mais na bagagem, <em>Ritual</em>, lançado neste ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O QUE ESPERAR:</strong> Como o estilo mais denso de suas músicas pede, o <strong>White Lies</strong> faz um show sem grandes incrementos visuais ou surpresas. Em suas últimas apresentações, a banda tem mesclado bem os sucessos de seus dois álbuns. Em um setlist que varia de 10 a 14 músicas, metade vem de <em>To Lose My Life&#8230; (2009)</em>, e a outra metade é de <em>Ritual</em>. Assim, há a certeza das apresentações de <em>Death</em>, <em>To Lose My Life</em>, <em>A Place to Hide</em> e <em>Unfinished Business</em>, do primeiro álbum, e <em>Holy Ghost</em>, <em>Strangers</em>, <em>Bigger Than Us</em> e <em>The Power &amp; The Glory</em>, do último trabalho. Se o show preparado para o Planeta Terra for dos maiores, o público ainda pode conferir as boas <em>E.S.T</em> e <em>Streetlights</em>. É torcer para que a banda tenha mesmo gostado de tocar por aqui e venha com o show bem recheado. (<a href="http://twitter.com/soalves">Soraia Alves</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>White Lies</strong> &#8211; <em>Bigger Than Us</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/JW0yynlDmqQ" frameborder="0" width="600" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-54270" title="Broken Social Scene" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/10/BSS-terra2011-2.jpg" alt="" width="600" height="220" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(20h30-22h)</strong> Guitarras delicadas e melodias inconfundíveis que, como um mixologista, dosam milimetricamente o rock, pop, eletrônico em uma pegada avant-garde. Essa bela mistura, além de um dream team de artistas da prolífica cena musical canadense faz do <strong>Broken Social Scene</strong> uma das estrelas do festival. Vale lembrar também que a banda anunciou um hiato indefinido logo após sua passagem pela América do Sul.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que esperar:</strong> Em festivais, o <strong>Broken Social Scene</strong> tem trazido um set um pouco mais curto, porém, capaz de levar às lágrimas os fãs mais apaixonados pela banda logo em seu início, onde eles têm executado com frequência uma sequência de clássicos como <em>7/4 (Shoreline)</em> e <em>Cause=Time</em>, além de músicas de <em>Forgiveness Rock Record</em>, seu disco mais recente. Conte também com um belo cover do <strong>Modest Mouse</strong> para <em>The World at Large</em>. (<a href="https://twitter.com/#!/The_Tempter">Breno Oliveira</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Broken Social Scene</strong> &#8211; <em>The World at Large (<strong>Modest Mouse</strong> Cover) (Ao vivo)</em><br />
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<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-54271" title="Interpol" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Interpol001-terra2011-2.jpg" alt="" width="600" height="220" /> <strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(22h-23h45)</strong> Uma antiga propaganda veiculada pela MTV perguntava se eles eram o novo <strong>New Order</strong>. Ou seria <strong>Joy Division</strong>? Não importa. Alheio às semelhanças e buscando não viver sob o fantasma do ex-baixista <strong>Carlos D</strong>, o <strong>Interpol</strong> e seu pós-punk angustiado chegam ao Planeta Terra com a turnê do quarto disco, autointitulado e não tão bem recebido pelos admiradores dos anteriores trabalhos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que esperar:</strong> ciente do desequilíbrio de qualidade do último lançamento para os demais álbuns, os nova-iorquinos concentram suas apresentações no segundo disco, <em>Antics</em>, com destaque para <em>Evil</em>, <em>Narc</em> e <em>Slow Hands</em>, além das onipresentes <em>Say Hello To The Angels</em> e <em>The Heinrich Maneuver</em>, de <em>Turn On The Bright Lights</em> e <em>Our Love To Admire</em> respectivamente. Um show que vale pelas glórias da década passada. (<a href="http://twitter.com/thevinil">Vinícius Cunha</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Interpol</strong> &#8211; <em>Evil</em><br />
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<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-54272" title="Beady Eye" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Beadyeye-terra2011-2.jpg" alt="" width="600" height="220" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(23h45-01h30)</strong> Depois do fim do <strong>Oasis</strong>, <strong>Liam Gallagher</strong> simplesmente juntou seus companheiros antigos de banda &#8211; menos o irmão <strong>Noel</strong> &#8211; e formou o <strong>Beady Eye</strong>, a realização plena dos seus sonhos de soberania, já que não precisa disputar talentos com nenhum dos membros. A <strong>Beady Eye</strong> é <strong>Liam</strong>: pretensiosa, beatlemaníaca, agrada a uns e causa repúdio a outros. Com apenas um álbum lançado, <em>Different Gear, Still Speeding</em> (2011), <strong>Liam</strong>, portanto, continua travando uma luta com <strong>Noel</strong>, já que inúmeras são as comparações entre o trabalho da <strong>Beady Eye</strong> e o solo de <strong>Noel Gallagher</strong>, <em>Noel Gallagher&#8217;s High Flying Birds</em>, também recém-lançado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O QUE ESPERAR:</strong> a mesma mão para trás, o microfone mais alto do que a cabeça, um jeito blasé de cantar. Mas nada de <strong>Oasis</strong>: mesmo <strong>Gallagher</strong> tendo demonstrado a intenção de tocar músicas de sua falecida banda em um futuro próximo, o <strong>Beady Eye</strong> deseja se afirmar enquanto banda, cantando um repertório embasado em seu primeiro e único álbum até então, que é executado praticamente na íntegra. Um cover da banda <strong>World of Twist</strong> é escolhido para encerrar as apresentações, <em>Sons of The Stage</em>. Podendo trazer algumas poucas surpresas como <em>Across The Universe</em>, música dos <strong>Beatles</strong> que foi regravada pela banda, a <strong>Beady Eye</strong> irá se impor pelo líder que o carrega. (<a href="http://twitter.com/izadorapimenta">Izadora Pimenta</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Beady Eye</strong> &#8211; <em>The Roller</em><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/pcOJu0g8dbw" frameborder="0" width="600" height="25"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-54273" title="The Strokes" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/10/TheStrokes-terra2011-2.jpg" alt="" width="600" height="220" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(01h30)</strong> Em 2010, eles reapareceram de surpresa, sob o nome de <strong>Venison</strong>, para começar uma nova fase de suas carreiras. Os &#8220;salvadores do rock&#8221; da década de 2000 resolveram escrever seus nomes também nessa nova geração que, curiosamente, carrega grande parte das influências de seu primeiro trabalho, <em>Is This It</em>. Então, no início de 2011 o <strong>Strokes</strong> lançou <em>Angles</em>, seu polêmico quarto álbum, que mostrou um certo amadurecimento e um início de definição do que poderá vir a seguir &#8211; porque apesar de a banda ainda não estar 100% em harmonia, nós esperamos que não pare por aí.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O QUE ESPERAR: </strong>o show do <strong>Strokes</strong> segue um modelo quase padrão e é conduzido pelo humor de <strong>Julian Casablancas</strong>. Em alguns dias ele se mostra contente, conversa bastante com o público. Já em outros, apenas agarra o microfone e canta os clássicos da banda. No início dos shows pós-<em>Angles</em>, a banda parecia estranhar o palco, mas a partir do festival de Bonnaroo notou-se que eles já estavam acostumados novamente. Até <em>Macchu Picchu</em>, a faixa de abertura do novo álbum, acabou entrando para o setlist da banda, mas <em>Angles</em> não parece ser o foco principal.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem é fã dos grandes hits do <strong>Strokes</strong>, pode comemorar: eles estão quase todos lá. <em>Last Nite</em>, <em>New York City Cops</em>, <em>Hard To Explain</em>, <em>12:51</em>, <em>Reptilia</em>, <em>You Only Live Once</em>&#8230; música para cantar junto não falta. E quanto a amar ou odiar a banda, o recado está dado na clássica última música do setlist: <em>Take It Or Leave It</em>. (<a href="http://twitter.com/izadorapimenta">Izadora Pimenta</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>The Strokes</strong> &#8211; <em>Under Cover of Darkness</em><br />
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<p style="text-align: justify;"><strong>Claro Indie Stage</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong><img class="aligncenter size-full wp-image-54274" title="The Name" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Thename-terra2011-2.jpg" alt="" width="600" height="220" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(17h-18h30)</strong> Da cena independente brasileira, o <strong>The Name</strong> é um trio de Sorocaba, interior de São Paulo, e desde 2006, quando surgiu, faz um som carregado de dance e pós-punk pré-fabricado para as pistas que promete colocar o Planeta Terra para dançar desde os primeiros minutos . Formada por <strong>Andy</strong>, <strong>Bruno</strong> e <strong>Molinari</strong>, a banda transita com maestria pelas influências que vão desde <strong>LCD Soundsystem</strong> a <strong>Iggy Pop</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O QUE ESPERAR:</strong> com passagens pelos hypados South by Southwest e Canadian Music Week, o <strong>The Name</strong> tem a responsabilidade de iniciar as atividades no Claro Indie Stage. Não espere corpo mole dos paulistas que prometem repertório com músicas do primeiro disco prestes a ser lançado, como <em>Anne</em> e <em>Blueberry</em>, e dos EPs <em>Come Out Tonite</em> e <em>Can you dance, Boy?</em>. (<a href="http://twitter.com/thevinil">Vinícius Cunha</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>The Name</strong> &#8211; <em>Can&#8217;t Take No More</em><br />
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<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-54275" title="Garotas Suecas" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/10/GarotasSuecas-terra2011-2.jpg" alt="" width="600" height="220" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(18h30 &#8211; 20h)</strong> Antes mesmo da banda de rock e soul piscodélico paulista ganhar o prêmio “Aposta MTV” no palco do VMB em 2008, eles já tinha 3 EPs lançados e seis anos de estrada, sem esquecer das turnês pelos Estados Unidos onde chamaram muita atenção, até mesmo dos gringos mais conservadores da mídia. <strong>Garotas Suecas</strong> é formado por <strong>Guilherme Saldanha</strong> (vocal), <strong>Fernando &#8220;Perdido&#8221; Machado</strong> (baixo), <strong>Sérgio Sayeg</strong> (guitarra), <strong>Nico</strong> (bateria) e <strong>Tomaz Paoliello</strong> (guitarra) e o ponto feminino com <strong>Irina Bertolucci</strong> (teclados), a banda foi novamente indicada nesse ano no VMB com seu novo álbum <em>Escaldante Banda</em> nas categorias Melhor Clipe e Melhor Capa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O QUE ESPERAR:</strong> O sexteto deve implacar certamente os sucessos do ínicio como o hit <em>Codinome Dinamite</em>, a batucada de <em>Bugalu</em> e o tropicalismo roqueiro de <em>Dificil de Domar</em>. Devido ao novo álbum, provavelmente a setlist será repleta das faixas que integram o novo trabalho, como <em>Tudo Bem</em>, <em>Ela</em>, e o mais novo hino com direito a coreografia, <em>Banho de Bucha</em>. Será que vai rolar uma participação especial do <strong>Jacaré</strong>? É esperar pra ver. (<a href="http://twitter.com/#!/fernandogalassi">Fernando Galassi</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Garotas Suecas</strong> &#8211; <em>Difícil de Domar</em><br />
<object width="600" height="25" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/CFSZWESSUH8?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="600" height="25" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/CFSZWESSUH8?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-54276" title="Toro Y Moi" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/10/ToroyMoi-terra2011-2.jpg" alt="" width="600" height="220" /> <strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(20h &#8211; 21h30)</strong> <strong>Chaz Bundick</strong> é um artista em ascensão. Seu projeto <strong>Toro y Moi</strong>, deixa de ser apenas expoente de uma tendência modernosa, para ganhar elogios de quem gosta que a música inspire o balanço da cabeça, dos pés e dos quadris. Sua chillwave afogada no soul deve por uma galera para dançar no começo da noite (uma pena não pegar o pôr-do-sol).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O QUE ESPERAR:</strong> Não espere superproduções, muitas luzes ou algo do tipo. A apresentação deve ser baseada nas canções do disco <em>Underneath The Pine</em> e em como executar todas as camadas, ecos e reverberações da melhor maneira ao vivo. Este disco inclusive foi concebido pensando nas apresentações, o que fez <strong>Chaz</strong> inclusive incorporar uma banda fixa. Puxado por <em>New Beat</em> e <em>Still Sound</em>, clássicos anteriores também costumam dar as caras: <em>Talamak</em>, <em>Low Shoulder</em> e <em>Blessa</em> (que geralmente fecha o set). A boa surpresa (algo bem provável, na realidade) seria a execução de qualquer faixa do EP recém-lançado <em>Freaking Out</em>, garantia de transformar o lugar em pista. (<a href="http://twitter.com/#!/_raphaelbispo">Raphael Bispo</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Toro Y Moi</strong> &#8211; <em>Still Sound</em><br />
<object width="600" height="25" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0Gqh4e1S6j0?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="600" height="25" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/0Gqh4e1S6j0?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-54295" title="Bombay Bicycle Club" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/10/BBC-terra2011-x.jpg" alt="" width="600" height="220" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(21h30 &#8211; 23h)</strong> O <strong>Bombay Bicycle Club</strong> em pouco mais de três anos exibe força que muitos grupos do gênero deixam pelo caminho. Lançando o terceiro disco, <em>A Different Kind of Fix</em>, os ingleses visitam pela segunda vez o Brasil e prometem repetir a <a href="http://www.rocknbeats.com.br/2010/08/27/resenha-bombay-bicycle-club-surpreende-em-apresentacao-no-teatro-odisseia/">boa apresentação que fizeram no Teatro Odisseia</a> há pouco mais de um ano com direito a voz anasalada de <strong>Jack Steadman</strong> e guitarras estridentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O QUE ESPERAR:</strong> mesmo com o recém-lançado <em>A Different Kind of Fix</em>, o repertório do <strong>Bombay</strong> se concentra na estreia <em>I Had the Blues But I Shook Them Loose</em>, de 2009, com faixas como o indie-hit <em>Always Like This</em>, <em>Evening/Morning</em> e <em>What If</em>, que geralmente encerra as apresentações. Para aqueles que não veem mais graça no <strong>Interpol</strong> sem <strong>Carlos D.</strong>, eles são uma boa alternativa no Claro Indie Stage. (<a href="http://twitter.com/#!/TheVinil">Vinícius Cunha</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bombay Bicycle Club &#8211; Evening/ Morning</strong><br />
<object width="600" height="25" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/cC_FseOub7I?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="600" height="25" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/cC_FseOub7I?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-54278" title="Gang Gang Dance" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/10/GGD-terra2011-2.jpg" alt="" width="600" height="220" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(23h-0h30)</strong> Formado em 2001, o <strong>Gang Gang Dance</strong> entrou no Planeta Terra aos 45 minutos do segundo tempo. Os nova- iorquinos apostam em um rock experimental com influências de eletroclash e worldbeat. <em>Saint Dymphna</em>, quarto disco do quarteto chamou a atenção dos semanários ingles e o amadurecimento deste som chega a <em>Eye Contact</em>, quinto e mais recente lançamento do grupo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que esperar:</strong> ensurdecerdor é a classificação adequada ao show que o <strong>Gang Gang Dance</strong> fará no Planeta Terra. Em lugar do pop e do assobio de <strong>Peter Bjorn &amp; John</strong>, a contundência de um som que entrelaça texturas sonoras variadas de guitarras afrobeat e funk sem parecer confuso. O quarteto concentra sua apresentação nas músicas de <em>Eye Contact</em> com destaques para <em>Glass Jar</em>, <em>Adulth Goth</em> e <em>Mindkilla</em> e não raramente optam pelo improviso transformando seus shows em raves. (<a href="http://twitter.com/#!/TheVinil">Vinícius Cunha</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gang Gang Dance</strong> &#8211; <em>MindKilla</em><br />
<object width="600" height="25" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/2R7k1_kOqvk?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="600" height="25" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/2R7k1_kOqvk?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-54279" title="Goldfrapp" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/10/goldfrapp-terra2011-2.jpg" alt="" width="600" height="220" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(0h30-2h15)</strong> <strong>Alison Goldfrapp</strong> caiu nas graças do púlbico em 2005, com seu terceiro disco, <em>Supernature</em>, de 2005, mas já é sucesso de crítica desde sua estréia, em 2000, com <em>Felt Mountain</em>, indicado ao Mercury Prize. <strong>Alison</strong> junto a <strong>Will Gregory</strong> formam o <strong>Goldfrapp</strong>, o duo de música eletronica inglês, nomeado graças ao sobrenome da vocalista. Do synthpop ao glam rock, a dupla mostra como música pop pode ser excelente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> O QUE ESPERAR: </strong>Cores, luzes, figurinos exoticos, dancinhas. Não estou falando de um show de inúmeas cantoras que surgem aos montes por aí e somem depois de alguns singles. <strong>Alison</strong> mantém a ideia básica do que se esperar de um show pop, isso, entretanto, é feito com muito bom gosto e ótima música. Acompanhada de uma banda acústica e com <strong>Gregory</strong> nos sintetizadores, <strong>Goldfrapp</strong> faz uma apresentação energética, e repleta de hits como <em>Rocket</em>, <em>Ooh La La</em>, <em>A&amp;E</em> e <em>Number 1</em>. (<a href="http://twitter.com/#!/ninalibs">Marina Bastos</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Goldfrapp</strong> &#8211; <em>Rocket</em><br />
<object width="600" height="25" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/rJppnG1tflU?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="600" height="25" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/rJppnG1tflU?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-54280" title="Groove Armada" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/10/groovearmada-terra2011-2.jpg" alt="" width="600" height="220" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(2h15)</strong> O duo <strong>Groove Armada</strong> foi um dos maiores expoentes da cena eletrônica mundial na década de 90, graças ao álbum <em>Vertigo</em>. Mas, <strong>Andy Cato</strong> e <strong>Tom Findlay</strong> não se contentaram com isso, e desde de <em>Goodbye Country (Hello Nightclub)</em>, de 2001, eles também fazem misturas cada vez mais interessantes entre o chill-out, o house, a psicodelia e até mesmo o rock.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O QUE ESPERAR: </strong>Sem banda de apoio, desde 2010, o duo faz um DJ Set para não deixar ninguém parado. O <strong>Groove Armada</strong> está de volta ao Brasil, mas desta vez com um novo projeto: <em>The Red Light</em>. A apresentação é descrita pelos mesmos como uma experiência audio-visual. Ou seja, um espetáculo de luzes, efeitos e, claro, muitos remixes. O disco <em>Black Light</em>, de 2010, e suas duas continuações, dão o tom da festa, mas hits como <em>I See You Baby</em>, <em>Superstylin&#8217;</em> e <em>My Friend</em> não devem ficar de fora. Os ingleses devem encerrar o Planeta Terra Festival de forma grandiosa e bem dançante. (<a href="http://twitter.com/#!/ninalibs">Marina Bastos</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Groove Armada</strong> – <em>Red Light</em><br />
<object width="600" height="25" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/pSg14AUcuqA?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="600" height="25" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/pSg14AUcuqA?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
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		<title>Gang Gang Dance substituirá Peter Bjorn and John no Festival Planeta Terra</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 22:30:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Clara Matta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Shows]]></category>
		<category><![CDATA[Gang Gang Dance]]></category>
		<category><![CDATA[Planeta Terra 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto o Lollapalooza se torna o principal assunto das redes sociais do país, outro festival se aproxima e adiciona mais um nome ao seu line-up, o Planeta Terra 2011. Compensando a recente perda do trio [...]]]></description>
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<p>Enquanto o Lollapalooza se torna o principal assunto das redes sociais do país, outro festival se aproxima e adiciona mais um nome ao seu line-up, o Planeta Terra 2011. Compensando a recente perda do trio sueco <strong>Peter Bjorn &#038; John</strong>, que cancelou sua participação no festival, o grupo nova-iorquino <strong>Gang Gang Dance</strong> se apresenta no palco Claro Indie Stage às 23 horas, dia 5 de novembro, no Playcenter de São Paulo.</p>
<p>A troca elimina a acessibilidade pop e os assobios dos suecos e adiciona experimentalismo ao festival. O <strong>Gang Gang Dance</strong> ganhou elogios da crítica em 2011 com o álbum <em>Eye Contact</em>, 5ª obra da banda, que mereceu até mesmo uma nota 8,5 na exigente Pitchfork.</p>
<p>(<a href="http://rollingstone.com.br/noticia/gang-gang-dance-confirmado-no-planeta-terra-festival/">via</a>)</p>
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		<title>Lançamentos da Semana: Moby, Danger Mouse &amp; Daniele Luppi, Okkervil River e muito mais</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2011/05/18/lancamentos-da-semana-moby-danger-mouse-daniele-luppi-okkervil-river-e-muito-mais/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 17:52:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Clara Matta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Gang Gang Dance]]></category>
		<category><![CDATA[Manchester Orchestra]]></category>
		<category><![CDATA[Okkervil River]]></category>
		<category><![CDATA[Raphael Saadiq]]></category>
		<category><![CDATA[The Antlers]]></category>
		<category><![CDATA[The Felice Brothers]]></category>
		<category><![CDATA[The Sea And Cake]]></category>
		<category><![CDATA[Wild Beasts]]></category>

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		<description><![CDATA[Austra &#8211; Feel It Break (Domino) Kate Stelmanis é uma estudiosa da música. Da música clássica. Ela se aprofundou em piano e violino e cantou na Canadian Opera Company, antes de se juntar a Maya [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
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										</div><p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-43064" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Austra-Feel-It-Break-Review-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Austra &#8211; Feel It Break (Domino)</strong></p>
<p><strong>Kate Stelmanis</strong> é uma estudiosa da música. Da música clássica. Ela se aprofundou em piano e violino e cantou na Canadian Opera Company, antes de se juntar a <strong>Maya Postepski</strong> e <strong>Dorian Wolf</strong> e formar o <strong>Austra</strong>. Se há elementos clássicos aqui, ninguém vai dar a mínima ou sequer se dar ao trabalho de identificar, porque o universo que o <strong>Austra</strong> vive nesse seu primeiro disco, <em>Feel It Break</em>, é aquele em que habitam o eletrônico de um <strong>Blondie</strong> e o dark de uma <strong>Siouxsie &#038; The Banshees</strong>, algo muito parecido com o que o <strong>Goldfrapp</strong> entregou em sua estreia.</p>
<p>Há clássicos instântaneos, como <em>Lose It</em> e <em>Beat And The Pulse</em>, bons pra remixes e pistas de dança, e há belezas soturnas, como <em>Darken Her Horse</em>. A última, <em>The Beast</em>, talvez seja a que mais se deixe influenciar pela formação de <strong>Stelmanis</strong>, e nem empolga tanto. Portanto, aparentemente, o <strong>Austra</strong> acabou sendo uma quebra de paradigma pra artista: ela se soltou e fez um disco que pode se orgulhar. É a sua grande contribuição pra música.</p>
<p><strong>Austra</strong> &#8211; <em>Lose It</em><br />
<object width="500" height="25"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/8LJtMrhb558?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="false"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/8LJtMrhb558?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="25" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="false"></embed></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="https://twitter.com/flogase">Fernando Lopes</a>)</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-43065" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/05/damon-and-naomi-false-beats-and-true-hearts-400x399-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Damon &amp; Naomi &#8211; False Beats and True Hearts (20/20/20)</strong><br />
Nada mais propício nesse final de outono e início de inverno do que voltar a ouvir a voz sussurrante e delicada de <strong>Naomi</strong> e os acordes sombrios de <strong>Damon</strong> no mais novo disco da dupla, <em>False Beats &#038; True Hearts</em>. O baterista e a baixista remanescentes da <strong>Galaxie 500</strong>, com influência inclusive do <strong>Velvet Underground</strong>, seguiram seus caminhos depois do fim de sua antiga banda e ainda hoje criam melodias majestosas e melancólicas, desta vez com a colaboração mais do que especial do guitarrista japonês <strong>Michio Kurihara</strong>, com seu psych-folk.<br />
Com exceção à <em>How Do I Say Goodbye</em>, que fala de uma perda muito grande, não pense em algo muito triste e cheio de lamurio, a maioria das canções são bem docinhas, possuindo até conotações de lascividade nas notas de <em>Tugboat</em>. O lado folk dos dois também é muito evidente em <em>Shadow Boxing</em>. Não deixem de ouvir e viajar em <em>Nettles and Ivy</em> e da ótima <em>And You Are There</em>.</p>
<p><strong>Damon and Naomi</strong> &#8211; <em>And You Are There</em><br />
<object width="500" height="25"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/id-uNRxKGcU?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/id-uNRxKGcU?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="25" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="http://twitter.com/LiliRodrigues">Liliane Rodrigues</a>)</p>
<p style="text-align: left;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-43066" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/05/danger-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Danger Mouse &amp; Daniele Luppi &#8211; Rome (Capitol)</strong></p>
<p><em>Rome</em> é, acima de qualquer coisa, uma homenagem bem pensada ao grande mestre das trilhas sonoras, o italiano <strong>Ennio Morricone</strong>. Se os sons de <strong>Morricone</strong> já inspiravam <strong>Danger Mouse</strong> em momentos do pop desértico de seu projeto <strong>Broken Bells</strong>, dessa vez a influência é declarada, e o produtor se uniu a um time italiano, captaneado por <strong>Daniele Luppi</strong> e contando com vários músicos que trabalharam com o próprio <strong>Morricone</strong>, para gravar um álbum que cumpre a promessa de representar perfeitamente uma trilha sonora cinematográfica. Mas a ausência de imagens prejudica essa trilha, que separada do filme a que devia pertencer, se torna esquecível e cansativa.</p>
<p>Com longos períodos instrumentais que, mesmo adequados à proposta, não impressionam, o destaque fica para as participações vocais de <strong>Norah Jones</strong>, que consegue eclipsar <strong>Jack White</strong> com <em>Black</em> e <em>Problem Queen</em>. <em>Rome</em> é válido como homenagem a um mestre, mas é impossível apreciá-lo sem perceber que algo está faltando. Se este é um Western Spaghetti, restam os tiros de festim.</p>
<p><strong>Danger Mouse &amp; Daniele Luppi feat. Norah Jones</strong> &#8211; <em>Black</em><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="25" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/l3yAx2uCoHs?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="25" src="http://www.youtube.com/v/l3yAx2uCoHs?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="http://twitter.com/_ana_c">Ana Clara Matta</a>)</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-42586" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/05/gang-gang-dance-eye-contact-cover-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Gang Gang Dance &#8211; Eye Contact (4AD)</strong></p>
<p>Artistas que prezam pelo experimental sempre surpreendem. Em <em>Eye Contact</em>, o <strong>Gang Gang Dance</strong> resolve focar em som mais acessível que pudesse dialogar com o pop, mas é notável que ainda preservam sua inconstância e o eletric noise.</p>
<p>Passar ileso por <em>Glass Jar</em>, primeira faixa, e seus onze minutos é o passaporte necessário para admirar o bom disco que vem a seguir. <em>Adult Goth</em> é daquelas faixas que marcam o ano. O psicodelismo , desencontrado nos trabalhos anteriores, encontra conforto junto aos sintetizadores que envolvem os vocais.  O conjunto impressiona, pois o experimentalismo, enfim , acerta o alvo e seduz o ouvinte.</p>
<p>Entre influências diversas, <em>Mindkilla</em> é puro pop para as pistas, enquanto <em>Chinese High</em> evoca <strong>Santigold</strong> potencializada por sintetizadores. <em>Eye Contact</em> é álbum para uma audição paciente que mostra que o <strong>Gang Gang</strong> ainda tem bastante a mostrar.</p>
<p><strong>Gang Gang Dance</strong> – <em>Adulth Goth</em><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="25" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/krEvk9f0NOw?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="25" src="http://www.youtube.com/v/krEvk9f0NOw?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="http://twitter.com/TheVinil">Vinícius Cunha</a>)</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-42587" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/05/The_January_EP-Here_We_Go_Magic_480-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Here We Go Magic &#8211; The January EP (Secretly Canadian)</strong></p>
<p>O Brooklyn é conhecido por ser celeiro de ótimas bandas, sendo o <strong>Here We Go Magic</strong> mais uma delas. Saindo da monotonia que tomou o nu-folk, o grupo adiciona de maneira pontual sintetizadores e programação eletrônica ao bom trabalho que vem desde <em>Pigeons</em>, debut lançado em 2010.</p>
<p><em>January</em> não faz rodeio e compacto mostra o quinteto em sua melhor forma nestas seis faixas que abrangem desde o pop das rádios até o dream pop. Destaque para <em>Hands in the Sky</em> e seus teclados que transpõe os limites da banda como se a música buscasse tocar os céus e <em>Mirror Me</em> com sua levada psicodélica intercalando instrumentos sincopados e  vocais que se entrelaçam. Se <em>Pigeons</em> foi início e tanto, <em>January</em> constata a franca evolução desta, uma  das revelações do ano de 2010.</p>
<p><strong>Here We Go Magic</strong> &#8211; <em>Hands in th Sky</em><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="25" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/tqwE4qRAXk4?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="25" src="http://www.youtube.com/v/tqwE4qRAXk4?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="http://twitter.com/TheVinil">Vinícius Cunha</a>)</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-42588" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/05/simplemath-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Manchester Orchestra &#8211; Simple Math (Favourite Gentleman)</strong></p>
<p>O quebra-cabeças e a idéia de que a soma das partes forma um inteiro não consistem em uma mera estratégia de divulgação do streaming de <em>Simple Math</em>, novo álbum da <strong>Manchester Orchestra</strong>, são essenciais para a matemática simples proposta pela banda. Em <em>Simple Math</em>, cada faixa e cada letra confessional de <strong>Andy Hull</strong> funciona como uma peça de um quebra cabeça emocional, que quando completo, forma a visão de um personagem pleno e seus fracassos, falhas e problemas familiares.</p>
<p>Emocionalmente brutal, <em>Simple Math</em> mostra um amadurecimento enorme da banda norte-americana, mistura o rock dos anos 90 com tendências sulistas norte-americanas e transita do rock tradicional, raivoso e cativante de <em>April Fool</em> para a complexidade das maravilhosas <em>Virgin</em> e <em>Pale Black Eye</em>. Sem momentos desnecessários ou passos em falso, a <strong>Manchester Orchestra</strong> constrói dos escombros de uma crise um álbum memorável, que aprende a gritar pelos motivos corretos e atingir o ouvinte em cheio.</p>
<p><strong>Manchester Orchestra</strong> &#8211; <em>Virgin</em><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="25" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ofRjMGrKdNs?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="25" src="http://www.youtube.com/v/ofRjMGrKdNs?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="http://twitter.com/_ana_c">Ana Clara Matta</a>)</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-43067" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/05/miracle-fortress-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Miracle Fortress &#8211; Was I The Wave? (Secret City Records)</strong></p>
<p>Quatro anos separam <em>Five Roses</em>, álbum de estreia do <strong>Miracle Fortress</strong>, do recém-lançado disco <em>Was I The Wave?</em>. Mas, apesar do tempo que os divide, <strong>Graham Van Pelt</strong> continua escrevendo, cantando, tocando e produzindo de forma parecida em ambos, apesar de não parecer a primeira ouvida nesse último material. <em>Was I The Wave?</em> tem uma pegada eletrônica muito mais acentuada que o antecessor e mostra uma certa estratégia musical – considere isso positivo ou não: o disco é nitidamente dividido. Ele inicia com faixas mais densas, com sintetizadores e samplers, e termina com numa segunda metade mais ‘macia’, se é que assim se pode chamar; mais doce.</p>
<p>Com 10 músicas, é bastante fácil identificar influências. <em>Tracers</em>, a segunda, lembra <strong>Depeche Mode</strong>. <strong>Kraftwerk</strong> também surge como lembrança durante as audições. <em>Raw Spectacle</em>, faixa que a banda disponibilizou com download gratuito no próprio site, provavelmente vai te fazer dançar, mas sentindo uma espécie de nostalgia.</p>
<p>E sim, o álbum vale muito a pena ser ouvido, mas é preciso parcimônia, nem que seja para se fazer comparação com o primeiro.</p>
<p><strong>Miracle Fortress</strong> &#8211; <em>Raw Spectacle</em><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="25" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/TcpxysD4C_Q?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="25" src="http://www.youtube.com/v/TcpxysD4C_Q?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="http://twitter.com/priscilamaboni">Priscila Maboni</a>)</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-43068" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/05/moby-destroyed-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Moby &#8211; Destroyed (Mute)</strong></p>
<p>Há um problema com clássicos definitivos: por serem definitivos, jamais serão superados. <strong>Moby</strong> teve a honra de colocar no currículo o duplo <em>Play</em>, de 1999. Daí pra frente, a comparação é inevitável, e as cobranças, quase sempre injustas: <strong>Moby</strong> deveria fazer sempre um novo <em>Play</em>. Mesmo sabendo que isso é impossível, as cobranças continuam a cada disco. Esse <em>Destroyed</em>, o 12º de sua carreira, não escapa dessa sina. E como não é um novo <em>Play</em>, frustrou novamente o público em geral &#8211; embora não os fãs fiéis, é bom que se ressalte.</p>
<p>Isso porque existem algumas canções tocantes e tipicamente <strong>Moby</strong>, como <em>Be The One</em>, <em>Rocket</em> e <em>Victoria Lucas</em>: os elementos eletrônicos e as texturas climáticas estão todos aqui, tal como os fãs esperam. Sim, os publicitários e editores de vídeo ainda não perderam por completo a fonte de trilha sonora pros seus flimes de auto-ajuda, mas o mundo ainda espera por aquele artista impressionante que criou <em>Play</em>.</p>
<p><strong>Moby</strong> &#8211; <em>Be The One</em><br />
<object width="500" height="25"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gwwKjdknkbU?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="false"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/gwwKjdknkbU?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="25" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="false"></embed></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="https://twitter.com/flogase">Fernando Lopes</a>)</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-42589" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/05/okkervilalbum-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Okkervil River &#8211; I Am Very Far (Jagjaguwar)</strong></p>
<p>Para gravar o álbum <em>I Am Very Far</em>, <strong>Will Sheff</strong> se isolou e realizou composições até durante o sono. O resultado não é um disco calmo e introspectivo, e sim um álbum que amplifica o lado literário do <strong>Okkervil River</strong>, explora os sonhos e lembranças de <strong>Sheff</strong> e apresenta um mundo repleto de metáforas como piratas, assassinatos, violências e valsas. É a realidade tingida com os tons do subconsciente.</p>
<p>Gravado ao vivo em sessões grandiosas e multi-instrumentais, <em>I Am Very Far</em> se afasta das influências passadas de <strong>Bright Eyes</strong> e abraça uma sonoridade que remete à momentos do <strong>Arcade Fire</strong>. Os destaques vão das catárticas <em>The Valley</em> e <em>Wake and be fine</em> até a melódica <em>White Shadow Waltz</em>, e mesmo apresentando quedas na qualidade, exemplificadas pela repetição cansativa que marca <em>Show Yourself</em> e <em>We need a myth</em> (infinitamente inferiores ao b-side <em>Mermaid</em>), <em>I Am Very Far</em> é uma viagem que nos recompensa a cada quilômetro percorrido.</p>
<p><strong>Okkervil River</strong> &#8211; <em>White Shadow Waltz</em><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="25" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/HEc32fqidtw?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="25" src="http://www.youtube.com/v/HEc32fqidtw?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="http://twitter.com/_ana_c">Ana Clara Matta</a>)</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-43069" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/05/raphael_saadiq-stone_rollin-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Raphael Saadiq – Stone Rollin’</strong></p>
<p>Soul, blues e rock. <strong>Raphael Saadiq</strong> recicla o som das décadas de 60 e 70 com categoria e <em>Stone Rollin’</em> é a prova disto. A combinação da onda vintage com a modernidade é pontual e garante um registro, em que o cantor soul vai além do trabalho realizado no trio <em>Tony! Toni! Toné!</em>.</p>
<p>Um belo cartão de visitas é <em>Heart Attack</em>, que revive em hard rock simples feito sob inspiração de funk e influenciado pelo som de <strong>Bobby Womack</strong>. Por sua vez, <em>Over You</em> é daqueles blues urbanos de cortar o coração, mas que não deixa de colocar o pé no rock. É evidente a destreza de <strong>Saadiq</strong> na manipulação das melodias. Tudo está em seu lugar correto guiado por um swing natural e contagiante.</p>
<p><em>Stone Rollin’</em> seduz o ouvinte em pouco mais de quarenta minutos e merece sua atenção com suas descontraídas, porém urgentes dez faixas que parece pura mágica praticada por <strong>Saadiq</strong>.</p>
<p><strong>Raphael Saadiq</strong> – <em>Heart Attack</em><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="25" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/dfJe_Cl6CpU?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="25" src="http://www.youtube.com/v/dfJe_Cl6CpU?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="http://twitter.com/TheVinil">Vinícius Cunha</a>)</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-43071" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/05/dukespirit-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>The Duke Spirit &#8211; Bruiser (Shangri-La Music)</strong></p>
<p>O <strong>Duke Spirit</strong> se contenta em lnaçar um disco a cada três anos (e alguns EPs no meio disso). Esse <em>Bruiser</em> é o terceiro. Os londrinos continuam um pouco como em 2008, quando lançaram <em>Neptune</em>: ainda há guitarras rasgadas, barulhentas e chiadas, além de melodias contagiantes; a voz rouca da bela <strong>Liela Moss</strong> segue seduzindo; e a sequência inicial com <em>Everybody’s Under Your Spell</em>, <em>Villian</em> e <em>Don&#8217;t Wait</em> já valeria o disco, se mais pra frente o ouvinte ainda não se deparasse com a inebriante <em>Northbound</em>.</p>
<p>Infelizmente, é só &#8211; e é pouco &#8211; pra tanta espera. <em>Victory</em> não convence, <em>Procession</em> tem artifícios ultrapassados e há muitas escolhas equivocadas na produção. O <strong>Duke Spirit</strong> já foi menos encanado com o acabamento. O tempo muda as coisas. Pelos serviços prestados, era de se esperar mais, porémo <strong>Duke Spirit</strong> de <em>Bruiser</em> fica devendo. Quem sabe daqui a três anos&#8230;</p>
<p><strong>The Duke Spirit</strong> &#8211; <em>Everybody&#8217;s Under Your Spell</em><br />
<object width="500" height="25"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/8dbNJOgDCWI?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="false"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/8dbNJOgDCWI?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="25" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="false"></embed></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="https://twitter.com/flogase">Fernando Lopes</a>)</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-42591" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/05/felice-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>The Felice Brothers &#8211; Celebration, Florida (Fat Possum)</strong></p>
<p>A cidade de Celebration, na Flórida, foi criada pra ser o retrato de um mundo ideal. O criador: Walt Disney. Era pra ser a cidade-base pros parques da empresa na região. São apenas dez mil moradores e é uma cidade-modelo, até que em novembro de 2010 um assassinato aconteceu, o primeiro em quinze anos. Um homem foi encontrado estrangulado e esquartejado. Foi um choque pra essa comunidade, que entrou mais uma vez pras estatísticas do mundo moderno. Os nova iorquinos do <strong>Felice Brothers</strong>, bem mais acostumados com a violência, devem ter tomado conhecimento do ocorrido pra batizar seu quarto disco, Celebration, Florida.</p>
<p>As músicas falam de violência, de podridão e de rendenção num mundo impossível de ser perfeito. Mas são 11 canções num álbum que, infelizmente, também não é perfeito. O folk de raiz, tradicionalista, foge um tanto da sua praia usual: os gracejos sonoros da banda parecem não se encaixar muito bem com a temática. Entretanto, pode ser encarado quase como um grito desesperado por paz e tranquilidade. Um pedido de todos nós, em qualquer cidade do mundo.</p>
<p><strong>The Felice Brothers</strong> &#8211; <em>Fire At The Pageant</em><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="25" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="false" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/DzD1O7zZryM?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="false" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="25" src="http://www.youtube.com/v/DzD1O7zZryM?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="false"></embed></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="https://twitter.com/flogase">Fernando Lopes</a>)</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-43072" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/05/the-sea-and-cake-the-moonlight-butterfly-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>The Sea and the Cake &#8211; The Moonlight Butterfly (Thrill Jockey)</strong></p>
<p>No mini-álbum <em>The Moonlight Butterfly</em> (de apenas 6 faixas), a veterana <strong>The Sea and Cake</strong> traz um disco heterogêneo até demais. A escolha pelas duas músicas que abrem o disco não foi feliz &#8211; elas parecem ser a mesma para os menos atentos.<br />
Durando cerca de 4 minutos, a instrumental <em>The Moonlight Butterfly</em> demora para passar. A banda até acerta na faixa seguinte, <em>Up on the North Shore</em>, onde a letargia é substituída por acordes mais rápidos e animados. <em>Inn Keeping</em> vem como uma boa continuação, mas no meio da música – que tem pouco mais de 10 minutos – a banda aposta novamente no instrumentalismo. Por fim, a faixa que fecha o disco, <em>Monday</em>, traz uma simplicidade elegante.<br />
Seja como for, o novo álbum do <strong>The Sea and the Cake</strong> tem seus momentos interessantes e aqueles onde pensamos em desistir da audição.</p>
<p><em>The Sea and Cake &#8211; Monday</em><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="25" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/v_GPMv6bTto?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="25" src="http://www.youtube.com/v/v_GPMv6bTto?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: right;">(<a href="http://twitter.com/talilittle">Talita Bristotti</a>)</p>
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		<title>Ouça na íntegra o novo disco do Gang Gang Dance, &#8220;Eye Contact&#8221;</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2011/05/05/ouca-na-integra-o-novo-disco-do-gang-gang-dance-eye-contact/</link>
		<comments>http://www.rocknbeats.com.br/2011/05/05/ouca-na-integra-o-novo-disco-do-gang-gang-dance-eye-contact/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 May 2011 13:27:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lopes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Florence Welch]]></category>
		<category><![CDATA[Gang Gang Dance]]></category>

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		<description><![CDATA[Os nova iorquinos do Gang Gang Dance anunciaram em fevereiro passado o novo disco, Eye Contact, que chega às lojas da gringolândia dia 10 de maio, pela 4AD. É o quinto trabalho do quinteto experimental [...]]]></description>
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										</div><p><img src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2011/05/gangangdance-eyecontact1r.jpg" alt="" title="" width="500" height="500" class="alignnone size-full wp-image-42168" /></p>
<p>Os nova iorquinos do <strong>Gang Gang Dance</strong> anunciaram em fevereiro passado o novo disco, <em>Eye Contact</em>, que chega às lojas da gringolândia dia 10 de maio, pela 4AD. É o quinto trabalho do quinteto experimental e já tem apressadinho por aí dizendo que é top dez do ano fácil.</p>
<p>Antes de se conectar a essa pilha, que tal ouvir por conta própria? <em>Eye Contact</em> foi disponibilizado pra audição integral e é possível embarcar na viagem que a vocalista Liz Bougatsos comanda (Brian Degraw, Tim Dewit, Josh Diamond e Jesse Lee a acompanham): são músicas espaciais, grandiosas (megalômanas?), cheias de camadas de teclados e de colagens, quase <em>world music</em>.</p>
<p>Quem esteve no Creators Project de 2010, em São Paulo, pôde comprovar ao vivo a performance da banda, que é uma das preferidas de <strong>Florence Welch</strong>.</p>
<p>Não é pra qualquer ouvido, nem pra qualquer humor. É preciso estar no clima.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,0,0" width="425" height="300" id="widget" align="middle"><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="allowFullScreen" value="false" /><param name="FlashVars" value="widgetid=undefined"><param name="movie" value="http://ganggangdance.com/eyecontact/eyecontact.swf" /><param name="quality" value="high" /><param name="bgcolor" value="#000000" /><embed src="http://ganggangdance.com/eyecontact/eyecontact.swf" quality="high" bgcolor="#000000" width="425" height="300" name="widget" FlashVars="widgetid=undefined" align="middle" allowScriptAccess="always" allowFullScreen="false" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /></object></p>
<p>Aproveite e veja o primeiro clipe extraído do disco, pra <em>MindKilla</em>:<br />
<object width="500" height="330"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2R7k1_kOqvk?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/2R7k1_kOqvk?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="330" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>The Creators Project confirma Mark Ronson e Gang Gang Dance no Brasil, em agosto</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2010/07/27/the-creators-project-confirma-mark-ronson-e-gang-gang-dance-no-brasil-em-agosto/</link>
		<comments>http://www.rocknbeats.com.br/2010/07/27/the-creators-project-confirma-mark-ronson-e-gang-gang-dance-no-brasil-em-agosto/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 15:11:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Talita Bristotti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Shows]]></category>
		<category><![CDATA[Emicida]]></category>
		<category><![CDATA[Gang Gang Dance]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Ronson]]></category>
		<category><![CDATA[N.A.S.A]]></category>
		<category><![CDATA[Nick Zinner]]></category>
		<category><![CDATA[Spike Jonze]]></category>
		<category><![CDATA[The Creators Project]]></category>

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		<description><![CDATA[Mark Ronson e Gang Gang Dance estão confirmados para o festival The Creators Project &#8211; Brasil. O evento acontece no dia 14 de agosto, em São Paulo, na Galeria Baró/Emma Thomas. Além de uma parceria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
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										</div><div id="attachment_17511" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-17511 " title="Gang+Gang+Dance" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Gang+Gang+Dance.jpg" alt="" width="450" height="234" /><p class="wp-caption-text">Gang Gang Dance é uma das atrações do festival The Creators Project</p></div>
<p><strong>Mark Ronson</strong> e <strong>Gang Gang Dance</strong> estão confirmados para o festival <a href="http://www.thecreatorsproject.com/pt-br/"><strong>The Creators Project &#8211; Brasil</strong></a>. O evento acontece no dia 14 de agosto, em São Paulo, na Galeria Baró/Emma Thomas.</p>
<p>Além de uma parceria entre o <strong>DJ Zegon</strong> (do N.A.S.A.) com o <strong>Emicida</strong>, o projeto traz exposições de obras artes de <strong>Nick Zinner</strong> (guitarrista do Yeah Yeah Yeah&#8217;s) e <strong>Spike Jonze</strong> (diretor do filme Quero Ser John Malcovich), entre outros nomes.</p>
<p>Informações sobre o preço e a venda de ingressos ainda não foram divulgadas.</p>
<p><em>Trailer &#8212; The Creators Project</em><br />
<script src="http://player.ooyala.com/player.js?width=480&amp;embedCode=xpNW9lMToIg6sTkgM95DKVLs78oqOJRt&amp;height=200&amp;autoplay=0&amp;deepLinkEmbedCode=xpNW9lMToIg6sTkgM95DKVLs78oqOJRt"></script></p>
<p>Lançado em junho desse ano, o The Creators Project foi idealizado pelas empresas Vice e Intel, que trazem para o festival a ideia de uma &#8220;nova rede dedicada a celebrar a criatividade e a cultura entre os meios de comunicação ao redor do mundo&#8221;.</p>
<p>O evento será realizado em cinco partes e duas já aconteceram. A primeira, ocorreu em Nova York no dia 26 de junho e trouxe em seu line-up nomes como The XX, Animal Collective, M.I.A. e Interpol. No dia 17 julho, o The Creators Project passou pelo Reino Unido e, depois de São Paulo, o festival vai para a Coreia do Sul, em 28 de agosto, e para a China, no dia 18 de setembro.</p>
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		<item>
		<title>&#8220;You&#8217;ve Got The Love&#8221; tem repaginação de Gang Gang Dance</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2010/03/05/youve-got-the-love-remix-de-xx-e-florence-ganha-repaginacao/</link>
		<comments>http://www.rocknbeats.com.br/2010/03/05/youve-got-the-love-remix-de-xx-e-florence-ganha-repaginacao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 15:29:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Galassi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Florence and the Machine]]></category>
		<category><![CDATA[Gang Gang Dance]]></category>
		<category><![CDATA[The XX]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Gang Gang Dance faz nova versão da faixa e fica a dúvida sobre ser um pedido de desculpas a Florence + The Machine]]></description>
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										</div><p><img class="aligncenter size-full wp-image-60597" title="Gang Gang Dance" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2010/03/ggd.jpg" alt="" width="610" height="529" /></p>
<p>Lembra <a href="http://www.rocknbeats.com.br/2010/02/27/florence-and-the-machine-vai-dividir-royalties-de-rabbit-heart/" target="_blank">daquele bafão</a> sobre<strong> Florence + The Machine</strong> ter plagiado <strong>Gang Gang Dance</strong>? Apesar da vocalista ruiva ter afirmado que era grande fã da banda e talvez por isso teria soado próximo, aconteceu o que aconteceu.</p>
<p>No entanto a banda Gang Gang Dance não se pronunciou mais sobre isso, porém a pouco fez um remix do remix de <em>You&#8217;ve Got The Love</em> (<strong>The XX</strong> &#8211; Florence + Machine), nomeada <em>The Very Best Re-Do Of The XX Remix</em>. Não há do reclamar, o reworking deu um up numa mixagem que já era boa. Resta saber se é pra fazer vingancinha ou se é um pedido de desculpa. Reflitamos.</p>
<p>Em todo caso você pode ouvir a faixa <a href="http://www.kickinthepeanuts.com/music/florenceandthemachinetheverybestthexxyouvegotthelove.mp3" target="_blank">aqui</a>.</p>
<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
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		</item>
		<item>
		<title>FLORENCE AND THE MACHINE VAI DIVIDIR ROYALTIES DE RABBIT HEART</title>
		<link>http://www.rocknbeats.com.br/2010/02/27/florence-and-the-machine-vai-dividir-royalties-de-rabbit-heart/</link>
		<comments>http://www.rocknbeats.com.br/2010/02/27/florence-and-the-machine-vai-dividir-royalties-de-rabbit-heart/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 18:24:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Galassi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[Florence and the Machine]]></category>
		<category><![CDATA[Gang Gang Dance]]></category>
		<category><![CDATA[House Jam]]></category>
		<category><![CDATA[Rabbit Heart]]></category>
		<category><![CDATA[Raise It Up]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.rocknbeats.com.br/?p=6213</guid>
		<description><![CDATA[Florence and the Machine foram encurralados por Gang Gang Dance sobre uma estranha semelhança entre a composição de Rabbit Heart(Raise It Up) e House Jam, pela primeira vez publicado por um leitor do Drowned in [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
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											</iframe>
										</div><p><img class="aligncenter size-full wp-image-6224" title="Florence++The+Machine+flo1" src="http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Florence++The+Machine+flo1.jpg" alt="Florence++The+Machine+flo1" width="485" height="271" /></p>
<p><strong>Florence and the Machine</strong> foram encurralados por <strong>Gang Gang Dance</strong> sobre uma estranha semelhança entre a composição de <em>Rabbit Heart(Raise It Up)</em> e <em>House Jam</em>, pela primeira vez publicado por um leitor do <em><a href="http://drownedinsound.com/" target="_blank">Drowned in Sound</a></em>.</p>
<p>A canção, que alcançou o número 12 na parada de singles do Reino Unido, foi acusado de partilhar semelhanças musicais e líricas com <em>House Jam</em> pela banda experimentalistas de Nova York.</p>
<p>&#8220;Não é nenhum segredo&#8221;, disse Welch. &#8220;Eu falei sobre isso em entrevistas antes. Eu sou uma grande fã do Gang Gang Dance e fiz em homenagem a eles.&#8221; No entanto,o selo da banda, Island parece não ter dado os devidos créditos ao Gang Gang Dance no álbum, onde equivocadamente creditaram apenas Florence e Paul Epworth para a faixa.</p>
<p>Desde o ocorrido, houve um acordo de repartição de royalties para a faixa. Vale a pena comparar as duas faixas e ver que tem algo de semelhante mesmo.</p>
<p><span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="610" height="481" src="http://www.youtube.com/embed/GF6kBNLTvaU?color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;modestbranding=1&amp;loop=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=1" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=GF6kBNLTvaU">www.youtube.com/watch?v=GF6kBNLTvaU</a></p><em></em></p>
<p><em>Rabbit Heart (Raise it Up)</em> -- <strong>Florence and The Machine<br />
</strong></p>
<p><span class="youtube">
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<p><em>House Jam</em> -- <strong>Gang Gang Dance</strong></p>
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